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Rede Estadual terá 205 dias letivos, incluindo 11 sábados

No calendário divulgado nesta terça-feira (24) serão 205 dias letivos no total, incluindo os sábados, além de 4 dias para a realização de exames finais e 1 para o conselho de classe final

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Nesta terça-feira (24) a Secretaria de Estado de Educação (SED) divulgou que o ano letivo será de 205 dias, incluindo 11 sábados letivos, além de 4 dias para a realização de exames finais e 1 para a realização de conselho de classe final. 

As datas para o recesso ficou estabelecida entre os dias 17 e 31 julho e o término do ano escolar no dia 22 de dezembro.

O Calendário Escolar do ano letivo de 2023, é operacionalizado nas unidades escolares da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul (REE-MS) em todo o Estado.

O ano letivo e escolar de 2023, conforme a resolução, começa no dia 13 de fevereiro, nas 348 unidades escolares Rede, localizadas nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Porém, para os alunos, as aulas começarão oficialmente no dia 23 de fevereiro.

Para o início do ano letivo de 2023, o Governo de Mato Grosso do Sul investiu R$ 20,3 milhões em 486.012 uniformes e 192.859 kits escolares, que serão entregues para os estudantes da Rede Estadual. Todos esses materiais serão distribuídos nas escolas.

Desse montante, R$ 8,9 milhões foram destinados para a aquisição de 192.854 unidades dos kits escolares, divididos em três tipos: Ensino Fundamental I (1° a 5° ano), do Ensino Fundamental II (6º ao 9º ano) e do Ensino Médio (1º ao 3º ano).

Em cada kit contém 19 itens, conforme a necessidade da modalidade de ensino, indo desde cadernos a itens de uso específico em disciplinas diversas.

Já o investimento em uniformes foi de R$11,3 milhões, com aquisição de 364.012 camisetas e 90 mil bermudas. Cada estudante da Rede Estadual de Ensino receberá duas camisetas de uniforme, enquanto que os dos anos finais do Ensino Fundamental receberão também uma bermuda.

Os estudantes das escolas cívico-militares também receberão dois conjuntos contendo agasalhos (jaqueta e calça), duas camisetas e uma bermuda.

 

ESPORTES

Projeto na Câmara proíbe atletas que jogam fora do Brasil e técnico estrangeiro na Seleção

Pelo texto, as seleções brasileiras masculina, feminina e de base só poderão ser compostas por atletas brasileiros registrados em clubes sediados no Brasil e que disputem competições oficiais organizadas no País

09/07/2026 22h00

A proposta foi apresentada na mesma semana em que a Seleção foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 após perder por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final.

A proposta foi apresentada na mesma semana em que a Seleção foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 após perder por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final. Créditos: Rafael Ribeiro/CBF

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O deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) apresentou nesta quarta-feira, 8, na Câmara dos Deputados um projeto de lei que restringe as convocações para a Seleção Brasileira a jogadores vinculados a clubes do País e estende a exigência aos integrantes da comissão técnica. A proposta também veta patrocínios de casas de apostas, incluindo as bets, a clubes e outras entidades esportivas.

Pelo texto, as seleções brasileiras masculina, feminina e de base só poderão ser compostas por atletas brasileiros registrados em clubes sediados no Brasil e que disputem competições oficiais organizadas no País. A restrição alcança ainda a comissão técnica: treinador, auxiliares, preparadores físicos e demais integrantes deverão ter nacionalidade brasileira e vínculo profissional com clubes ou entidades esportivas estabelecidos no Brasil.

A medida, se aprovada, atingiria diretamente jogadores brasileiros que atuam em clubes no exterior e também impediria a presença de treinadores estrangeiros à frente da Seleção. Atualmente, o Brasil é comandado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti, que tem contrato com a CBF até a Copa do Mundo de 2030.

A proposta foi apresentada na mesma semana em que a Seleção foi eliminada da Copa do Mundo de 2026 após perder por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final.

"Acabei de apresentar um projeto de lei para proibir jogadores de futebol que jogam no exterior e técnicos. Chega! Basta dessas estrelas que vêm para a Copa do Mundo como vestais e chegam na Copa, fazem o Brasil passar vergonha", disse Hauly na quarta-feira, em discurso na Câmara ao defender a proposta.

Em outro trecho, a proposta proíbe clubes, associações, agremiações e entidades de administração do esporte de firmar ou manter contratos de patrocínio, publicidade ou similares com empresas de apostas esportivas, jogos de azar e plataformas eletrônicas do setor. A vedação inclui a exposição de marcas em uniformes, estádios, centros de treinamento, placas, entrevistas, transmissões, redes sociais e eventos esportivos.

Os contratos já em vigor teriam de ser encerrados em até 180 dias após a publicação da lei, caso o projeto seja aprovado e sancionado. O descumprimento poderia levar à suspensão do recebimento de recursos públicos federais, incentivos fiscais, além de outras sanções previstas na legislação.

O projeto ainda está em fase inicial de tramitação na Câmara. Depois de apresentado, o texto precisa ser despachado pela Mesa Diretora para análise das comissões temáticas. Caso seja aprovado nas comissões e, se necessário, no plenário da Câmara, poderá seguir ao Senado.

JUSTIÇA

PF mira empresário suspeito de intimidar jornalistas no caso Master

Décima fase da Operação Compliance foi deflagrada nesta quinta

09/07/2026 21h00

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master Marcelo Camargo/Agência Brasil

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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (9) a 10ª fase da Operação Compliance Zero, que apura fraudes no Banco Master.

O alvo desta fase é o empresário Thiago Miranda, acusado de ter ligação com o banqueiro Daniel Vorcaro e atuar para intimidar jornalistas e servidores do Banco Central pelas redes sociais.

As buscas da PF foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso.

De acordo com as investigações da PF, recursos do esquema de fraudes no Master foram usados por Vorcaro para promover campanhas de desinformação na mídia tradicional e na digital. O trabalho era realizado por influenciadores contratados.

Segundo a PF, Vorcaro estruturou uma "organização criminosa" para blindar os atos ilícitos da gestão dele no Master.

Conforme a decisão do ministro, Thiago Miranda, ex-sócio do Portal Léo Dias, foi responsável pelo monitoramento da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. A profissional publicou grande parte dos furos jornalísticos envolvendo as fraudes no banco de Vorcaro.

"Os elementos analisados apontam que Thiago Miranda desempenhava papel central nessas iniciativas, sendo o principal responsável por realizar pesquisas e levantamentos acerca da vida privada da jornalista em questão", afirmou.

Itaú

De acordo com a apuração, Thiago Miranda também teria participado do trabalho de levantamento de informações sigilosas contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

"Nos diálogos identificados, Daniel Vorcaro envia as seguintes mensagens à Thiago Mirante: Estou precisando fazer um levantamento do Milton Maluhy. Está me causando muito problema. Me ajuda nisso? No minuto seguinte, Thiago responde: Deixa comigo", diz trecho da investigação.

A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Thiago Miranda e aguarda posicionamento.

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