Campo Grande atingiu 65,12% de sua população totalmente imunizada contra Covid-19 com as duas doses ou dose única da vacina.
Este percentual abrange 590.032 pessoas, de acordo com dados do vacinômetro divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau).
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Se contar apenas a população adulta, o percentual ultrapassa 80% de imunizados. Isto indica que Campo Grande atingiu a imunidade coletiva em pessoas acima de 18 anos.
De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, a segunda dose da vacina contra Covid-19 é importante para completar o ciclo vacinal contra a doença.
“Você que ainda não tomou a segunda dose, procure uma unidade de saúde e a faça para completar o seu ciclo vacinal”.
Dos 916.001 habitantes residentes na Capital, 653.891 tomaram a primeira dose da vacina, segundo o vacinômetro.
Existem 102.611 idosos ou pessoas imunossuprimidas vacinadas com a terceira dose ou dose de reforço na Capital.
Com o avanço da imunização, o polo de vacinação Guanandizão e drive-thru Ayrton Senna encerraram suas atividades após cerca de seis de campanha.
As unidades de saúde, drive-thru Albano Franco, UCDB e Seleta permanecem em funcionamento. Confira aqui o calendário atualizado e locais de imunização na Capital.
A campanha de imunização começou em 19 de janeiro de 2021 em Campo Grande.
O objetivo é imunizar cidadãos contra a Covid-19 para diminuir o número de casos, mortes e internações, além de conter o avanço da pandemia.
As doses aplicadas na Capital são Pfizer-BioNTech, Coronavac-Sinovac-Butantan e AstraZeneca-Oxford-Fiocruz.
Covid-19 em queda
O avanço na vacinação reflete na queda no número de casos confirmados, internações, taxa de contágio e óbitos pela doença.
O mês do ano com menor número de casos confirmados (3.546) e mortes por Covid-19 (48) foi outubro.
Após beirar colapso, as internações seguem em queda com menos de 100 pessoas hospitalizadas diariamente em Mato Grosso do Sul, de acordo com dados do Boletim Epidemiológico da SES.
Leitos adaptados para tratamento da Covid-19 começaram a ser desativados em Mato Grosso do Sul após um ano e sete meses de pandemia, de acordo com a secretária adjunta de saúde, Christinne Maymone.
Com isso, o Estado retornará com cirurgias eletivas. “Mato Grosso do Sul liberou as cirurgias eletivas e começamos a fazer as cirurgias em hospitais. Os leitos, se de Covid não precisa mais, tendem a se transformar em leitos não Covid”, afirmou Christinne.