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Água do Rio Madeira já cobre 800 metros da BR-364 entre RO e AC

Água do Rio Madeira já cobre 800 metros da BR-364 entre RO e AC

G1

19/02/2014 - 17h39
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A BR- 364 sentido Porto Velho/Rio Branco tem dois pontos críticos de alagamentos. O primeiro no km 158, com 600 metros de extensão. O segundo fica a 160 km de Porto Velho e atinge 200 metros da BR. De acordo com o inspetor João Bosco Ribeiro, da Polícia Polícia Rodoviária Federal de Rondônia (PRF-RO), a lâmina d’água é de 50 centímetros e, apesar da dificuldade de passagem de veículos, ainda têm condições de trafegabilidade. No entanto, ele alerta que se o Rio Madeira subir mais 5 cm, carros de passeio ficarão impossibilitados de passar. A BR-364 é o único acesso terrestre entre o Acre e Rondônia.

Nesta segunda-feira (19), o nível do Rio Madeira atingiu pela manhã 17,81 metros, um aumento de 4 centímetros em 24h. A marca é considerada histórica já que ultrapassa a maior já registrada em 1997 de 17,52 metros.

O inpetor da Polícia Rodoviária Federal no Acre (PRF-AC), Nelis Newton, disse ao G1 que ainda não há motivos para pânico. "Não há motivos, por enquanto, para gerar pânico na população do Acre. Nós estamos fazendo o acompanhamento, a balsa está passando e os carros de passeio também. Ainda não tivemos nenhuma informação de fechamento da BR-364. Nós estamos em contato direto com a Polícia Rodoviária Federal de Rondônia que passa todas as informações para a gente", informa.

A Polícia Rodoviária Federal de Rondônia confirma a intenção de uma empresa, sediada em Jacy-Paraná (RO), de prestar auxílio remunerado na passagem, por meio de pranchas. Dessa forma, os carros poderiam transpor essas áreas alagadas. “Trata-se de uma empresa credenciada para o transporte de veículos acidentados. Portanto, não podemos intervir”, diz.

Ele não soube informar a respeito dos valores que poderiam ser cobrados no pedágio. As informações foram colhidas por agentes da PRF, às 9h30 desta quarta-feira (19). A balsa sobre o Rio Abunã continua dando condições de travessia.

Antiga Mutum-Paraná 

 

BR-364 região de Porto Velho 

 

Ponte de Araras BR-425 região de Guajará-Mirim 

 

BR-425 Sentido Guajará-Mirim 

 

 

BR-364 após distrito de Jacy Paraná 

 

Distrito de Abunã 

Justiça

Moraes determina emissão de mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro

Pena foi definida no processo do tarifaço contra exportações do Brasil

08/10/2026 20h00

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Divulgação/STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

A medida foi determinada após o ministro mandar executar a condenação de Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi definida no processo que trata do tarifaço do governo de Donald Trump contra as exportações brasileiras.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes do ex-parlamentar.

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

Ao determinar as medidas, Moraes decretou o trânsito em julgado da ação penal em que Eduardo foi condenado pelo STF, ou seja, o fim da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo rejeitou o recurso protocolado pela Defensoria Pública da União (DPU) para anular a condenação.

O ex-deputado não apresentou defesa particular e foi defendido pelo órgão.

Em junho deste ano, o colegiado concordou com a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que há provas para concluir que o ex-deputado articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Além disso, outras medidas, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Abandono e perda do cargo de escrivão 

Em setembro deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição de 21 de setembro do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.
 

Violência na Capital

Homem é morto a tiros dentro de piscina durante festa em Campo Grande

Dois homens em uma motocicleta invadiram espaço de eventos no Jardim Tarumã e abriram fogo contra as vítimas; outra pessoa foi baleada e socorrida pelo Samu.

08/10/2026 19h03

Imagens de câmera de segurança mostram a área da piscina onde um homem foi morto a tiros durante uma confraternização no Jardim Tarumã, em Campo Grande, nesta quinta-feira (8).

Imagens de câmera de segurança mostram a área da piscina onde um homem foi morto a tiros durante uma confraternização no Jardim Tarumã, em Campo Grande, nesta quinta-feira (8). Foto: Reprodução/Câmera de segurança do local.

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Uma festa terminou com um homem morto e outro ferido a tiros na tarde desta quinta-feira (8), no Jardim Tarumã, em Campo Grande. O crime aconteceu por volta das 16h, em um imóvel alugado para uma confraternização.

Dois homens chegaram de motocicleta, entraram no local e começaram a atirar contra as vítimas. Um dos participantes estava dentro da piscina quando foi baleado e morreu no local.

A vítima fatal, que ainda não teve a identidade divulgada, estava na piscina quando foi baleada. Apesar da gravidade da ocorrência, não foram informados, até o momento, quantos disparos atingiram o homem nem se ele era o principal alvo dos criminosos.

Outra pessoa que participava da confraternização também foi atingida pelos tiros. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para prestar socorro e encaminharam a vítima à Santa Casa de Campo Grande. O estado de saúde da pessoa ferida não foi informado.

Policiais são mobilizados após ataque

A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, incluindo agentes do Batalhão de Choque, além de integrantes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil.

Os policiais estiveram no imóvel onde aconteceu o ataque para realizar os primeiros levantamentos sobre as circunstâncias do crime.

Uma equipe funerária também foi acionada para realizar a remoção do corpo da vítima fatal.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identificação dos dois homens que chegaram ao estabelecimento na motocicleta.

Polícia investiga motivação do crime

A Polícia Civil ficou responsável pela investigação do homicídio e das circunstâncias em que a segunda vítima foi baleada.

Entre os pontos que ainda precisam ser esclarecidos estão a motivação dos disparos, a identidade dos envolvidos e a possível relação entre os autores e as vítimas.

Também não foi informado se os suspeitos conheciam as pessoas que participavam da confraternização ou se o ataque foi direcionado a um dos presentes.

Até a divulgação das primeiras informações, não havia confirmação de prisões relacionadas ao caso. As circunstâncias do crime seguem sob investigação.

 

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