A prefeitura de Campo Grande aprovou um plano de contingência para combater possível epidemia de dengue, chikungunya e Zika vírus no município no ano de 2016. Conforme o Conselho Municipal de Saúde, foram recebidos incentivos de R$ 37.677,329 milhões para as ações dentro da gestão da vigilância da saúde.
O coordenador do Conselho Municipal de Saúde, Sebastião de Campos Arinos Júnior, o plano engloba várias ações contínuas para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, como aumento dos mutirões de limpeza e de diagnóstico. Ainda segundo o conselho, o recurso liberado não é apenas para o plano de contingência, mas para outras ações da saúde.
O plano de contingência é um documento elaborado com objetivo de auxiliar o município na resposta resposta aos casos suspeitos de dengue, zika virus e chikungunya. No documento, são definidas responsabilidades para atender situações de emergência, visando prevenção e controle da doença..
Ainda segundo o documento, a detecção de casos em tempo hábil e o atendimento rápido podem minimizar os casos notificados, principalmente do Zika vírus. Caso o vírus seja identificado, o plano de contingência deve ser acionado.
No controle de vetores, o plano traz ações para três fases, sendo elas rotina, como atividades de remoção de criadouros do mosquito, intensificação de vistoria em imóveis e mutirão de limpeza; alerta, com ações como parcerias com as forças armadas, Secretaria de Meio Ambiente e contratação temporária de funcionários para ampliação e intensificação das ações. A última fase, de emergência, elenca ações de reforço as duas primeiras fases.
Há ainda planos a serem adotados pela vigilância epidemiológica, responsável pelas notificações e diagnósticos; gestão municipal, encarregada do processo de tomadas de decisões, promoção de ações e suporte financeiro; comunicação e mobilização, que deve divulgar informações de atenção ao paciente e em massa e assistência ao paciente, que deve assegurar o acesso e acompanhamento do paciente nas redes de atenção.