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Corregedoria investiga entrega de cerveja em prisão da PM no Rio

Corregedoria investiga entrega de cerveja em prisão da PM no Rio

FOLHA.COM

24/10/2011 - 11h45
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A Corregedoria da Polícia Militar do Rio investiga a entrega de 2.600 latas de cerveja no final da tarde de domingo na Unidade Prisional da PM, em Benfica, zona norte da capital.

Segundo o corregedor geral da corporação, coronel Waldyr Soares Filho, um policial foi preso por permitir a entrada da Fiorino que carregava a bebida e uma sindicância foi aberta para investigar de onde partiu a ordem de entrega da mercadoria.

"Proativamente nós fizemos um monitoramento e detectamos que houve uma tentativa de inserir material na unidade prisional. Não permitimos, autuamos em flagrante o oficial de dia que autorizou o carro a entrar numa área que não deveria ter entrado. Ele está preso e acabou a história", disse à Folha o coronel.

O nome do policial preso ainda não foi divulgado. De acordo com Soares Filho, a encomenda pode ter sido feita por militares presos para uso semanal ou até mesmo para uma festa.

O motorista da Fiorino, que também não teve o nome divulgado, disse que não sabia para quem ia a carga. O corregedor afirma que o entregador chegou a estacionar o veículo no pátio interno da unidade prisional.

"Nós temos lá 300 internos, 10 latas para cada um dá 3.000. Tinha menos de 3.000 [latas de cerveja]. Então o consumo, de repente, para uma semana daria uma lata por dia para cada preso em tese. Daria 10 latinhas para cada um numa festa", disse o coronel.

"Mas não houve festa. Se eles queriam fazer festa eles quebraram a cara e vão ter que fazer festa com água agora", acrescentou.

A informação sobre a ordem de entrega da bebida chegou ao conhecimento do serviço de inteligência da Corregedoria da PM no sábado (22). No mesmo dia, policiais da 1ª Delegacia de Polícia Judiciaria Militar iniciaram a investigação.

"Nós estamos monitorando desde sábado. Agora, nós vamos checar as informações que foram colhidas e aprofundar a investigação para ver se a gente consegue descobrir para quem ia [a carga]", destacou Soares Filho.

trutis

Com medida protetiva por violência doméstica, ex-deputado diz que família vive "desafios"

Loester Trutis não pode se aproximar da ex-mulher por decisão judicial; processo corre em segredo de Justiça

15/02/2026 18h46

Deputados Loester Trutis não pode se aproximar da esposa devido à medida protetiva

Deputados Loester Trutis não pode se aproximar da esposa devido à medida protetiva Divulgação

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O ex-deputado federal Loester Trutis foi proibido pela Justiça de se aproximar da ex-esposa, a advogada Raquelle Lisboa. A Justiça concedeu medida protetiva para a advogada, que denunciou Trutis por violência doméstica.

O processo corre em segredo de Justiça, por se tratar de violência contra a mulher e não há detalhes sobre quais foram as denúncias feitas pela mulher.

Em nota, Trutis afirmou que não fará comentários sobre o mérito do processo em respeito à Justiça e aos quatro filhos do casal, mas diz que confia plenamente nas "instituições e no devido andamento legal dos fatos".

O ex-deputado afirma que ainda que a família tem passado por momentos difíceis e desafios.

"Nossa família atravessa um momento extremamente delicado, marcado por desafios emocionais, psicológicos e espirituais. Como toda família que enfrenta dificuldades, estamos lidando com situações que exigem prudência, maturidade e responsabilidade", disse na nota.A

Além disso, Trutis afirmou que continua nutrindo pela esposa o mesmo amor que sentiu quando a conheceu e que se fortaleceu quando casaram.

"Temos quatro filhos maravilhosos, que são nossa maior prioridade, e sigo comprometido com o bem-estar e o equilíbrio emocional de cada um deles", acrescentou.

Por fim, o ex-deputado disse que tem fé de que os "desafios serão superados" muito em breve.

"Nossa família será restaurada no tempo certo, encontrando novamente o caminho da harmonia e da paz que, na maioria incontável dos nossos dias, sempre vivemos", concluiu.

TRAGÉDIA

Pneu explode durante incêndio em caminhão-tanque e deixa feridos na BR-163

Acidente ocorreu no pátio de posto fiscal às margens da BR-163; vítimas foram atingidas após princípio de incêndio em veículo carregado com borra de soja

15/02/2026 18h30

Vítimas foram atingidas após princípio de incêndio em veículo carregado com borra de soja

Vítimas foram atingidas após princípio de incêndio em veículo carregado com borra de soja Divulgação

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Dois homens, de 49 e 69 anos, ficaram feridos na manhã desta sexta-feira (13) após a explosão de um pneu de um caminhão-tanque no município de Sonora, na região norte de Mato Grosso do Sul.

De acordo com o portal Dourados News, o acidente aconteceu no pátio do posto fiscal localizado às margens da BR-163. Policiais militares que estavam de serviço nas proximidades ouviram um forte estrondo e acionaram apoio para averiguar a situação.

Ao chegarem ao local, as equipes encontraram uma das vítimas caída sob o caminhão-tanque, aparentemente desacordada. O outro homem estava sentado próximo ao veículo, com sangramento no rosto e suspeita de fraturas nos braços.

Segundo as informações, o caminhão transportava carga inflamável do tipo borra de soja e teria apresentado possível travamento no sistema de freios, o que pode ter provocado um princípio de incêndio em um dos pneus. Durante a tentativa de conter as chamas com um extintor, houve a explosão, atingindo os dois homens — o motorista e um segundo condutor que prestava auxílio.

Diante do risco de propagação do fogo, os policiais retiraram inicialmente a vítima que estava ao lado do veículo para uma área segura. Em seguida, ao perceberem que o homem que estava sob o caminhão apresentava sinais de movimento, realizaram o resgate, mesmo com o foco de incêndio ainda ativo.

Equipes da concessionária CCR MSVia prestaram atendimento no local, enquanto profissionais do Hospital Municipal de Sonora realizaram o socorro das vítimas. Ambos foram encaminhados para atendimento médico e, conforme relatos, disseram não se lembrar do momento da explosão.

A ocorrência passou a ser acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal, que assumiu a preservação do local e dos veículos envolvidos. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas.

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