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superação

Dançarina perde 50 kg para usar roupa de balé: 'finalmente'

Dançarina perde 50 kg para usar roupa de balé: 'finalmente'

Terra

09/04/2014 - 17h00
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A escocesa Tiffany Broadfoot, de 22 anos, se formou na faculdade de dança em novembro de 2011. No entanto, seus 127 kg a impossibilitaram de encontrar em emprego na área. Por isso, ela abandonou o junk food e apostou em uma dieta balanceada para eliminar 50 kg. Hoje, Tiffany combina sua habilidade de dança com o que aprendeu sobre nutrição e se tornou instrutora fitness. “Ser a maior dançarina era tão humilhante”, disse. Os dados são do jornal Daily Mail.

Tiffany começou a dançar aos 3 anos e sonhava com uma carreira nos palcos. Mas, quando tinha 14 anos, conseguiu um emprego em uma rede de junk food para financiar as aulas de dança e começou a se alimentar mal, comendo o que vendia. “Nessa fase, não estava muito preocupada. Com toda a dança, pensei que o peso acabaria saindo.”

Ela achou que não conseguiria uma vaga na faculdade de dança e, quando foi aceita, prometeu perder peso. “Quando vi o quão magras todas as outras meninas eram na audição, fiquei preocupada que não conseguiria passar. Estava desesperada para mostrar que o meu tamanho não atrapalhava o caminho de ser uma boa dançarina.”

Mas seus planos não deram certo. Eliminar os maus hábitos alimentares não era tão simples quanto pensava. “Era tão embaraçoso ter que atuar no palco ao lado de todos os outros pequenos dançarinos em tutus (roupa de balé). Era gorda demais para usar um tutu. Usava legging preta feita especialmente. Parecia uma gigante ao lado deles. Pintava um sorriso todos os dias, mas por dentro estava envergonhada e a única coisa que me fazia sentir melhor era a comida.” As 1 mil calorias perdidas por dia com a dança não compensavam tudo o que ingeria. “Era um ciclo vicioso e não poderia quebrá-lo.”

Ao se formar, não conseguiu emprego na área, ao contrário de seus colegas. Ver a foto de sua formatura, em que apresentava seus muitos quilos a mais, deu forças para mudar. Trocou junk food por carne magra, frutas e vegetais. Começou a participar de um grupo de perda de peso e também a frequentar a academia. “Quero ajudar as pessoas a perder peso por meio da dança e mudar as suas vidas, como eu fiz. Ainda faço aulas de balé e amo saber que posso finalmente caber em um tutu.” 

CLIMA

MS terá onda de calor no próximo trimestre causada pelo El Niño

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas

23/10/2026 11h30

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde

A recomendação é reforçar a hidratação ao longo do dia, evitar exposição direta ao sol nos horários mais quentes, especialmente entre o fim da manhã e o meio da tarde Gerson Oliveira

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O El Niño tem previsão de causar uma onda de calor e mudar os padrões de chuva em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), há tendência de precipitação com acumulados acima da média histórica no Estado, acompanhada por temperaturas elevadas e risco de ondas de calor.

O atual período registra forte aquecimento diurno, gera instabilidade e favorece as tempestades severas de curta duração com chuvas intensas, vendavais, raios e queda de granizo.

Valesca Fernandes, meteorologista e coordenadora do Cemtec, explica que apesar da tendência de precipitações acima da média, é importante destacar que essa condição não deverá ocorrer de forma homogênea em todo o Estado.

“Mato Grosso do Sul está inserido em uma zona de transição climática, apresentando elevada variabilidade espacial e temporal das condições atmosféricas, principalmente de precipitação. O trimestre, entre novembro e janeiro, tem tendência de chuvas acima da média, mas podem ocorrer períodos de estiagem, distribuição irregular, diferenças significativas entre regiões e municípios”.

O próximo trimestre também tem previsão de ser mais quente do que o normal, com temperaturas acima da média histórica, com permanência do El Niño e deve atingir uma categoria muito forte.

Episódios de calor intenso, associado a tendência geral de precipitações acima da média histórica em MS, além da variação típica do Estado, indicam que os períodos chuvosos podem ocorrer de maneira irregular.

“Embora o Estado já tenha registrado algumas ondas de calor e episódios de temperaturas acima da média histórica, o cenário atual difere de 2023 e 2024, quando sob o domínio de El Niño forte, ocorreu um intenso aquecimento acompanhado por expressivo déficit pluviométrico, criando um ambiente extremamente propício à propagação de grandes queimadas”, disse Valesca Fernandes.

 

Financiamento

UCDB receberá R$ 13,5 milhões para pesquisar cicatrizante

Pesquisa financiada pela FINEP e pela FUNDECT vai estudar peptídeos capazes de auxiliar na formação de novos tecidos e na cicatrização

23/10/2026 10h15

Universidade Católica Dom Bosco

Universidade Católica Dom Bosco Foto: Reprodução

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O Governo do Estado por meio do Diário Oficial, publicado na manhã desta sexta-feira (23), um Extrato de Convênio onde a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), irá receber investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e da Fundação de Apoio e de Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT).  Os recursos serão destinados para o projeto “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”

O convênio foi assinado em 24 de março de 2026 e terá prazo de até 36 meses para execução física e financeira. Além do valor previsto pela FINEP, o projeto contará com R$ 3,38 milhões da FUNDECT, totalizando até aproximadamente R$ 13,54 milhões em recursos.

O projeto foi intitulado “Plataforma Inteligente Baseada em Peptídeos para Tratamento de Feridas e Otimização da Cicatrização”. A proposta é desenvolver uma tecnologia capaz de auxiliar na recuperação de tecidos lesionados, especialmente em situações nas quais a cicatrização ocorre de forma lenta ou inadequada.

Feridas crônicas podem estar relacionadas a doenças como diabetes, problemas de circulação, infecções, queimaduras, traumas e lesões provocadas por pressão. Nesses casos, o processo de recuperação pode se prolongar e aumentar o risco de complicações.

A tecnologia poderá reunir a seleção dos peptídeos, a formulação do material utilizado na ferida e um sistema capaz de liberar as substâncias de maneira controlada.

Peptídeos são pequenas sequências formadas por aminoácidos, componentes básicos das proteínas. Algumas dessas moléculas podem desempenhar funções importantes no organismo e, por isso, são estudadas para aplicações médicas e biotecnológicas.

Esses peptídeos são importantes para o tratamento de feridas, pois possuem uma capacidade de estimular a manipulação e a migração de células, favorece a produção de colágeno, controla inflamações e auxilia na defesa contra microrganismos.

A pesquisa deverá investigar quais peptídeos apresentam potencial terapêutico, como eles podem ser aplicados na região lesionada e de que maneira podem contribuir para a formação de novos tecidos.

O financiamento dá início a uma etapa de pesquisa que pode incluir testes laboratoriais, desenvolvimento de protótipos, avaliação de segurança e estudos sobre a eficácia da tecnologia.

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