Na Operação Chacrinha, o principal acusado, um coronel reformado da Brigada Militar, teve 28 anos de contribuição inexistente registrados no Instituto Nacional de Previdência Social (INSS), que renderia uma aposentadoria mensal fraudulenta de R$ 3.038,99. A PF efetuou mandados de prisão temporária e preventiva e 11 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre e Viamão, na região metropolitana da capital gaúcha. O prejuízo, conforme a PF, seria de R$ 330 mil, nos cinco meses da investigação. O total pode atingir R$ 7 milhões.
Com informações do Estadão