Cidades

CONFIRMADO

Estudante com coronavírus esteve na boate Valley na véspera do exame

Jovem está em Campo Grande e diz não ter apresentado nenhum sintoma da doença

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Jovem de Campo Grande é uma das primeiras diagnosticadas com o novo coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso do Sul. Thayany Silva, esteve em festa de formatura na casa noturna Valley, em Campo Grande, na noite da última quarta-feira (11). A jovem recebeu o resultado do exame neste sábado (14) com a confirmação do diagnóstico.  

“Eu fui à festa de formatura sem ter ideia de que poderia estar com coronavírus, depois que meu namorado, que está em São Paulo, foi confirmado eu fui correndo fazer o teste. Mas eu não estou sentindo nada, não tive nenhum sintoma, só um incomodo na garganta que passou rápido”, explicou Thayany ao Correio do Estado.

Ela informou que está na Capital e que agora outras pessoas que tiveram contato com ela também farão testes. “A Valley não estava muito cheia porque era uma festa de formatura. Agora que fui confirmada meus pais farão os exames também”, confirmou .

Conforme a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau), Thayany Silva esteve na Unidade de Pronto Atendimento do Jardim Leblon na quinta-feira (12), um dia depois de ter ido à casa noturna.  

NAMORADO

Thayany é namorada do empresário Ueze Zahran Stamatis, que mora em São Paulo, e testou positivo para novo coronavírus na noite da última quinta-feira (12). Ele anunciou o teste em seu perfil do Instagram. A postagem causou alvoroço entre os amigos dele na capital sul-mato-grossense. Ao Correio do Estado, ele disse que não vem à cidade há mais de quarenta dias. “Faz um bom tempo que não vou a Campo Grande”.  

Thayany, por sua vez, que mora em Campo Grande, esteve com Ueze no último fim de semana, no Rio de Janeiro (RJ). O empresário não se lembra se contraiu o novo coronavírus na capital paulista ou na capital fluminense.  

“Estou aqui para ajudar (a esclarecer). Ela estava comigo no Rio. Já estou achando que não foi no Rio que eu peguei isso”, contou. “Deixei ela (Thayany no Aeroporto de Guarulhos). Ela estava de máscara e eu não”, complementou Ueze.

Ueze também falou sobre a ida à festa. “Eu pedi para ela não ir porque ela não sabia do meu resultado. Ela foi porque não estava sentindo nada. Foi com as amigas dela, não vi problema nenhum nisso. Queria que ela tivesse esperado, porque realmente, eu não sabia que eu estava (com o coronavírus)”, disse o empresário, que está em isolamento domiciliar.

MENSAGENS FALSAS

Golpistas se passam por servidores da Agetran para aplicar fraudes

O órgão público reitera que não realiza o envio de notificações ou autuações por meio do WhatsApp

13/03/2026 17h30

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

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Nesta sexta-feira (13), a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) tomou conhecimento de tentativas de golpe em que criminosos utilizaram o nome do órgão público e a imagem da instituição para envio de mensagens à população.

A população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agetran, na Avenida Gury Marques, 2395

A Agetran informa que as notificações oficiais relacionadas a infrações de trânsito são encaminhadas exclusivamente pelos seguintes canais:

  • correspondência enviada pelos Correios,
  • aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CNH Brasil)
  • publicações no Diário Oficial do Município.

Já as infrações de mobilidade são comunicadas por meio de correspondência enviada pelos Correios, por equipes de fiscalização devidamente identificadas e também por meio de publicações no Diário Oficial do Município.

O cidadão ao receber mensagens dessa natureza não deve efetuar qualquer tipo de pagamento e não deve fornecer dados pessoais, devendo desconsiderar o contato, segundo orientações da agência.

A Agetran disse que já está adotando as medidas cabíveis para apurar os fatos e identificar os responsáveis pelo uso indevido do nome da instituição.

O órgão público reitera que não realiza o envio de notificações ou autuações por meio do aplicativo WhatsApp.

Serviço

Em caso de dúvidas ou necessidade de esclarecimentos, a população pode procurar atendimento diretamente na sede da Agência Municipal de Transporte e Trânsito – Av Gury Marques, 2395 – Universitário.

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MPMS

Suspeito de matar segurança durante aniversário de Ivinhema é condenado três anos após o crime

José Edilson foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo com quatro tiros após confusão na festa em 2023

13/03/2026 17h15

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma "futilidade", segundo o MPMS Divulgação / Montagem Correio do Estado

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Após acusações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) apresentadas durante o Tribunal do Júri realizado na última quinta-feira (12), José Edilson da Silva Cordeiro, de 46 anos, foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, acusado de homicídio pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo, de 25 anos, durante a comemoração de aniversário do município de Ivinhema, em 2023. 

O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de novembro de 2023, quando Vitor Hugo trabalhava como segurança no evento em comemoração aos 60 anos da cidade.

A vítima trabalhava como entregador durante o dia e como caixa da mesma empresa durante a noite, e realizava “bicos” como segurança para pagar sua faculdade. 

Segundo a denúncia do MPMS, José Edilson teria se desentendido com a equipe de segurança e disparado quatro tiros no jovem. Durante a instrução do processo, o Ministério Público alegou que o homicídio foi motivado por uma “futilidade”. 

A acusação do réu também provou que o ato foi praticado de forma que a vítima não teve como se defender, já que a autópsia revelou que o jovem foi atingido pelas costas enquanto corria e, posteriormente, quando já estava caída e imóvel no chão. 

A confusão teve início quando o sobrinho do acusado foi retirado da festa por estar sem camiseta, o que contrariava as regras do evento, que ocorria na Praça de Eventos da cidade. 

Conforme a denúncia, durante a confusão, o celular de José Edilson teria caído no chão após um esbarrão com um dos seguranças, o que teria o deixado exaltado. Irritado, ele foi até o carro, pegou uma arma de fogo e retornou à festa. 

Pouco tempo depois, ele voltou a se aproximar de Vitor Hugo, sacou a arma e disparou contra ele. A vítima tentou correr em direção a um camarote, mas caiu no chão. Mesmo caído, ele ainda teria sido atingido por novos tiros. 

Ao todo, foram quatro disparos contra o jovem, que morreu no local. Após o crime, o acusado fugiu. 

Na decisão desta quinta-feira, além do homicídio duplamente qualificado, o réu foi condenado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. 

Na sentença, o Juízo ressaltou a culpa do autor, já que ele saiu do evento para buscar a arma de fogo e retornou ao local para efetuar o crime. 

Com o veredito, foi expedida a sentença de execução penal e o acusado aguarda orientação do Supremo Tribunal Federal para o início do cumprimento da pena. 


 

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