Cidades

RECONHECIMENRO

Águas Guariroba é eleita melhor empresa de saneamento do Brasil para trabalhar

É a terceira vez consecutiva que a empresa fica na frente no ranking Lugares Incríveis para Trabalhar 2022, na premiação do Portal Uol

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A Águas Guariroba foi eleita, pelo 3º ano consecutivo, como a melhor empresa de saneamento para se trabalhar em 2022. 

A premiação - realizada pelo portal UOL e Fundação Instituto de Administração (FIA) – foi divulgada na última sexta-feira (9). 

Com este resultado, a Águas Guariroba se mantém no topo do ranking “Lugares Incríveis para Trabalhar”, neste ano.

Essa premiação destaca as empresas brasileiras com os mais altos níveis de satisfação entre os seus colaboradores. 

Este ano a Águas Guariroba também foi premiada como “Mais Incrível em Carreira”, que, neste caso, representa a percepção de crescimento e desenvolvimento profissional por parte dos colaboradores.

A Águas Guariroba concorreu com mais 418 empresas de todo o Brasil, que passaram pela pesquisa de clima organizacional respondida por seus colaboradores. 

Ao todo, cerca de 188 mil trabalhadores responderam perguntas sobre a atuação do CEO e a satisfação dos funcionários com os serviços de Recursos Humanos.

O diretor-presidente da Águas Guariroba, Themis de Oliveira, informou que um dos pilares que norteiam as relações da empresa e seus colaboradores é a inclusão, o respeito e a democratização das oportunidades de crescimento. 

“Cultivamos e apoiamos o desenvolvimento profissional e pessoal de cada colaborador para ao fim sermos, sem falsa modéstia, um celeiro de talentos” avaliou o diretor-presidente.

Para a coordenadora de gestão de pessoas da Águas Guariroba, Eleine da Rocha Barbosa, a percepção de futuro, de construir uma carreira dentro na empresa, vem do clima desenvolvido para o trabalho. 

“As pessoas querem compartilhar histórias e lugares sobre onde se sentem acolhidas e felizes. Eu vejo que a empresa investe muito no desenvolvimento das pessoas, em promover um clima agradável de trabalho, ter liberdade de se expressar e crescer profissionalmente. O conjunto da obra gera essa energia boa e esse movimento de sempre estar dando boas referências da empresa”, analisou Eleine da Rocha Barbosa.

“Falar em carreira é lembrar dos colaboradores que acompanham a empresa e hoje alcançaram posições de liderança na Águas Guariroba. Se a concessionária hoje é reconhecida pelo quesito de carreira, é porque cada colaborador enxerga este potencial de crescimento dentro da empresa”, afirma Gabriel Buim, diretor-executivo da Águas Guariroba.

Um dos destaques da concessionária está na gestão de um plano de carreira estruturado baseado em trilhas de desenvolvimento, considerados pilares a serem seguidos na trajetória profissional, desde cargos de entrada até a alta liderança, como explica gerente de Gestão de Pessoas da Aegea, Caroline Pardo Moura. 

Aegea é a empresa que controla a Águas Guariroba.

“Valorizamos e respeitamos muito as trilhas desejadas, com a qual o colaborador se identifica mais, e é onde observamos transições de carreira. Temos ciclos de feedback que nos proporcionam ferramentas para identificar essas necessidades, tanto da companhia, quanto do colaborador”, explica Caroline Pardo Moura, Gerente de Recursos Humanos da Aegea.

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Saúde

Como será o estudo que vai avaliar canetas para tratamento da obesidade no SUS

O projeto vai avaliar o uso da semaglutida por pessoas com obesidade grave que aguardam cirurgia bariátrica

26/06/2026 21h00

Divulgação

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O Ministério da Saúde iniciou nesta sexta-feira, 26, uma pesquisa que vai avaliar como medicamentos à base de semaglutida podem ser utilizados no tratamento da obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS).

O estudo será realizado pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), em Porto Alegre, e acompanhará 250 pacientes durante dois anos.

"O objetivo é entender como essa medicação pode ser usada dentro do Sistema Único de Saúde e quais são os efeitos e os impactos para os pacientes e para o próprio sistema", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a coletiva.

O projeto vai avaliar o uso da semaglutida por pessoas com obesidade grave que aguardam cirurgia bariátrica. A dose prevista é de até 2,4 mg por semana, no período anterior ao procedimento.

Como será o acompanhamento?

Os pacientes serão acompanhados por dois anos. Além das consultas médicas no ambulatório, o estudo terá uma equipe de pesquisa responsável por aplicar questionários e monitorar diferentes aspectos do tratamento.

"Vamos avaliar a perda de peso, a qualidade de vida, as condições para a cirurgia bariátrica e indicadores clínicos importantes, como os níveis de colesterol e glicose", afirmou durante a coletiva Fernando Anschau, coordenador do Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde do GHC.

O acompanhamento será multiprofissional. Padilha afirmou que os participantes já recebem assistência de médicos, enfermeiros, nutricionistas e psicólogos, além de incentivo à prática de atividade física, e que esse cuidado será mantido durante todo o estudo.

Segundo o ministro, além dos resultados clínicos, os pesquisadores vão observar como os pacientes utilizam a medicação em casa, incluindo armazenamento, aplicação, descarte e possíveis dificuldades durante o tratamento.

O protocolo também prevê o monitoramento contínuo da segurança. Para o ministro, acompanhar possíveis efeitos adversos é uma etapa essencial da pesquisa.

Por que foram escolhidos esses pacientes?

Os 250 participantes já são acompanhados no GHC e têm indicação para cirurgia bariátrica. Eles foram selecionados porque possuem obesidade grave, comorbidades e maior risco clínico.

Na apresentação feita durante a coletiva, o GHC informou que 91% dos pacientes com indicação para bariátrica no hospital têm obesidade mórbida. Além disso, 72% convivem com duas ou mais comorbidades, como hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e depressão. Apenas 47% têm condições clínicas de realizar a cirurgia.

A expectativa do estudo é avaliar se o medicamento pode ajudar esses pacientes a reunir melhores condições para a cirurgia ou, em alguns casos, reduzir a necessidade do procedimento.

O que pode mudar no SUS?

Atualmente, medicamentos à base de semaglutida não estão incorporados ao SUS. A expectativa do Ministério da Saúde é que o estudo produza evidências sobre a eficácia, a segurança e a viabilidade do tratamento na rede pública, subsidiando uma eventual discussão sobre a incorporação dessa tecnologia.

Segundo Padilha, um dos diferenciais da pesquisa será avaliar o uso da medicação em condições reais, acompanhando como os pacientes utilizam o medicamento fora do ambiente hospitalar.

"A nossa expectativa é que, com a introdução dessas medicações de forma controlada no contexto do sistema público de saúde, haja redução de custos no SUS", disse o ministro durante a coletiva.

Anvisa

Anvisa proíbe funcionamento da plataforma de emagrecimento Voy

Com a medida, o site não pode oferecer nem divulgar serviços

26/06/2026 19h00

Site da Voy

Site da Voy Reprodução

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o funcionamento da plataforma de emagrecimento Voy. Com a medida, publicada na edição desta sexta-feira, 26, do Diário Oficial da União, o site não pode oferecer nem divulgar serviços.

A Voy, porém, afirma que tomou as medidas administrativas cabíveis e não há decisão definitiva do órgão, então manterá o funcionamento da página.

Segundo a agência, o site oferece tratamentos e avaliações de saúde personalizados para obesidade e deveria estar registrado como um dispositivo médico.

"Plataformas que realizam a indicação de medicamentos e de suas dosagens se enquadram na categoria de software médico", diz a Anvisa em comunicado.

A empresa responsável pela plataforma, a Revia Gestão de Negócios, também não possui a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), documento exigido pelo órgão para negócios que exercem atividades sujeitas à vigilância sanitária.

O órgão acrescenta que a Revia não está regularizada como farmácia ou drogaria e, portanto, não pode comercializar medicamentos de qualquer natureza.

De acordo com a agência, medicamentos adquiridos fora de farmácias e drogarias que funcionem de forma regular "não têm qualquer garantia de origem, composição e qualidade".

O que diz a Voy?

Em nota, a Voy afirma ter recebido com surpresa a decisão da Anvisa e sustenta que a discussão trata exclusivamente do enquadramento regulatório de um questionário digital e de sua eventual necessidade de registro como software. Segundo a empresa, trata-se de uma questão administrativa, sem relação com a segurança dos pacientes, a qualidade da assistência prestada ou os medicamentos.

A empresa nega comercializar, distribuir ou dispensar medicamentos e afirma que, por esse motivo, não se enquadra nas hipóteses legais que exigem AFE.

A Voy afirma ainda que o processo está em andamento e que não há decisão definitiva da Anvisa sobre o caso. Por fim, diz que as medidas administrativas cabíveis já foram adotadas e, por isso, a plataforma permanece autorizada a operar.

O que é a Voy?

A Voy é uma plataforma digital voltada ao tratamento da obesidade. O serviço funciona de forma remota: o usuário responde a um questionário sobre seu histórico de saúde, que é avaliado por um médico. Quando há indicação clínica, o profissional pode prescrever medicamentos para perda de peso.

Além da consulta médica, a plataforma oferece acompanhamento durante o tratamento e intermedeia o acesso aos medicamentos prescritos por meio de parceiros.

A empresa ganhou espaço no mercado ao oferecer um modelo de atendimento totalmente online para pessoas em busca de tratamento para obesidade, em um momento de crescimento da demanda por medicamentos como semaglutida e tirzepatida.

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