Cidades

Oportunidade

Alunos já podem se inscrever para olimpíada de astronomia e astronáutica

Alunos já podem se inscrever para olimpíada de astronomia e astronáutica

DA REDAÇÃO

17/02/2016 - 13h40
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Alunos de escolas públicas e particulares já podem serem inscritos na 19ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). O objetivo da OBA, segundo a coordenação do evento, é levar “a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”.

Até hoje, a OBA já contou com mais de 7 milhões de participantes. Em 2015, a olimpíada teve a participação de mais de 830 mil estudantes de quase 10 mil escolas de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal, além da colaboração de 64 mil professores. Distribuiu cerca de 46 mil medalhas, 7% a mais do que na edição anterior.

O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos obtidos junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Fique atento, pois a edição desse ano já está com as inscrições abertas. A Olimpíada vai acontecer no dia 13 de maio e é voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio. Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar pelo site (www.oba.org.br).

O prazo para inscrições de escolas que vai até o dia 13 de março e os exames acontecem em fase única no dia 13 de maio de 2016.

As inscrições para novas escolas (isto é, que não estavam inscritas em 2015) vão até 13 de março de 2016 e as escolas que participaram em 2015 já estão cadastradas e não precisam fazer nada, exceto ler as instruções gerais contidas no setor de DOWNLOADS da OBA.

Escolas que estavam inscritas em 2015, mas não participaram só precisam enviar um email para [email protected] para renovar seu cadastro. As inscrições de novas escolas só estão disponíveis em nosso site www.oba.org.br

A olimpíada é dividida em quatro níveis - os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do ensino médio - e a prova é composta por dez perguntas: sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível.

Os melhores classificados na OBA representam o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017. E os participantes dessa edição ainda vão concorrer a vagas nas Jornadas Espaciais, que acontecem em São José dos Campos (SP), onde os participantes recebem material didático e assistem a palestras de especialistas. 

Cidades

Fábrica de brinquedos onde funcionário morreu é condenada pela justiça de MS

Justiça ordenou 15 obrigações e multa diária de R$10 mil a cada infração

24/06/2024 18h45

Fábrica de brinquedos onde funcionário morreu é condenada pela justiça de MS

Fábrica de brinquedos onde funcionário morreu é condenada pela justiça de MS Divulgação: MPT-MS

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A Justiça de Paranaíba determinou que a Gala - indústria de brinquedos e embalagens sediada no município de Aparecida do Taboado, cumpra 15 obrigações na contratação de empresas prestadoras de serviços, terceirizadas e profissionais autônomos. A ação tem como objetivo evitar condutas caracterizadoras de lesões ao meio ambiente de trabalho.

O juiz do Trabalho Marcio Kurihara Inada estabeleceu que a empresa deverá pagar a multa diária no valor de R$10 mil por dever infringido. 

Acidente Fatal

Em 2019, o MPT-MS instaurou inquérito com o propósito de apurar denúncia de acidente fatal ocorrido nas dependências da Gala - na ocasião, o trabalhador J.B.P, prestava serviço terceirizado de terraplanagem e cascalhamento para a indústria de brinquedos, quando, por ordem do empregador direto, ligou a bateria do rolo compactador à bateria de um caminhão de massa asfáltica que estava próximo da parte traseira do rolo.

Devido as inúmeras fraturas extensas, J. B. P. veio a óbito no caminho para a Santa Casa de Campo Grande.Segundo relatório da Superintendência Regional do Trabalho publicado em 2022, sete fatores contribuíram para o acidente fatal, incluindo a falta de qualificação do trabalhador, ausência de análise de riscos e de programas de prevenção adequados.

Após tentativas fracassadas de acordo extrajudicial, o Ministério Público do Trabalho (MPT-MS) ingressou com ação civil pública contra a Gala. A procuradora Juliana Beraldo Mafra destacou a conduta negligente da empresa em relação à segurança e saúde dos trabalhadores terceirizados.

"A Gala reiterou omissivamente em sua conduta contumaz de não acompanhar ou exigir que se cumpra as medidas de segurança e saúde no Trabalho pelas empresas contratadas. Neste sentido, lembra-se o acidente de trabalho fatal sofrido por outro trabalhador terceirizado, o qual faleceu por decorrência de queda ao efetuar a troca do telhado de um galpão da indústria".

Além disso, na ação, ela reforçou as falhas cometidas pela Gala ao contratar empresa que alugou equipamentos com falta de manutenção e por ter admitido funcionário sem treinamento, exames médicos, análise preliminar de serviços, assinatura da carteira de trabalho, dentre outras irregularidades.

Penalidades

Com aproximadamente 1 mil funcionários, segundo dados do Caged 2023, a Gala foi condenada a implementar medidas rigorosas, incluindo o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual pelas empresas contratadas e a suspensão de pagamentos às prestadoras até regularização de eventuais irregularidades.

A sentença também obriga a empresa a informar previamente sobre os riscos ocupacionais aos contratados e a manter um inventário de riscos ocupacionais, com a ressalva de que não serão atingidos os salários dos empregados, nem as contribuições do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. 

Diante da possibilidade de recurso da empresa Gala, o MPT-MS planeja requerer a execução provisória das medidas para garantir o cumprimento imediato das obrigações estipuladas pela Justiça.

SAÚDE

Sobram vagas para exame de Papanicolau em Campo Grande

O exame preventivo é indicado para mulheres de 25 a 64 anos para fazer o diagnóstico do câncer do colo de útero

24/06/2024 18h00

O exame é de graça e está disponível em todas as 74 unidades de saúde da Capital

O exame é de graça e está disponível em todas as 74 unidades de saúde da Capital Foto: Divulgação

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A procura por exames de Papanicolau está baixa em Campo Grande e sobram vagas nas unidades de saúde, que oferecem o procedimento sem custos ao paciente. De acordo com a prefeitura, são disponibilizados 9 mil exames por mês, mas apenas 33% são realizados.

O Papanicolau é de graça e está disponível em todas as 74 unidades de saúde da Capital.

O exame preventivo é indicado para mulheres de 25 a 64 anos, e tem como objetivo detectar alterações nas células do colo do útero. É a principal estratégia para detectar lesões precocemente e fazer o diagnóstico do câncer do colo do útero antes que a mulher tenha sintomas.

De janeiro a maio deste ano, a meta era realizar 45 mil exames, mas foram feitos apenas 13.34. na maioria das vezes a procura foi inferior a 3 mil pacientes por mês, com exceção do mês de abril que registrou 3.006 procedimentos do tipo.

A gerente técnica da saúde da mulher da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), Esthefani Uchôa explica que alguns cuidados devem ser tomados antes do procedimento.

“Não ter relação sexual dois dias antes do exame, não usar duchas ou medicamentos vaginais e não estar menstruada”, pontua.

Mulheres grávidas podem se submeter ao papanicolau sem prejuízo à saúde do bebê.

Onde fazer o exame

Para fazer o Papanicolau, é necessário fazer o agendamento on-line.

Basta acessar o site disponibilizado para o agendamento, preencher o CPF, concordar oncordar com os termos do agendamento, e em seguida escolher a unidade de saúde, a data e o horário.

O exame é feito da seguinte maneira:

  • Para a coleta do material é introduzido um espéculo (chamado de bico de pato);
  • O médico observa o colo do útero e o interior da vagina;
  • O profissional provoca uma pequena escamação no colo do útero;
  • As células colhidas são colocadas numa lâmina que vai para a análise do laboratório.

Câncer do colo do útero

O câncer do colo do útero é segundo tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil, atrás apenas do melanoma. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima 17 mil novos casos por ano da doença no país.

 

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