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Transferência

Chefes do CV são levados para o PR, alguns vêm para Campo Grande

Lideranças do Comando Vermelho foram transferidas nesta quarta-feira (12) do Rio de Janeiro para Catanduvas; parte delas seguirá para outros presídios federais

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Sete lideranças do tráfico do Comando Vermelho (CV) começaram a ser transferidas para presídios federais nesta quarta-feira (12), com destino inicial ao Paraná. Posteriormente, alguns devem vir para o Presídio Federal de Campo Grande.

A operação contou com forte escolta do Grupamento de Intervenção Tática (GIT), que conduziu os chefes do CV presos em Bangu 1, no Complexo de Gericinó, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ), até o Aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador.

No aeroporto, os presos seguiram rumo ao presídio federal de Catanduvas, no Paraná. Posteriormente, em data não divulgada, alguns devem ser transferidos para os presídios de Campo Grande, Brasília, Mossoró e Porto Velho.

Crédito: Rogério Santana / Divulgação / Agência Brasil

Veja quem são os presos transferidos

  • Marco Antônio Pereira, vulgo My Thor, apontado como chefe do tráfico no Morro Santo Amaro, está preso há mais de duas décadas, condenado a 35 anos, 5 meses e 26 dias.
  • Arnaldo da Silva Dias, conhecido como Naldinho ou Porta-Voz, aparece nas investigações como chefe de favelas em várias cidades do Sul Fluminense, condenado a 81 anos, 4 meses e 20 dias.
  • Fabrício de Melo de Jesus, o Bicinho, aparece em investigações como chefe do tráfico no bairro Dom Bosco, em Volta Redonda, condenado a 65 anos, 8 meses e 26 dias.
  • Carlos Vinícius Lírio da Silva, o Cabeça, segundo a Polícia Civil, foi o mentor que articulou o plano de usar uma aeronave para resgatar presos (incluindo o próprio) da prisão em Bangu, em 2021. Foi condenado a 60 anos, 4 meses e 4 dias.
  • Eliezer Miranda Joaquim, o Criam, apontado como sucessor de Elias Maluco, aparece como chefe do tráfico na Baixada Fluminense, condenado a 100 anos, 10 meses e 15 dias.
  • Alexander de Jesus Carlos, o Choque, aparece nas investigações como chefe do tráfico em Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro. Já ficou detido no Presídio Federal de Campo Grande, condenado a 34 anos e 6 meses.
  • Roberto de Souza Brito, o Irmão Metralha, apontado como integrante do segundo escalão do CV, agia no Complexo do Alemão, condenado a 50 anos, 2 meses e 20 dias.

Megaoperação no Rio de Janeiro

A operação que tinha como objetivo prender membros do Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da cidade, segundo divulgado pelo governo do Rio de Janeiro, no dia 29 de outubro chegou a 121 mortos), ação apontada como mais letal da história do estado.

A ação e a resposta do Comando Vermelho, que usou armamento pesado e ordenou o fechamento de vias, deixou diversas regiões da segunda maior cidade do país com um cenário de guerra, com caos nas ruas, tiroteios e veículos queimados.

Suspeitos de integrarem o Comando Vermelho chegaram a usar drones para lançar bombas contra as equipes policiais e a população da Penha, para atrasar o avanço das forças de segurança durante a manhã desta terça.

A megaoperação policial tinha como objetivo cumprir 69 mandados de prisão de membros do Comando Vermelho em 180 endereços. O governo estadual disse que 113 pessoas foram presas na ação, mas não divulgou quantos mandados foram cumpridos. Além disso, os agentes apreenderam mais de 100 fuzis que eram usados pela facção.

Na madrugada desta quarta, moradores do Complexo da Penha, na zona norte, retiraram em torno de 70 corpos da área de mata que separa os dois complexos e onde teve intenso tiroteio durante a operação.

Os mortos foram enfileirados na praça São Lucas, na comunidade, onde foram reconhecidos por parentes. A advogada Flávia Fróes, que acompanhou a retirada dos corpos, afirmou que alguns deles têm marcas de tiros na nuca, facadas nas costas e ferimentos nas pernas.

Defensores de direitos humanos pediram à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a presença de interventores e peritos internacionais no Rio. A advogada chamou a ação policial de "o maior massacre da história do Rio de Janeiro".

** Com informações de O Globo e Estadão Conteúdo

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TENTATIVA DE FEMINICÍDIO

Homem tenta matar ex-mulher e agride mais duas no interior de MS

Ele foi preso em flagrante e confessou a intenção de tentar executar a vítima

02/05/2026 16h30

Delegacia de Rio Verde do Mato Grosso

Delegacia de Rio Verde do Mato Grosso Divulgação: Polícia Civil

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Um homem de 30 anos foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após cometer os crimes de tentativa de feminicídio, lesão corporal dolosa e descumprimento de medida protetiva de urgência,  na madrugada deste sábado (2), no município Rio Verde de Mato Grosso.

Conforme apuração da Polícia Civil, o fato ocorreu em um estabelecimento comercial do município, onde o investigado passou a monitorar a ex-companheira. Após retornar diversas vezes ao local, ele atacou a vítima com um canivete, o que resultou na perfuração nas mãos, pulsos e costas.

Durante a agressão, outras duas mulheres que estavam no estabelecimento tentaram intervir e também ficaram feridas, sendo encaminhadas para atendimento médico.

Os policias militares realizaram diligências e localizaram o autor em sua residência, efetuando a prisão em flagrante. Ao ser levado à delegacia, o homem confessou espontaneamente a intenção de matar a ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, do histórico de violência doméstica e do descumprimento de medida protetiva já vigente em favor da vítima, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante em a possibilidade de pagar fiança.

Além disso, foi realizada representação ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva, visando garantir a ordem pública e resguardar a integridade física das vítimas.

O preso permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para o completo esclarecimento do caso.

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ECONOMIA

Mil convocados no CNU 2025 podem escolher local de trabalho até terça

Distribuição segue número de vagas, classificação e opção do candidato

02/05/2026 14h00

O participante também foi convocado por e-mail no endereço eletrônico informado ao se inscrever no certame

O participante também foi convocado por e-mail no endereço eletrônico informado ao se inscrever no certame Divulgação

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Os aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado podem manifestar a preferência pelo local de lotação até as 23 horas e 59 minutos da próxima terça-feira (5), no horário de Brasília.

Esta semana, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou o edital de convocação de mais de mil candidatos no Diário Oficial da União.

O participante também foi convocado por e-mail no endereço eletrônico informado ao se inscrever no certame.

A pasta explica que a manifestação da preferência pelo local de trabalho se aplica somente aos candidatos convocados para o cargo de analista técnico-administrativo do CNU 2025. O procedimento não se estende aos demais cargos do concurso público realizado em outubro e dezembro do ano passado.

O candidato não é obrigado a preencher a lista de preferência de município. Se não o fizer, o Ministério da Gestão definirá a lotação, conforme interesse da administração pública federal.

Manifestação de preferência

A manifestação de preferência do local de exercício do serviço público deve ser feita pelo candidato nomeado exclusivamente no site SouGov.br do poder Executivo Federal ou por meio do aplicativo SouGov.br. O acesso deve ser feito com login e senha da conta da plataforma Gov.br, do governo federal.

Durante a manifestação de preferência no sistema, os candidatos poderão indicar suas opções de local de exercício entre as localidades disponíveis, em ordem de preferência.

O edital estabelece que a escolha feita será considerada como manifestação formal de aceitação, inclusive quando envolver cidades fora das capitais. Saiba mais aqui.

Prioridades na manifestação

Os servidores convocados poderão ser lotados em até 36 órgãos federais, com presença em diversas regiões do país, incluindo capitais e outros municípios considerados estratégicos.

Na distribuição dos candidatos, o MGI estabeleceu regras com base nos seguintes critérios de prioridade:

  • aprovados em vagas reservadas a pessoas com deficiência (PCD), independentemente da modalidade de concorrência em que tenham sido classificadas;
  • respeito à ordem de classificação no concurso público;
  • alternância entre listas de ampla concorrência e vagas reservadas, conforme previsto na legislação do processo seletivo.

Distribuição nacional

A definição final do local de exercício considera tanto as preferências indicadas pelos candidatos convocados quanto as demandas apresentadas pelos órgãos públicos, incluindo Brasília, capitais e outros municípios estratégicos.

A administração federal considera três fatores para organizar e decidir a lotação de cada candidato aprovado:

  • disponibilidade de vagas existentes nos órgãos públicos de cada localidade;
  • interesse dos candidatos;
  • ordem de classificação no certame.

O edital também estabelece que, nos casos de nomeação para Brasília ou capitais dos estados, não haverá possibilidade de recusa da vaga. Nessas situações, a não aceitação será considerada desistência, conforme a legislação aplicável.

Mas, para localidades fora de Brasília e das capitais, a administração não poderá designar o candidato para município que não tenha sido previamente escolhido por ele. Na prática, a medida assegura que a pessoa não trabalhará em um lugar que não tenha indicado, se esse for fora de Brasília e de capitais.

Carreira transversal

O cargo de analista técnico-administrativo, do bloco temático número 5 do CNU 2025, integra a carreira de analista técnico do poder Executivo (ATE), criada recentemente pelo MGI.

Essa carreira tem caráter transversal, o que permite a atuação profissional em diferentes órgãos da administração pública federal, de acordo com as necessidades institucionais.

O objetivo é fortalecer a atuação técnica do Estado brasileiro.

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