Cidades

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Amigos lamentam morte de Adriano Praça, integrante do Grupo Acaba

A partida do músico é apontada por amigos como uma perda inestimável para a cultura do Estado

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Amigos do músico e professor Adriano Praça, que foi integrante do Grupo Acaba por 40 anos, lamentaram, por meio das redes sociais, nesta sexta-feira (6), na Santa Casa de Campo Grande.

A causa da morte não foi divulgada assim como não divulgaram informações do velório e sepultamento. Nas redes sociais, amigos se despediram de Praça, musicista conhecido pelo domínio da flauta e do saxofone.

Em um recorte de vídeo que circula na internet, ele relata a militância do Grupo Acaba, que assumiu uma postura ativista em defesa do Pantanal, comenta sobre o movimento pelas Diretas Já e outros episódios que marcaram o país.

“A gente viveu muitas situações interessantes, mas, de qualquer forma, tristes, porque a gente teve que ir à rua, levamos muita gente à rua por conta do desastre ecológico que aconteceu na época: derrame de vinhoto, uma mortandade de peixe, de curimba. Vivemos momentos importantes das Diretas Já, do impeachment de Collor, coisas que mudaram o Brasil, e a gente sempre fazendo nosso caminho”, contou Adriano Praça.

 

Reprodução Redes Sociais

Despedida

“Que notícia triste. Um dos homens mais inteligentes que já conheci, Adriano Praça. A família que sempre me acolheu junto de ti, a confraria do choro que eu amava, trabalhar, dançar e rir. "Que Deus te receba de braços abertos e com muita música boa. Descanse em paz, Adriano, e que Deus conforte o coração de todos”, escreveu uma amiga.

“O Quarteto Samba Choro se despede desse excepcional amigo. A música sul-mato-grossense perde mais um dos grandes. Siga em paz”, diz outra mensagem.

O Memória Fonográfica de Mato Grosso do Sul também manifestou nota de pesar:

“Com profundo pesar, o Memória Fonográfica do MS se despede do talentoso instrumentista Adriano Praça. Sua sensibilidade musical foi fundamental para dar alma às gravações que preservamos, e sua paixão pela cultura sul-mato-grossense deixa um legado eterno em nosso acervo. Nossos sentimentos à família e amigos. Seu som permanecerá para sempre em nossa memória.”


 

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DOURADOS

Estelionatária tenta fugir da polícia após prometer crédito imobiliário de R$ 200 mil

A vítima queria comprar uma casa que viu nas redes sociais e entrou em contato com a administradora. Após pagar R$ 15 mil de entrada, não teve mais respostas da autora do crime

06/02/2026 16h32

A confusão começou após a vítima de 46 anos, repreender o filho por supostamente ter agredido e ofendido uma professora

A confusão começou após a vítima de 46 anos, repreender o filho por supostamente ter agredido e ofendido uma professora Dourados News

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Uma mulher de 26 anos, vítima de estelionato, em Dourados, identificou a autora que lhe aplicou o golpe e informou os policiais sobre sua localização. Ela conta que adquiriu um crédito imobiliário junto à empresa D.C. Empreendimentos, de propriedade de Diliana Coronel Mendes, com sede no bairro Jardim Central.

A vítima esclarece que em dezembro visualizou um imóvel à venda nas redes sociais, oportunidade em que entrou em contato com a administradora. Disse que tinha um veículo e iria colocar à venda, desta forma, queria fazer uma simulação.

Em contrapartida, Diliana disse que fez a simulação e foi aprovado um crédito de R$ 200 mil. Então, o contrato foi feito em nome da empresa ADECON, onde a vítima pagou R$ 15 mil, divididos em dois pagamentos: um no valor de R$ 9.000 e outro de R$ 6.000 à empresa D.C. Empreendimentos LTDA.

Após ter feito o pagamento, passaram-se 15 dias, período em que tentou entrar em contato com Diliana, porém não teve mais respostas. Diante dos fatos, a mulher entrou em contato com as empresas que constam no contrato, sendo elas: ADECON, Alpha Consórcio e Previsul Segurados. O contrato, porém, não constava no sistema dos três empreendimentos e, inclusive, a vítima foi informada que Diliana não prestava mais serviços em nome destas. 

A mulher esclareceu às autoridades policiais que Diliana continua atuando no mercado imobiliário sem o respaldo das empresas em questão. 

Nesta sexta-feira (6), a vítima localizou a pessoa com quem fez o negócio, que estava no escritório de uma das empresas, e quando os policiais chegaram para conversar com Diliana, a mesma correu para os fundos do imóvel, sendo dado voz de abordagem.

Porém, a mulher pulou uma janela e, em seguida, um muro, invadindo uma residência vizinha. A polícia cercou -a e detiveram a autora do crime.

Em conversa com os policiais, Diliana relatou que fugiu do local porque ficou com medo e por não ter mais o dinheiro para devolver para a vítima.

A autora foi entregue à DEPAC/Dourados para serem tomadas as providências cabíveis.

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Vila Entroncamento

Polícia fecha carvoaria clandestina em Campo Grande

Foram apreendidas 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão

06/02/2026 16h15

Foto: Divulgação / Polícia Civil

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A Polícia Civil fechou uma carvoaria que funcionava clandestinamente há 15 dias na Vila Entroncamento, em Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat), os policiais foram recebidos no último dia 3 pelo proprietário Jeferson Ferreira Caetano Sabino, 36 anos, que informou ter iniciado as atividades no local há aproximadamente duas semanas. 

Segundo o B.O, Sabino declarou ainda que havia dado entrada na Junta Comercial para registro da empresa denominada JR Carbonização Ltda., mas que, apesar de não possuir licenças e alvarás de funcionamento, decidiu iniciar a operação de funciomento sem toda a documentação necessária para realizar o trabalho. Na ocasião, foi orientado a suspender as atividades até que a situação fosse devidamente regularizada, ordem não acatada pelo proprietário. 

Diante da recusa em suspender o funcionamento, Jeferson Sabino e seu ajudante Alex Sandro Borges, de 44 anos foram levados até à sede da Decat e autuados por crime ambiental. Além disso, a polícia apreendeu 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão. 

Foto: Divulgação / Polícia Civil 

"O senhor Jeferson foi conduzido até esta unidade policial, sem algemas, no banco traseiro da viatura, juntamente com de seu encarregado Alex Sandro Borges, porque foi advertido e insistiu no funcionamento. A equipe da pericia foi acionada e compareceu ao local. No local foram apreendidas 800 sacas de casca de coco cruas e 120 sacas caronizadas, material este que e utilizado para fabricação de carvão", traz trecho do boletim de ocorrência. 

A dupla foi autuada por poluição ambiental e condenada e condenada a pagar R$ 4,8 mil para ser liberada. O material utilizado para a produção de carvão foi confiscado pela polícia. 

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