Cidades

fronteira escancarada

Bolívia entope Brasil de cocaína e PF apreende mais 700 quilos

Esta é a segunda grande apreensão da droga, em menos de um mês, em MS.

DA REDAÇÃO

17/12/2014 - 00h00
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Com a fronteira escancarada, traficantes da Bolívia estão entupindo o Brasil de cocaína, despejando no País volumes cada vez maiores do entorpecente. A linha fronteiriça a partir de Corumbá continua sendo o ponto mais vulnerável, uma porteira aberta aos narcotraficantes, que não se limitam mais às pequenas remessas por automóveis ou ônibus, partindo para os grandes carregamentos. Ontem, por exemplo, agentes da Polícia Federal interceptaram, no fim da manhã, uma carga com pouco mais de 700 quilos da droga boliviana. O fato foi registrado por volta das 11 horas, já na BR-262, na altura do Indubrasil. A remessa, se considerado o destino, poderia chegar a cerca de R$ 10,5 milhões. 

Este é a segunda grande apreensão do entorpecente, em menos de um mês, em Mato Grosso do Sul, pela Polícia Federal. A anterior  aconteceu em novembro, na região de Paranaíba, onde também foram barrados 700 quilos da mesma droga.

Segundo informações divulgadas na tarde de ontem, pela Superintendência Regional da PF, em Campo Grande, em decorrência de minucioso trabalho de investigação, agentes da Delegacia de Entorpecentes dirigiram-se à BR-262 e, na altura do Indubrasil, abordaram uma carreta Scania branca, procedente de Corumbá. Depois de um rápido interrogatório do motorista, que viajava sozinho, e revista na carga de ferro-gusa que o veículo transportava, os federais encontraram centenas de tabletes de cocaína, que pesaram pouco mais de 700 quilos.

A reportagem, de Thiago Gomes, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Tráfico

Apreensão de 48 toneladas de maconha no Rio é a maior da história

Apreensão supera recorde, que era de carreta de soja que levava 36 toneladas em MS

08/04/2026 18h18

Droga estava escondida no complexo da Maré

Droga estava escondida no complexo da Maré Divulgação

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro apreendeu 48 toneladas de maconha, avaliadas em torno de R$ 50 milhões, em operação na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 7.

De acordo com a corporação, é a maior apreensão de drogas do Brasil. O recorde anterior ocorreu em 2021, quando a Polícia Militar Rodoviária (PMR) localizou 36,5 toneladas de maconha escondidas em uma carreta de soja no estado de Mato Grosso do Sul.

A maconha foi localizada com o auxílio de cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães (BAC). Também foram apreendidos cinco fuzis, quatro pistolas, 26 veículos roubados, e um suspeito acabou preso.

Segundo a polícia, os militares localizaram um contêiner utilizado por traficantes para o armazenamento de drogas. No local, foram apreendidos frascos e cerca de 200 litros de lança-perfume, além de materiais usados na produção da substância.

Após horas de varredura nas comunidades, as equipes do Batalhão de Ações com Cães observaram a mudança de comportamento do pastor belga em uma construção, e encontraram um bunker do tráfico com mais de 24 mil tabletes de maconha, cada um com aproximadamente dois quilos. A contabilidade das drogas ocorreu durante toda a madrugada desta quarta-feira, 8.

A ação teve como “principal objetivo reprimir roubos de veículos de passeio e de cargas na região”, disse a PM sobre a operação que contou com o apoio de viaturas e aeronaves blindadas.

O órgão afirmou que a ação ocorreu nas comunidades da Nova Holanda e do Parque União e mobilizou cerca de 250 policiais militares de batalhões ligados ao Comando de Operações Especiais (COE), como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), o Batalhão de Ações com Cães (BAC), o Batalhão Tático de Motociclistas (BTM), o Grupamento Aeromóvel (GAM) e o 22º BPM (Maré).

Novo conceito

Campo Grande quer integrar saúde, CRAS, Procon e esporte em um único local

Local, que recebeu o nome de "Convive" da prefeitura de Campo Grande atenderá 650 pessoas por dia e deve ter investimento de R$ 13,7 milhões e ficará no Jardim Morenão

08/04/2026 17h52

Centro comunitário será feito no Jardim Morenão, em Campo Grande

Centro comunitário será feito no Jardim Morenão, em Campo Grande Divulgação

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Um novo centro comunitário, voltado ao atendimento da população com serviços de saúde e lazer foi projeto pela prefeitura de Campo Grande. O municipio informou que o Centro Comunitário pela Vida (Convive) é um projeto que “busca ampliar o acesso da população a serviços essenciais e fortalecer a convivência na comunidade”. 

A estrutura foi planejada para atender até 650 pessoas por dia, reunindo diferentes tipos de atendimento em um único local.

A proposta é facilitar o acesso dos moradores a serviços públicos sem a necessidade de deslocamento para outras regiões da cidade.

A prefeitura pretende investir R$ 13,7 milhões para tirar o novo centro comunitário do papel, mas ao ser perguntada sobre prazos, pelo Correio do Estado, não informou. O local será instalado no Jardim Morenão, em Campo Grande. 

O objetivo é integrar em um mesmo ambiente atendimentos do setor de assitência social e defesa do consumidor, com unidades dos CRAS (Centro de Referência em Assitência Social) e Procon (defesa do consumidor). 

O local também terá um espaço exclusivo para atender mulheres, e receberá o nome de “Convive”, que ainda terá biblioteca, área de informática e auditório.

Para além disso, o “Convive” terá áreas de lazer e esporte, com quadra poliesportiva, campo para futebol society, piscina e parquinho. “A proposta é oferecer opções para diferentes faixas etárias, promovendo convivência e qualidade de vida”, informou.

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