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Agência da Caixa na Capital suspende atendimento após seis casos de Covid entre funcionários

O Sindicato teve conhecimento após denúncia de um bancário

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A agência da Caixa Econômica, localizada na avenida Bandeirantes, suspendeu o atendimento a partir de segunda-feira (31), após seis funcionários testarem positivo para a Covid-19.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campo Grande-MS e Região (SEEBCG-MS) tomou conhecimento, após denúncia feita por um bancário que trabalha no local.

A unidade tem 21 funcionários. Entre os contaminados está uma faxineira que precisou ser internada em uma UPA.

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A presidente do Sindicato, Neide Rodrigues, destaca sobre o risco que a agência ofereceu para a população.

“A agência já deveria estar fechada. Quantas pessoas podem ter sido contaminadas ao procurarem atendimento nesta agência. Por isso, nosso posicionamento foi de que, caso a Caixa não avançasse nas medidas de segurança contra o coronavírus, iríamos nos mobilizar e fechar a unidade na segunda-feira”, destaca.

A Superintendência Regional da Caixa informou que hoje (29) todos os empregados da unidade seriam testados. 

No entanto, de acordo com o diretor do SEEBCG-MS, Laerte Jeronymo, que também é funcionário da Caixa, o sindicato vai acompanhar se a agência tem condições de reabrir na próxima terça-feira (1°) com segurança para funcionários e clientes.

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investigação concluída

Policia conclui que morte de mulher em Selvíria não foi feminicídio

As investigações apontaram que a vítima cravou a faca contra o próprio peito, configurando suicídio e não, suicídio, como a polícia alegou anteriormente

13/02/2026 09h45

A polícia concluiu que Janete cravou a faca contra o próprio peito

A polícia concluiu que Janete cravou a faca contra o próprio peito Redes Sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) afirmou, por meio de nota, que, após investigações relacionadas à morte de Janete Feles Valores, de 45 anos, causada por uma facada no peito no município de Selvíria na última segunda-feira (9) não foi crime de feminicídio e sim, suicídio. 

De acordo com os depoimentos coletados e o laudo necroscópico, foi concluído que a vítima empurrou a faca contra o próprio peito. 

“A faca não estava totalmente cravada, o que é característico de suicídios, em contraste com homicídios ou feminicídios, onde a lâmina da faca geralmente penetra completamente no corpo da vítima. A angulação da facada também sugere que a vítima tenha se autoferido”, escreveu a publicação. 

Segundo a Delegacia de Polícia de Selvíria, o depoimento do filho da vítima também condiz com a tese de suicídio. Ele afirmou que a mãe estava sofrendo contra um câncer e tinha alegado ter intenções de tirar a própria vida. Além disso, não há registros de violência entre o casal, reforçando o depoimento do marido de Janete, Alípio Drum Alves, que já havia assegurado a hipótese do suicídio. 

Com a conclusão do caso, a Polícia encerrou as diligências e encaminhou os laudos da investigação para os registros finais. 

“Diante destes fatos, a Autoridade Policial determinou a exclusão da classificação inicial de feminicídio alterando o caso para suicídio”, finaliza a nota. 

Com isso, o número de feminicídios em 2026 volta a ser de dois casos. 

Relembre

A vítima, Janete Feles Valoes, de 45 anos, foi encontrada morta com uma facada no peito na madrugada de segunda-feira (9), no Assentamento São Joaquim, na zona rural de Selvíria, município localizado a 397 quilômetros de Campo Grande.

O suspeito, Alípio Drum Alves, de 63 anos, na ocasião, foi preso.

Conforme a ocorrência, o filho da vítima foi até a residência após receber uma ligação do pai pedindo ajuda e alegando que ela teria “feito uma besteira”. Ao chegar ao local, encontrou Janete sentada em uma poltrona, com a faca cravada no peito.

O rapaz levou a mãe até os socorristas. Segundo o boletim de ocorrência, Janete ainda apresentava sinais vitais, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O companheiro da vítima negou ter cometido o crime e afirmou que ela teria cravado a faca no próprio peito. O suspeito foi preso e levado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) de Três Lagoas.

Cronologia

Com a conclusão das investigações, o número de feminicídios em 2026 volta a ser de dois casos. 

O primeiro caso de feminicídio ocorreu em 16 de janeiro de 2026. Josefa dos Santos, de 44 anos, foi morta pelo companheiro, Fernando Veiga, com um tiro de espingarda nas proximidades da Capela Santo Antônio, na zona rural de Bela Vista. Após o crime, Veiga tirou a própria vida.

O segundo caso ocorreu em 24 de janeiro, quando Rosana Candia, de 62 anos, foi morta a pauladas pelo ex-companheiro, Antônio Lima Ohara, de 73 anos, no bairro Guarani, em Corumbá.

 

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GASOLINA PARA AVIAÇÃO

Estado compra querosene para aeronave em combate a incêndio no Pantanal

Governo de MS dispõe de aeronaves air-tractors, do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), utilizadas para despejar milhares de litros de água em caso de queimadas

13/02/2026 09h40

Aeronave Air Tractor (modelo AT-802F)

Aeronave Air Tractor (modelo AT-802F) Foto: Chico Ribeiro

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Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), comprou gasolina e querosene, de forma emergencial, para aeronaves utilizadas no combate aos incêndios no Pantanal Sul-mato-grossense.

O Estado dispõe de aeronaves air-tractors, do Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS), utilizadas para despejar milhares de litros de água em caso de queimadas.

O objetivo é prevenir e combater incêndios no Pantanal e proteger a fauna, flora, vegetação, biodiversidade e ecossistema do local.

O contrato foi firmado com a empresa Espadarte Comércio de Petróleo e Derivados LTDA. O valor do investimento é de R$ 3.079.080,00. O prazo de vigência da contratação será de um ano.

Extrato do Contrato nº 209/2025/Sejusp foi assinado na última sexta-feira (6) e publicado, nesta sexta-feira (13), no Diário Oficial Eletrônico (DOE-MS).

Confira o trecho redigido no Diário Oficial:

Aeronave Air Tractor (modelo AT-802F)

QUEIMADAS

As queimadas transformam cenários verdes e cheios de vida em cinzas e mortes. O fogo destrói matas, áreas verdes, vegetações, florestas, biodiversidade e espécies nativas de Mato Grosso do Sul.

São extremamente nocivas ao meio ambiente, pois emitem poluentes atmosféricos, reduzem a biodiversidade, destroem matas, devastam a vegetação, prejudicam a fauna e flora, eliminam a cobertura vegetal nativa, comprometem florestas, campos e savanas e matam o ecossistema.

Mudanças climáticas, calor excessivo, escassez de chuvas e baixa umidade relativa do ar favorecem a ocorrência de queimadas no Estado.

De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec-MS), a área queimada caiu 92,4% no bioma, em 2025, em comparação a 2024. Também houve queda na área queimada do Cerrado, de 70,5%, comparado a 2024.

434 focos de fogo foram registrados no Pantanal em 2025, enquanto em 2024, foram 8.156.

PREVENÇÃO

As formas de evitar a propagação de incêndios florestais no Pantanal são:

  • Implementar aceiros - faixas desprovidas de vegetação que servem para barrar o fogo e impedir que ele continue seu rumo
  • Manter terrenos limpos e capinados
  • Evitar jogar pontas de cigarro acesas na vegetação à beira de rodovias
  • Realizar queimadas na época correta, frequência correta e locais corretos, chamadas popularmente de queimadas preventivas ou controladas
  • Chuva
  • Evitar o uso de fogo em julho, agosto e setembro, meses do inverno, pois as condições climáticas são desfavoráveis para a época

 

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