A crise interrompeu o processo de aumento das classes sociais mais altas, A e B, mas não a passagem de pessoas das classes mais baixas, D e E, para a classe C, de acordo com pesquisa do Centro de Políticas Sociais (CPS), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). "É um empate e é um resultado muito bom para a época de crise, mas é uma parada súbita, já que a gente vinha melhorando a taxas altas. O copo está meio cheio e meio vazio", disse o economista-chefe do CPS, Marcelo Neri. Ele observou que entre 2003 e 2008 27 milhões de pessoas, "meia França", foram incorporadas ao conjunto de classes A, B e C e 24 milhões deixaram a pobreza.
Com informações do Estadão