Cidades

FLEXIBILIZAÇÃO

Para atender comércio, Capital terá dois toques de recolher nesta semana

Nesta segunda e terça-feira toque de recolher é das 21h às 5h; de quarta-feira à domingo toque é das 22h às 5h

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Por conta do Dia das Mães, Campo Grande tem dois horários de toque de recolher nesta semana. Nesta segunda-feira (3) e terça-feira (4), o toque de recolher na Capital é das 21h às 5h.

Já na quarta (5), quinta (6), sexta-feira (7), sábado (8) e domingo (9), o horário será das 22h às 5h. 

O objetivo da flexibilização é atender pedidos de segmentos do comércio, que poderão ficar uma hora a mais abertos nas vésperas do Dia das Mães.

Últimas notícias

De 5 à 9 de maio, Campo Grande estará na bandeira laranja do mapa de Saúde e Segurança na Economia (PROSSEGUIR), o que indica grau de risco médio da Covid-19. Atualmente a Capital está na bandeira vermelha, que representa grau alto.

Em 10 de maio, Campo Grande volta para a bandeira vermelha, com toque de recolher das 21h às 5h. A bandeira do PROSSEGUIR será atualizada novamente em 12 de maio.

Considerados como atividade essencial, praças e parques continuam a funcionar das 5h às 20h na Capital. 

O secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, se mostra contrário ao afrouxamento do toque de recolher na Capital.

"Nós da secretaria estadual de Saúde somos contra a qualquer medida de flexibilização porque vamos ter repercussão 14 dias depois. Pode haver novamente o acréscimo no número de casos", alerta.

Na Operação Toque de Recolher, uma força-tarefa que une a Guarda Civil Metropolitana (GCM), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Secretaria Municipal de Saúde (SESAU) e Polícia Militar (PMMS) faz a ronda durante noturna durante o toque de recolher em Campo Grande.

Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SEMADUR) também entram na lista.

Medidas restritivas

Como forma de conter a pandemia e frear o contágio do vírus da Covid-19, o governo do estado de Mato Grosso do Sul e a Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG) adotaram medidas restritivas, como:

  • Toque de recolher 
  • Obrigatório uso correto de máscara;
  • Obrigatório disponibilização de álcool gel;
  • Distanciamento social obrigatório de 1,5m de uma pessoa à outra;
  • Limitação de atendimento ao público de, no máximo, 50% da sua capacidade instalada e
  • Proibição de realização de eventos, reuniões, festas em salões ou espaços públicos com mais de 50 pessoas.

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MATO GROSSO DO SUL

Morenão pode mudar de nome e ser concedido por até 35 anos

UFMS entrega gestão ao Estado, que poderá explorar estádio comercialmente e planeja parceria com iniciativa privada

06/04/2026 11h00

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Estádio Universitário Pedro Pedrossian, o Morenão, pode passar por uma mudança histórica que vai além da reabertura, o nome do principal palco do futebol sul-mato-grossense pode ser alterado nos próximos anos.

A possibilidade surge após a formalização da cessão do espaço pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) ao Governo do Estado, que passa a ter autorização para administrar, reformar e explorar comercialmente o complexo.

O termo de cessão prevê, entre outros pontos, a possibilidade de negociação de naming rights, modelo em que empresas pagam para associar suas marcas ao nome de arenas esportivas. Na prática, isso abre caminho para que o Morenão ganhe uma nova denominação em caso de concessão à iniciativa privada.

O acordo também permite ao Estado explorar economicamente o espaço, incluindo bares, camarotes, estacionamento, publicidade e eventos. Toda a receita gerada ficará com o governo estadual ou com parceiros privados, sem participação financeira da UFMS.

A cessão tem caráter oneroso, mas sem repasse direto de recursos. Em vez disso, o Estado assume a obrigação de investir na recuperação e manutenção do estádio, além de arcar com custos como energia, água, segurança e conservação.

Fechado desde 2022, o Morenão depende de uma série de intervenções para voltar a operar. O governo já anunciou investimento inicial de R$ 16,7 milhões para reformas emergenciais, que incluem melhorias em banheiros, adequações elétricas e medidas de segurança e acessibilidade.

Além da reabertura, o plano do Estado é mais amplo. O termo estabelece que, até julho de 2028, deverão ser concluídos estudos de viabilidade para concessão do estádio. Caso o modelo avance, a gestão poderá ser transferida à iniciativa privada por até 35 anos.

A concessão deve envolver não apenas o futebol, mas também a realização de shows e grandes eventos, dentro de uma proposta de transformar o Morenão em um espaço multiuso. A ideia é atrair investimentos que, segundo o próprio governo, podem chegar a centenas de milhões de reais.

Apesar das mudanças, a propriedade do estádio continua sendo da UFMS. O documento também mantém a obrigação de uso para atividades de interesse público e preserva estruturas como o Museu da Ciência e Tecnologia e o Parque da Ciência, que ficam fora da cessão.

Na prática, o acordo resolve um impasse que travava a utilização do estádio nos últimos anos, ao permitir que o Estado assuma a gestão e avance com reformas. Por outro lado, abre discussão sobre o modelo de exploração do espaço e a possível descaracterização de um dos principais símbolos esportivos do Estado.

Entre a retomada das atividades e a possibilidade de mudança de nome, o futuro do Morenão passa a depender, agora, da capacidade do governo de executar as obras e atrair investidores interessados no projeto.

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AULA DE DANÇA

Prefeitura abre inscrições para oficina gratuita de dança

Aulas acontecerão durante as quintas-feiras de abril e serão ensinados os ritmos de forró e chamamé

06/04/2026 10h45

Divulgação

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Durante o mês de abril, a Prefeitura de Campo Grande irá promover oficinas de forró e chamamé. Serão quatro encontros, todas as quintas-feiras a partir dessa semana, das 16h às 18h e aberto para todos os público, porém as vagas são limitadas.

Com objetivo de reunir as pessoas, valorizar a cultura e garantir momentos de lazer acessível para todos os públicos, as oficinas acontecerão na Casa de Cultura, localizada na região central da Capital, na Avenida Afonso Pena, 2270.

Não é necessário saber dançar, ou ter experiência com o ritmo, a proposta divulgada tem objetivo de ensinar do zero e aproveitar do momento. Além da parte prática, com os passos de dança, a oficina também é apontada como oportunidade para conhecer novas pessoas, se divertir e entrar no clima da cultura popular.

É possível realizar as inscrições pelo telefone (67) 2020-4310 e são limitadas.

Forró e chamamé

Há dois meses para o próximo mês festivo do calendário brasileiro, os dois ritmos são parte das tradicionais festas juninas.

O forró nasceu na região Nordeste do Brasil e em Mato Grosso do Sul ganha espaço cada vez mais com blocos durante o Carnaval e outros diversos movimentos culturais que trazem o ritmo para a Capital Morena.

Já o chamamé é estilo musical tradicional típico do nordeste da Argentina, e tem força no Estado desde a década de 60 e 70. Em 2017, foi considerado “Patrimônio Cultural Imaterial do Estado” pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

>> Serviço

Aulas de forró e chamamé

Data: 09, 16, 23 e 30;
Horário: 16h às 18h;
Local: Casa de Cultura - Avenida Afonso Pena, 2270, Centro;
Vagas: Limitadas e devem ser reservadas pelo número (67) 2020-4310.

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