Cidades

EM QUEDA

Com 59% do público-alvo vacinado em 2021, entenda se os pais são obrigados a vacinarem os filhos

Conforme o Ministério da Saúde, patamar ideal é de 95% de imunização e índice abaixo pode "riviver" doenças erradicadas, como sarampo

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O Brasil sempre foi um país com um dos melhores programas de vacinação do mundo, um exemplo para muitas nações.

Porém, nos últimos anos, a taxa vacinal tem caído, o que fez com que doenças já erradicadas, como sarampo, voltassem a circular entre as crianças.

A cobertura vacinal da população vem despencando. E o Ministério da Saúde informa que, em 2021, menos de 59% dos cidadãos foram imunizados.

Em 2020, o índice era de 67% e, em 2019, de 73%. O patamar aconselhado pelo Ministério da Saúde é de 95%.

Vacinação é obrigatória por lei? 

Mas será que os pais têm a opção de vacinar, ou não, seus filhos? Segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), quando os imunizantes forem recomendados pelas autoridades sanitárias do país, os responsáveis por crianças e adolescentes não podem sobrepor suas ideologias a respeito das vacinas ao bem-estar e ao direito garantido pela Constituição de os pequenos ficarem protegidos.

Iberê de Castro Dias, juiz assessor da Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo, afirma que o estado e os pais têm a obrigação legal de garantir que os menores sejam vacinados.

No caso de pais separados, quando houver divergência sobre o uso de algum imunizante, o caminho é buscar uma mediação judicial para solucionar a questão, diz Iberê de Castro Dias.

A população brasileira tem acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), incluindo imunizantes destinados a crianças, adolescentes, adultos e idosos.

Ao todo, são mais de 20 vacinas com recomendações e orientações específicas. Recentemente, o país incluiu em seu calendário a imunização contra a covid-19.

 

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HOSPITAL REGIONAL

Hospital adia sessões de quimioterapia e vira alvo de MP

Ministério Público encontrou estoque de medicamento zerado e tratamento oncológico suspenso por falta de medicamento

09/10/2026 12h21

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) virou alvo do Ministério Público do Estado (MPE) após adiar, e até suspender, sessões de quimioterapia de seus pacientes, devido a falta de medicamentos e insumos necessários para o tratamento.

A investigação iniciou com uma denúncia que indicou a falha nos atendimentos oncológicos. Com a apuração, o MPE realizou vistorias técnicas na unidade hospitalar, com o apoio do Núcleo de Apoio Especial à Saúde (Naes/MPE), para apontar o que causava a alteração no cronograma dos pacientes e encontrou estoques zerados.

Conforme os autos, além dos medicamentos que não possuíam estoque, alguns que ainda tinham era de cobertura reduzida, ou seja, durariam poucos dias a depender da quantidade de pacientes necessitados. E quanto aos processos para aquisição ou reposição foi constatado a existência, mas ainda estaria em andamento.

Apesar das supostas medidas adotadas, o MPE instaurou o Inquérito Civil para acompanhar a efetividade do abastecimento, por meio da 32ª Promotoria de Justiça.

O objetivo é prevenir que novos desabastecimentos aconteçam, de modo a não comprometer a continuidade do tratamento oncológico, uma vez que a constância nas sessões é crucial para a melhora dos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O MPE ainda solicitou no inquérito que o hospital preste novas informações sobre o status dos estoques, bem como o andamento dos processos de aquisição dos medicamentos e medidas implementadas para evitar ocorrências parecidas.

Também foi solicitado o detalhamento de possíveis impactos nos atendimentos para os pacientes. O órgão agendou ainda uma reunião com representantes do HRMS e da Secretaria de Estado de Saúde (SES) para discutir as soluções e evolução do caso.

O órgão ministerial reforça o direito constitucional da população a saúde, com o acompanhamento dos serviços públicos e adoção de medidas necessárias que garantam assistência aos pacientes na luta contra o câncer.

viagem

Aeroportos de MS esperam 26 mil passageiros no feriado da Padroeira

CGR vai receber 25 mil passageiros, Ponta Porã 272 e Corumbá 544

09/10/2026 12h00

Passageiros embarcando no Aeroporto de CGR

Passageiros embarcando no Aeroporto de CGR GERSON OLIVEIRA

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Dia de Nossa Senhora Aparecida, feriado nacional comemorado anualmente em 12 de outubro, movimenta rodoviárias, aeroportos e estradas. 

Em Mato Grosso do Sul, a data ainda emenda com o Dia de Divisão do Estado, celebrado em 11 de outubro, formando um feriadão.

Nos aeroportos de MS, administrados pela Aena, o movimento promete ser intenso.

De acordo com a Aena Brasil, a estimativa é que 26.052 passageiros embarquem, entre sexta-feira (9) e terça-feira (13), nos aeroportos de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, sendo:

  • 25.236 passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande (CGR)
  • 272 passageiros no Aeroporto de Ponta Porã (PMG)
  • 544 passageiros no Aeroporto de Corumbá (CMG)

“Em feriados prolongados, como o do 12 de outubro, registramos aumento na movimentação de passageiros e operações. Toda a nossa infraestrutura e as equipes da Aena estão preparadas para atender os usuários com máxima eficiência, segurança e conforto”, afirmou o diretor de Relações Institucionais, Comunicação e ESG da Aena Brasil, Filipe Reis.

Quem tem condições financeiras, oportunidade e disponibilidade, não perde tempo para curtir o feriadão em outra cidade.

RECOMENDAÇÕES

Confira algumas informações de relevância para quem viaja de avião:

  • Voos Nacionais: Leve um documento de identificação oficial com foto original e atualizado, como RG (ou a nova Carteira de Identidade Nacional), CNH ou Passaporte. Chegue com 2 horas de antecedência.
  • Voos Internacionais: É obrigatório o passaporte original válido. Verifique se o destino exige visto, seguro viagem e certificados de vacinação (como o de Febre Amarela). Chegue com 4 horas de antecedência.
  • Bagagem de Mão: Geralmente limitada a 10 kg e com dimensões máximas de 55cm x 35cm x 25cm.
  • Item Pessoal: Você pode levar uma mochila ou bolsa pequena (aprox. 45x35x20cm) que deve ser acomodada obrigatoriamente abaixo do assento à sua frente.

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