Cidades

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Bolsonaro e irmão acertam a quadra da Mega da Virada em bolão

O valor da quadra é de R$ 216,76 e será dividido entre os participantes do bolão

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Irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o pré-candidato a deputado federal Renato Bolsonaro (PL-SP) afirmou que os dois acertaram a quadra da Mega da Virada em um bolão da família. O valor da quadra é de R$ 216,76 e será dividido entre os participantes do bolão.

"Esse ano fizemos o bolão em três, e não podia deixar meu irmão (Jair, que está preso) de fora", escreveu no Instagram. No jogo, Renato apostou no 22, número do PL, partido do ex-presidente, mas a dezena não foi sorteada. Dessa vez não saiu 22, mas em 2026 pode anotar que o 22 vai ganhar."

Entre as dezenas sorteadas está o 13, número de urna do Partido dos Trabalhadores (PT) e, portanto, usado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, adversário político de Bolsonaro.

Em publicação no Instagram, Renato disse que sempre organiza a aposta com o irmão, o cunhado e um outro homem. Renato afirmou ainda que o grupo também havia acertado a quadra no ano passado.

A Caixa Econômica Federal realizou nesta quinta-feira, 1.º, o sorteio da Mega da Virada 2025. O concurso 2955 teve prêmio total de R$ 1.091.357.286,52, o maior já anunciado pelas Loterias Caixa. As dezenas sorteadas foram 59, 21, 32, 13, 33 e 09. A quadra do bolão da família Bolsonaro foi composta pelos números 13, 21, 32 e 59. No total, 308.315 bilhetes marcaram a quadra.

No mesmo dia do sorteio, Jair Bolsonaro recebeu alta médica e deixou o Hospital DF Star. Em seguida, foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília, para dar continuidade ao cumprimento da pena de 27 anos de prisão. Ele foi condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado articulada durante seu governo, em 2022.

Quem é Renato Bolsonaro

Irmão mais novo de Jair Bolsonaro, Renato recebeu do PL a tarefa de manter viva a força da legenda no Estado de São Paulo. Como mostrou o Estadão, o partido decidiu antecipar a pré-campanha dele e escalou um marqueteiro exclusivo para cuidar de sua imagem.

Renato tem percorrido o interior paulista e herdou o número 2222, antes usado por um dos filhos do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O histórico dele, porém, joga contra: das oito eleições que disputou, Renato venceu apenas uma, para vereador em Praia Grande, há quase três décadas

A principal preocupação do bolsonarismo em São Paulo é encontrar alternativas para substituir os campeões de votos de 2022: Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro, Ricardo Salles e Guilherme Derrite. Os quatro somaram mais de 2,5 milhões de eleitores, mas não devem concorrer à Câmara pelo PL em 2026.

CRIME

Homem que tentou estuprar policial diz ter saído para "arrumar mulher" porque esposa está grávida

A vítima fazia caminhada quando foi surpreendida pelo suspeito

02/01/2026 16h00

A vítima, de 42 anos, é escrivã da Polícia Civil e realizava sua primeira atividade física do ano quando foi surpreendida pelo agressor

A vítima, de 42 anos, é escrivã da Polícia Civil e realizava sua primeira atividade física do ano quando foi surpreendida pelo agressor Gerson Oliveira

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O homem de 24 anos preso por tentar estuprar uma mulher durante uma caminhada na Avenida Rita Vieira de Andrade, no bairro Universitário, em Campo Grande, afirmou à Polícia Militar que saiu de casa com a intenção de “arrumar uma mulher para ter relação sexual”, mesmo tendo deixado a esposa grávida e um filho na residência.

A declaração foi revelada pelo subcomandante do Batalhão de Choque, Cleyton da Silva Santos, durante coletiva na manhã desta sexta-feira (2). Segundo ele, o próprio suspeito admitiu que tinha plena consciência de que cometia um crime ao abordar a vítima.

“Ele falou que tinha consciência do que estava fazendo, que a esposa estava em casa, grávida, e que saiu com a intenção de arrumar uma mulher para manter relação sexual. A alternativa que ele encontrou foi tentar cometer essa violência contra uma mulher que fazia atividade física”, destacou o subcomandante.

A vítima, de 42 anos, é escrivã da Polícia Civil e realizava sua primeira atividade física do ano quando foi surpreendida pelo agressor. Inicialmente, ela acreditou se tratar de um roubo e tentou entregar o celular, mas o homem deixou claro que não queria o aparelho, e sim que ela o acompanhasse até uma área de mata próxima.

Sob ameaça de uma faca de cozinha, o suspeito tentou arrastá-la em direção a um terreno baldio. A ação foi interrompida por um policial militar do Batalhão de Choque que estava de folga e passava pelo local com familiares, retornando de um culto religioso.

O agente, identificado como soldado Guedes, percebeu a movimentação suspeita, parou o veículo e tentou abordar o homem, que ao ser confrontado largou a faca e tentou fugir para uma área de mata. Ele foi alcançado e contido com o apoio de populares que transitavam pela região.

Com o suspeito, foram apreendidos um gel lubrificante para relações sexuais e uma motocicleta Honda Fan utilizada na tentativa de fuga. Conforme o Batalhão de Choque, o homem não utilizava roupa íntima, não apresentava sinais de embriaguez ou uso de drogas e se mostrava consciente e orientado no momento da prisão.

O subcomandante reforçou que, embora o autor não tenha passagens anteriores por crimes semelhantes, o modo de agir levanta alertas sobre a possibilidade de que não se trate de um fato isolado.

“Pelo modo como ele saiu de casa, sem roupas íntimas e com gel no bolso, isso acende um alerta se realmente foi a única vez que ele tentou agir dessa forma”, afirmou.

O homem segue preso na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), onde permanece à disposição da Justiça.

Diante do caso, a Polícia Militar informou que tem intensificado o policiamento em regiões utilizadas para caminhadas e corridas, especialmente nos períodos da manhã e do fim da tarde. A orientação é que a população evite locais ermos, busque realizar atividades físicas acompanhada e prefira espaços com maior circulação de pessoas.

“Qualquer um poderia ter sido a vítima. Esposas, filhas, namoradas. Infelizmente, é o tipo de situação que pode acontecer com qualquer pessoa”, concluiu o subcomandante.

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clandestinidade

Supostos motoristas de aplicativo são autuados por transporte irregular de passageiros

Motoristas se apresentavam como condutores de aplicativo, mas não comprovaram vinculação com nenhuma plataforma ativa e tiveram veículos apreendidos

02/01/2026 15h01

Código de Trânsito proíbe transporte remunerado de passageiros sem licenciamento ou autorização e motoristas foram autuados

Código de Trânsito proíbe transporte remunerado de passageiros sem licenciamento ou autorização e motoristas foram autuados Foto: Divulgação / Agetran

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Operação realizada nas imediações de Rodoviária de Campo Grande para coibir transporte irregular de passageiros flagrou motoristas realizando trabalho clandestino como condutores de aplicativos, sendo apreendidos dois veículos.

De acordo com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), foram feitas abordagens em dias distintos a pessoas que se apresentavam como motoristas de aplicativos, mas que não conseguiram comprovar a vinculação a plataformas de transporte legalmente ativas.

Ao todo, foram realizadas duas ações de fiscalização, resultando na apreensão de dois veículos, cujos condutores foram flagrados realizando transporte clandestino de passageiros.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no artigo 231, inciso VIII, dispõe que é infração gravíssima transitar com o veículo efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens, sem o licenciamento ou autorização adequada, como táxis ou aplicativos irregulares.

Desta forma, os motoristas flagrados realizando o serviço clandestino foram autuados e tiveram os veículos removidos, conforme medida administrativa prevista na lei. O valor base de uma multa gravíssima é R$ 293,47 e eles também perdem 7 pontos na carteira nacional de habilitação (CNH).

Ainda segundo a Agetran, as ações de fiscalização serão intensificadas ao longo de 2026, com foco em combater a clandestinidade no transporte de pessoas, para garantir a segurança da população.

As operações têm caráter preventivo e visam reduzir a ocorrência de sinistros de trânsito, considerando que o transporte irregular não é submetido a processos de fiscalização, controle técnico ou acompanhamento por parte do poder público.

"Além dos riscos viários, essa prática expõe os usuários a situações de vulnerabilidade, como furtos, roubos e outras ocorrências, uma vez que envolve veículos sem identificação adequada e condutores cuja procedência, capacitação e habilitação não são devidamente comprovadas, comprometendo a segurança dos passageiros", diz a prefeitura, em nota.

A Agetran afirma ainda que não serão divulgados detalhes adicionais sobre as operações para não comprometer o "planejamento e a efetividade das ações de fiscalização em andamento".

O órgão orienta que a população não utilize transporte irregular e a opte por meios de transporte regulamentados por lei, que passam por fiscalizações periódicas, garantindo maior segurança.

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