Após a apreensão de 704 quilos de cocaína, na última quarta-feira, na região de Paranaíba, a Polícia Federal está desdobrando as investigações para tentar chegar não apenas aos proprietários do entorpecente, mas também a rota que era cumprida pelo carregamento, avaliado em cerca de R$ 10,5 milhões, se considerado o mercado consumidor de destino (São Paulo). O uso de caminhões-tanques de empresas transportadoras de combustíveis nas operações de tráfico, também está na pauta das investigações da PF, que prefere não fornecer detalhes dessas diligências.
A carga apreendida na quarta-feira,teria saído, numa segunda etapa do trajeto, do município de Coxim para o interior de São Paulo, onde supostamente a carreta, uma bitrem, seria carregada de combustível para retorno ao Estado. Além do motorisra, G.S.D, residente em Coxim, os federais prenderam dois homens que serviam de batedores, fazendo observação da estrada para detectar possível presença da polícia.
A reportagem, de Thiago Silva, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.