Cidades

SEM PROBLEMAS

Decore o seu quarto usando plantas de diferentes espécies

Decore o seu quarto usando plantas de diferentes espécies

TERRA

23/05/2012 - 00h00
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Há muito tempo existe o mito de que não é seguro colocar plantas no quarto. O senso comum diz que a planta é capaz de “roubar” o oxigênio e liberar grandes quantidades de gás carbônico. É que, como ela não faz fotossíntese à noite, seria incapaz de transformar o gás carbônico liberado pela sua respiração em oxigênio. Bobagem. “A quantidade de oxigênio que uma planta consome é muito menor do que aquele que o ser humano demanda. Até mesmo um cachorro usa mais oxigênio que uma planta. Se fosse assim, ninguém mais ia poder dividir quarto – nem com uma pessoa, nem com um cachorro”, afirma a engenheira agrônoma Regina Calçada.

Depois de se livrar do preconceito, é só pensar em que tipo de planta usar. Segundo a paisagista Mari Polesi, bom senso é fundamental. “Não adianta querer transformar a casa em uma floresta.” “As plantas não podem disputar espaço com o resto”, completa Regina. Por isso, a paisagista Gigi Botelho defende que o ideal é evitar plantas grandes e que soltem muitas folhas, como as samambaias. A paisagista Ivani Kubo dá a receita: o quarto tem de ser arejado e receber a luz do sol, ainda que de maneira indireta.
Por isso, é interessante investir nas espécies que vão bem em ambientes internos, as chamadas plantas de meia sombra, como palmeira chamaedorea, filodentro, zamioculca, dracena, pacová, clívia e suculenta. O cacto é um tipo de suculenta e o cuidado com ele, de acordo com a paisagista Claudia Muñoz, é com a exposição ao sol. “Ele precisa de sol no mínimo quatro horas por dia. É importante girá-lo para que todos os lados recebam a luminosidade por igual.”

Flores como violeta, minirrosa, antúrio e bromélia são uma opção mais prática. A orquídea é uma espécie que se adapta bem ao ambiente interno, contanto que não receba corrente de ar direta. O bonsai, aquela árvore japonesa em miniatura, também é resistente e não ocupa espaço. “É necessário observar o que a planta está sentindo, ver se ela está bem. E ter a possibilidade de mudá-la de lugar se não for o caso. Levar para um lugar mais arejado como a sala ou a varanda e deixá-la no quarto durante a florada”, explica Regina. Se a ideia é só dar uma cor ao ambiente, as flores de corte desempenham bem o papel. Rosas ou margaridas em um vaso com água podem durar até uma semana se a temperatura estiver amena.
 

MATO GROSSO DO SUL

Ponte 'gangorra' será totalmente interditada na próxima semana

Travessia ficará totalmente bloqueada entre a tarde de segunda-feira (15) e a manhã de terça-feira (16) para concretagem de reforços estruturais

11/06/2026 09h30

Ponte sobre o Rio Miranda passa por recuperação estrutural com investimento superior a R$ 3,3 milhões do Governo do Estado

Ponte sobre o Rio Miranda passa por recuperação estrutural com investimento superior a R$ 3,3 milhões do Governo do Estado Divulgação

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A ponte sobre o Rio Miranda, localizada na rodovia estadual MS-345, ficará totalmente interditada entre as 13h de segunda-feira (15) e as 7h de terça-feira (16) para a execução de mais uma etapa da obra de recuperação estrutural da travessia.

A interrupção temporária do tráfego será necessária para a realização da concretagem dos reforços estruturais da ponte. Segundo o Governo do Estado, o bloqueio total é indispensável para garantir a segurança dos usuários e permitir a cura e estabilização do concreto, procedimento que exige a paralisação completa da circulação de veículos durante o período.

Com a interdição, motoristas que seguem de Campo Grande para Bonito ou circulam pela região de Águas do Miranda deverão programar os deslocamentos com antecedência. A rota alternativa indicada é pela rodovia MS-178, com acesso por Guia Lopes da Laguna.

A recuperação estrutural da ponte é executada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), vinculada ao Governo do Estado, com investimento de R$ 3.309.408,68.

A intervenção contempla o recondicionamento de pontos estratégicos da estrutura, reforços estruturais e adequações técnicas para restabelecer a estabilidade da ponte, construída pelo Exército Brasileiro em 1967, antes da pavimentação da rodovia. A travessia é considerada estratégica para a mobilidade regional, atendendo moradores, produtores rurais e o fluxo turístico com destino a Bonito.

De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística (Seilog), Guilherme Alcântara de Carvalho, a obra foi planejada para recuperar integralmente a estrutura e adequá-la à demanda atual da região.

“É uma recuperação estrutural completa, feita com critérios técnicos rigorosos. Nosso objetivo é entregar uma ponte recondicionada, segura e preparada para atender a demanda atual e futura da região”, afirmou.

Após a liberação da ponte, prevista para a manhã de terça-feira, o tráfego continuará operando sob as restrições já adotadas no trecho. A circulação seguirá em sistema pare e siga, com passagem em meia pista e limitada a veículos leves, caminhonetes e caminhões de pequeno porte, com peso máximo de 10 toneladas, sendo permitida a travessia de apenas um veículo por vez.

Interdição anterior

Esta é a segunda vez em um mês que acontece a interrupção total da ponte durante as obras de recuperação. Em maio deste ano, a estrutura já havia sido interditada por oito horas para a execução de serviços relacionados à substituição de apoios de neoprene, peças de borracha utilizadas em pontos estratégicos da ponte para absorver cargas e movimentações da estrutura.

Na ocasião, a travessia permaneceu fechada das 6h às 14h para o avanço da reforma, sendo posteriormente reaberta com as mesmas restrições de tráfego que permanecem em vigor atualmente.

A Agesul orienta motoristas, transportadores e moradores da região a acompanharem os comunicados oficiais e planejarem os deslocamentos com antecedência para evitar transtornos durante o período de bloqueio.

Histórico de problemas

Idealizada para reduzir em cerca de 40 quilômetros a distância entre Campo Grande e Bonito, a ponte sobre o Rio Miranda foi construída em 1967, antes mesmo da pavimentação da rodovia. Ao longo das décadas, porém, a estrutura passou a sofrer com o aumento do fluxo de veículos pesados, especialmente caminhões que utilizam a rota para o escoamento da produção.

Nos últimos anos, a travessia ficou conhecida como “ponte gangorra” entre moradores e usuários da estrada. O apelido surgiu porque, quando caminhões passavam sobre a estrutura, uma das extremidades da ponte cedia em direção ao lado mais pesado, formando um desnível na outra ponta.

Em setembro de 2024, o Correio do Estado mostrou que a ponte precisou ser parcialmente interditada após apresentar sinais de comprometimento estrutural. Na época, moradores relataram a formação de um “degrau” que chegava a quase meio metro de altura quando veículos pesados acessavam a travessia. Em alguns momentos, a elevação registrada foi de até 48 centímetros, gerando preocupação quanto à segurança dos motoristas.

Diante do agravamento da situação, o Governo do Estado iniciou as obras de recuperação estrutural da ponte, com investimento de R$ 3,3 milhões. A intervenção prevê o reforço da estrutura, o recondicionamento de pontos estratégicos e adequações técnicas para restabelecer a estabilidade e a segurança da travessia.

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TEMPESTADE

Governo decreta situação de emergência em Ivinhema após chuva com granizo

Inmet registrou 98,6 milímetros de chuva, no dia 16 de maio. O decreto do governador tem um prazo de 180 dias

11/06/2026 09h00

Pedras de gelo atingiram residências de Ivinhema

Pedras de gelo atingiram residências de Ivinhema Reprodução: redes sociais

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O governador Eduardo Riedel (PP) reconheceu a “Situação de Emergência” em Ivinhema, após fortes chuvas com granizo atingirem o município. Em 19 de maio, o prefeito Juliano Ferro (PSDB) já havia decretado a medida, pois aas áreas urbana e rural foram afetadas pela tempestade. A publicação do Governo de Mato Grosso do Sul foi divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (11).

O decreto do governador Riedel tem um prazo de 180 dias. Com isso, os órgãos estaduais estão autorizadas para atuarem sob a coordenação da CEPDEC/MS, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução.

No dia 16 de maio, chuvas intensas acompanhadas de granizo atingiram o município de Ivinhema, causando danos e destruição nas áreas rural e urbana. Diversas famílias foram severamente atingidas, com danos expressivos em residências e com perdas materiais, muitas casas ficaram danificadas, com telhas quebradas e cômodos alagados. 

De acordo com o levantamento feito pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), nas últimas 24 horas daquele dia, o município registrou 98,6 milímetros de chuva. 

A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil emitiu parecer técnico, no dia 3 de junho de 2026, manifestando-se favoravelmente ao reconhecimento da “Situação de Emergência” no município.

Em casos de emergência ou de calamidade pública, fica dispensado o processo de licitação para aquisição dos bens necessários ao atendimento da população, serviços e contratação de obras.

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