Os catadores que atuam no lixão de Campo Grande correm sérios riscos biológicos. Esta é a conclusão de perícia realizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) no lixão de Campo Grande, conforme reportagem na edição de hoje (05) do jornal Correio do Estado. O documento aponta falta de ações que favorecem as condições de trabalho e saúde dos trabalhadores.
Segundo a conclusão do documento, a Prefeitura de Campo Grande e a CG Solurb Soluções Ambientais, concessionária responsável pelo lixo na cidade, não estão implementando ações para melhorar as condições de trabalho no local.
A perícia detectou diversas irregularidades, começando pela falta de bebedouros no lixão, ou mesmo copos descartáveis para os catadores. A reportagem é de Vinícius Squinelo.