Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

OBRAS PARADAS

Apenas 15% do orçamento autorizado pelo PAC neste ano foi liberado em MS

Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Associação Contas Abertas
19/08/2015 16:10 - MARESSA MENDONÇA


Das 19 ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Mato Grosso do Sul que tiveram orçamento autorizado para 2015, apenas 10 receberam recursos este ano. Os dados fazem parte de um levantamento da Associação Contas Abertas divulgado nesta quarta-feira (19) e apontam que os restos a pagar somam R$ 231 milhões para o Estado.

Conforme o estudo, o orçamento autorizado para este ano foi de R$ 317.933.331,00, para execução de obras como construção de anel rodoviário na BR-060, BR-163 E BR-262 em Campo Grande, Implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) e manutenção de trechos rodoviários, mas deste total, apenas R$ 48,6 milhões foram liberados, o que corresponde a 15% do total autorizado.

As ações que receberam a maior parte do orçamento autorizado para este ano foram a construção, reforma e reaparelhamento de aeroportos e aeródromos de interesse regional no estado de MS, com total de R$ 1,7 mi e a manutenção de de trechos rodoviários no Estado de Mato Grosso do Sul e no Centro Oeste que, receberam R$ 5,9 mi e 37,8 milhões, respectivamente. 

Para a ONG, o levantamento "demonstra a dificuldade do governo para executar o ajuste fiscal que visa equilibrar as contas nacionais. Até agora, o corte de gastos tem atingido de forma mais pesada os investimentos – essenciais para a geração de emprego e renda no país". 

Segundo eles, "os problemas estão espalhados por diversas áreas e incluem obras significativas para a vida da população. Entre elas as de manutenção e adequação de estradas" e o  Departamento Nacional de Infraestrutura Rodoviária (Dnit) tem sido um dos mais afetados pelo corte de gastos. No total, o departamento tem 134 obras no PAC sem nenhum pagamento neste ano. 

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.