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Exército afasta militares presos em ação da PF que apura tentativa de golpe

Os afastamentos foram publicados no Diário Oficial da União

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O Exército oficializou nesta quinta-feira (22) o afastamento de dois militares presos durante operação da PF que investiga se houve uma tentativa de golpe de Estado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Presidência. A informação havia sido antecipada pelo UOL.

Um dos afastados foi o coronel de cavalaria Bernardo Romão Corrêa Neto. Ele foi apontado pela PF (Polícia Federal) como um ex-braço-direito do tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro.

O outro afastado foi o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira. Segundo inquérito da PF, ele é um dos "kids pretos" e trocou mensagens com Mauro Cid para organizar o pagamento de R$ 100 mil para trazer manifestantes golpistas do Rio de Janeiro para Brasília. "Kid preto" é uma nomenclatura informal dada a militares da elite do Exército que fazem parte do Copesp (Comando de Operações Especiais).

Os afastamentos foram publicados no Diário Oficial da União. As portarias foram assinadas pelo general de brigada Antônio Bispo de Oliveira Filho, da Diretoria de Controle de Efetivos e Movimentações do Comando do Exército.

Os textos dizem que os dois militares foram "agregados". Segundo o estatuto que rege a carreira de integrantes das Forças Armadas, esse termo é usado para dizer que um oficial deixou de ocupar cargo na escala hierárquica à qual pertencia.

Militares podem ser agregados por motivos que vão desde licença por questões de saúde a deserção. No caso dos dois oficiais afastados, eles foram removidos da escala do Exército para ficarem exclusivamente à disposição da Justiça, segundo as portarias publicadas no Diário Oficial.


 

ALÍVIO

Lula anuncia novo Desenrola para a próxima semana com até 20% do FGTS

Quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets

01/05/2026 07h26

Programa anunciado pelo presidente Lula prevê desconto de até 90% de algumas dívidas e permitir uso de 20% do FGTS

Programa anunciado pelo presidente Lula prevê desconto de até 90% de algumas dívidas e permitir uso de 20% do FGTS

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada, será lançado na próxima segunda-feira (4). 

A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% nas dívidas e permitir o uso de até 20% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos.

Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.

"Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando", disse o presidente em cadeia nacional de Rádio e TV. 

O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.

Lula também destacou que o fim da escala 6x1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.

"A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores", disse Lula. 

"Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil", complementou.

O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.

Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo. 

"Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras", disse Lula.

INFLAMAÇÃO

Lula volta a Brasília após dois procedimentos de saúde em São Paulo

O presidente foi submetido a dois procedimentos na manhã de sexta-feira a uma cauterização na cabeça para a retirada de um carcinoma basocelular

26/04/2026 21h00

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva Paulo Pinto/Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a Brasília neste domingo, 26, após passar os últimos dias em São Paulo (SP).

A Secretaria de Comunicação Social (Secom) informou que o presidente está no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. Lula não tem compromissos públicos neste domingo, segundo a Secom.

O presidente foi submetido a dois procedimentos na manhã de sexta-feira, 24, a uma cauterização na cabeça para a retirada de um carcinoma basocelular (um tipo de câncer que se origina nas células basais, localizadas na camada mais profunda da epiderme)

Os médicos também fizeram uma infiltração para tratar uma tendinite no polegar da mão direita do presidente. Sobre tal procedimento, a equipe médica disse que a inflamação era pequena e não implicará em nenhuma restrição de movimento.

Segundo o médico Roberto Kalil, que acompanha o presidente, Lula retomaria as atividades dois dias após os procedimentos. Como um deles provoca uma lesão na pele, ele disse que era necessário cautela. Mas destacou que o máximo que deve ocorrer de mudança na rotina é o presidente aparecer usando chapéu.

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