O projeto do videomonitoramento da área central de Campo Grande está emperrado e não há data prevista para ser posto em prática.
As instalações das câmeras dependem agora do processo licitatório a ser preparado pela prefeitura de Campo Grande. E, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, ao menos até sexta-feira não havia informações sobre a concorrência.
A promessa era que o processo licitatório sairia até o final do mês passado. Em janeiro deste ano o Governo Federal liberou R$ 865.624,85, repassados pelo Ministério da Justiça, mediante a contrapartida do município. Sobre o recebimento da verba, a assessoria de imprensa da prefeitura disse que se manifestará apenas na publicação do edital.
A ideia lançada há dois anos por representantes de estabelecimentos comerciais com o apoio das polícias tem como propósito reduzir e inibir ações criminosas no quadrilátero da Capital, que compreende as vias Eduardo Santos Pereira, Pedro Celestino, Ernesto Geisel e Fernando Corrêa da Costa, onde segundo a polícia, é palco para 60% dos crimes cometidos em toda a cidade.