Cidades

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Banco Central emite alerta sobre golpes que mostram dinheiro a receber

O golpista afirma, por meio de mensagens, que a pessoa possui valores para serem recebidos via pix

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O Banco Central (BC) emitiu um alerta sobre golpes relativos ao Sistema Valores a Receber (SRV) o qual é uma ferramenta que mostra se existe algum dinheiro a ser recebidos de bancos ou outras instituições. 

O cuidado deve ser redobrado para o recebimento de mensagens via aplicativos de mensagens. Nesses casos, o golpista afirma que a pessoa que valores a receber, como heranças, dinheiro esquecido em bancos em contas poupanças ou corrente, entre outras modalidades. 

Dessa forma, o golpista envia um link para ser clicado e supostamente o consumidor receberá os valores por pix. Porém, conforme o Banco Central, esses links, roubam as senhas do consumidor em redes sociais e pode instalar vírus e programas espiões no aparelho celular. 

O Banco Central informa que ao receber mensagens com esse tipo de conteúdo, se trata de um golpe. As informações oficiais sobre valores a receber e a consulta do SVR são divulgadas apenas no site e nas redes oficiais do BC, e jamais por aplicativos de mensagens ou SMS.

Somente a instituição que aparece no Sistema de Valores a Receber é que pode te contatar e nunca vai pedir qualquer tipo de senha.

Até o momento as consultas ao Sistema estão suspensas. Não há risco de perder os valores, pois eles continuarão guardados pelas instituições financeiras. Segundo o Banco Central, será divulgado em breve a data de reabertura do sistema para novas consultas e resgate dos saldos existentes e informações sobre valores de falecidos.

SVR 

O Sistema de Valores a Receber (SVR) mostra se o consumidor possui algum dinheiro a receber em bancos e em outras instituições.

É possível consultar valores de: conta corrente ou poupança encerradas com saldo disponível, tarifas cobradas indevidamente e que aparecerem em acordo assinado com o BC, parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas indevidamente e que aparecerem em acordo assinado com o BC, cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito, e recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados. 

Justiça

AGU reitera ação para obrigar Discord a proteger usuários

Medidas propostas pela plataforma foram consideradas genéricas

21/09/2026 21h00

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira (21) novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

A plataforma foi consultada. O espaço está aberto para manifestação.

Tragédia no Trânsito

Ônibus atropela e mata criança de 11 anos em Campo Grande

Menino estava de bicicleta quando ocorreu o acidente no bairro Zé Pereira; vítima de 11 anos chegou a ser atendida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.

21/09/2026 19h29

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande.

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. Foto: Reprodução.

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Uma criança de 11 anos morreu após ser atropelada por um ônibus na tarde desta segunda-feira (21), no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. O acidente ocorreu na Rua Sagarana e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e forças de segurança.

A morte da criança foi confirmada pela mãe do menino à Polícia Militar. A equipe do Samu permaneceu no local durante o atendimento à vítima, que sofreu ferimentos graves após ser atingida pelo veículo.

Inicialmente, as informações apontavam que o menino havia sido socorrido em estado grave e inconsciente e seria encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande. No entanto, posteriormente, foi confirmada a morte da criança.

Como aconteceu

Conforme as informações preliminares, o menino estava de bicicleta e havia saído da escola quando ocorreu o acidente. Durante o trajeto pela Rua Sagarana, no bairro Zé Pereira, a criança teria se envolvido em uma colisão com o ônibus e acabou sendo atropelada.

Com o impacto, o veículo teria passado sobre uma das pernas do menino. Durante o atendimento, também foram constatados ferimentos graves, entre eles um corte profundo na perna esquerda e uma perfuração no pulmão.

A criança chegou a precisar de procedimentos de emergência realizados pela equipe médica.

O Samu permaneceu por cerca de 40 minutos no local durante as tentativas de atendimento. Apesar dos esforços das equipes de socorro, a criança não resistiu aos ferimentos.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e acompanharam a ocorrência. A perícia e a Polícia Civil também foram chamadas para os procedimentos necessários e para apurar as circunstâncias do atropelamento.

O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro. A dinâmica exata do acidente, incluindo como ocorreu o contato entre a bicicleta e o coletivo, deverá ser esclarecida pela investigação.

A ocorrência aconteceu na Rua Sagarana, região do bairro Zé Pereira. O local foi preservado para o trabalho das equipes responsáveis pela apuração do acidente.

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