Em 2050, quando Campo Grande completar 151 anos de fundação, a população da Capital de Mato Grosso do Sul deverá somar de 1,5 milhão a 2 milhões de habitantes. É com essa estimativa que os técnicos do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb) trabalham, visando a preparar a cidade para esse cenário futuro, ordenando desde agora a ocupação do solo, ou seja, o adensamento das regiões.
Para isso, segundo a presidente do Planurb, Marta Martinez, é necessário que se mantenha controlado o crescimento populacional, cuja média anual gira em torno de 1,72%, de acordo com estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da própria prefeitura e da Águas Guariroba.
A contribuir para o êxito do planejamento está a característica de Campo Grande, de ser uma cidade plana, permeada por córregos, e de ter uma migração interna, que facilita o atendimento às demandas por equipamentos públicos. Soma-se a esses fatores, o fato de a cidade contar ainda com dois instrumentos que auxiliam na planificação de seu crescimento: a Carta Geotécnica e as Guias Diretrizes Urbanísticas.
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