Cidades

SAÚDE

Campo grande registra dois novos casos de Varíola dos Macacos

Além da Capital, a SES notificou mais uma ocorrência da doença em Itaquari, a primeira no interior

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Em boletim epidemiológico divulgado neste sábado (6) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram confirmados dois novos casos de Varíola dos Macacos (monkeypox) em Campo Grande. 

Atualmente segundo os dados da SES, oito casos da doença foram confirmados em Mato Grosso do Sul, sendo sete registros em Campo Grande e o primeiro caso no interior situado em Itaquirai. 

Ao todo são 26 notificações de varíolas dos macacos desde maio no Estado, com 11 casos sob suspeita e sete descartados.

O principal sintoma da doença é a erupção cutânea que são manchas vermelhas na pele e feridas, presente em todos os casos registrados no Estado. Outros sintomas da doença são a Febre e a adenomegalia, inchaço que surge no pescoço.

Segundo a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), ainda não há tratamentos específicos para o vírus da varíola dos macacos. A atenção clínica deve amenizar ao máximo os sintomas para prevenir sequelas em longo prazo. 

Vírus

A Monkeypox, também conhecida como varíola dos macacos, é uma doença causada pelo vírus Monkeypox, que infecta roedores na África, com os macacos se tornando hospedeiros acidentais, assim como o ser humano. 

Até maio de 2022, todos os surtos da Monkeypox estavam restritos ao continente Africano, porém a doença se espalhou pelo mundo e atualmente apresenta transmissão comunitária em vários países. No Brasil 800 casos já foram confirmados.

Transmissão

A varíola dos macacos é transmitida principalmente por contato direto ou indireto com sangue, fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de animais infectados. 

A transmissão de pessoa a pessoa pode acontecer por contato próximo com secreções infectadas das vias respiratórias ou objetos contaminados. Ela ocorre principalmente por gotículas respiratórias. 

A enfermidade também é transmitida por inoculação ou através da placenta (varíola dos macacos congênita). Não há evidência de que o vírus seja transmitido por via sexual.

Saiba

O primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul foi notificado na data de 15 de julho.

O caso confirmado era referente a um homem de 41 anos de idade, morador de Campo Grande.

Segundo as informações da SES, este homem apresentou sintomas como febre, adenomegalia (ínguas), erupção cutânea (feridas) na pele e na genitália.

Ainda conforme a SES, a doença se manifestou no paciente no dia 29 de junho de 2022, após ele ter viajado para São Paulo entre os dias 16 e 19 de junho.

O paciente ficou em isolamento domiciliar, sem necessidade de hospitalização.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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