Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Em aúdio, Bolsonaro elogia Nioaque
e promete visita durante mandato

Presidente eleito já morou no município por 3 anos

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O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) elogiou o município de Nioaque em mensagem de aúdio enviada ao militares do 9° Grupo de Artilharia de Campanha do Exército Brasileiro onde serviu como segundo tenente entre os anos de 1979 à 1981. Na mensagem enviada aos combatentes, Bolsonaro elogiou o município e prometeu uma visita durante seu mandato como presidente.

Na mensagem, Bolsonaro contou um pouco dos momentos em que viveu em Nioaque, que segundo ele fez parte de sua trajetória. “É motivo de satisfação e de orgulho dirigir a palavra a todos vocês e dizer que os momentos que passei ai por 3 anos onde tive o primeiro filho, obviamente marcaram minha vida”.

Além de contar um pouco da história, o presidente eleito elogiou o município onde viveu por 3 anos e prometeu voltar em  breve. “Uma cidade pequena e acolhedora com uma grande unidade militar do nosso Exército Brasileiro. Nioaque com certeza vai fazer parte, como já fez e vai fazer ainda mais da história do nosso Brasil, tendo em vista a situação política que nos encontramos. Em havendo oportunidade, obviamente  visitaremos essa inesquecível e querida Nioaque”, disse.

Bolsonaro finalizou a mensagem se despedindo dos combatentes. “Prezados combatentes mais uma vez um abraço a todos vocês e estamos juntos irmanados no futuro do nosso brasil, até breve”, finalizou.  

ÚLTIMA VISITA

No ano passado, Bolsonaro veio à Capital em Julho e visitou a cidade de Sidrolândia. Em seguida, partiu para Nioaque, onde  participou da celebração dos “150 Anos da Retirada da Laguna”, após ser convidado pelas autoridades locais e pelo deputado estadual, Coronel David, que organizou a vinda do candidato. Bolsonaro prestigiou o evento da cidade onde serviu o Exército, entre os anos de 1979 à 1981 como Segundo Tenente.

Confira o áudio abaixo:

 

Empurra-empurra

Organização do show do Guns culpa os órgãos públicos por trânsito caótico na BR-262

Confusão e trânsito parado por horas fez com que muitos fãs não conseguissem chegar a tempo para o show

10/04/2026 14h30

Show reuniu 35 mil fãs, mas muitos ficaram presos do congestionamento

Show reuniu 35 mil fãs, mas muitos ficaram presos do congestionamento Divulgação/ Por cima de CG

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O congestionamento gerado pelo show internacional da banda Guns N' Roses em Campo Grande resultou em um jogo de "empurra-empurra" entre a organização do evento e os órgãos públicos. 

Com mais de 13 quilômetros de trânsito parado na rota do show na noite desta quinta-feira (9) e as mais de cinco horas de espera para motoristas conseguirem sair do estacionamento do Autódromo Internacional, ninguém assume a culpa do caos. 

Em nota, a assessoria de imprensa do evento colocou a responsabilidade da organização do trânsito nos órgãos públicos, já que "a organização privada não possui competência legal para intervenção em rodovias federais ou no sistema viário urbano". 

"A gestão, o ordenamento e a operação do trânsito são atribuições dos órgãos públicos, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro. A realização do evento ocorreu com autorização formal e com pleno conhecimento das condições de acesso por parte das autoridades responsáveis", escreveu o documento. 

Diferente do que foi dito pela PRF, a organização afirmou que a abertura dos portões aconteceu um minuto antes do horário previsto, às 15h59. No entanto, a capacidade estrutural foi insuficiente para aguentar o deslocamento simultâneo de mais de 35 mil pessoas, já que a pista de acesso ao local era simples e de via única. 

"A operação contou com efetivo da Polícia Rodoviária Federal, uso de drones, radares móveis, restrição de veículos pesados ao longo do dia e fiscalização com bafômetros. Ainda assim, a capacidade física da via não suportou o volume simultâneo de veículos". 

"A realização de um evento dessa magnitude exige coragem, planejamento e capacidade de execução. Também expõe, de forma inevitável, os limites de uma cidade que ainda não havia operado uma logística desse porte. O que se verificou não foi ausência de planejamento, mas o encontro entre uma demanda comprovada e uma infraestrutura que precisa evoluir", escreve outro trecho. 

A nota ainda ressaltou que todas as etapas que estavam sob responsabilidade da organização do show foram realizadas seguindo o planejamento aprovado.. 

"A organização segue à disposição para o diálogo com autoridades e sociedade, com o objetivo de contribuir para o aprimoramento das condições necessárias à realização de eventos futuros em Campo Grande", finaliza a nota. 

Congestionamento 

Com aproximadamente 13 quilômetros de congestionamento na Avenida João Arinos, única via de acesso ao Autódromo Internacional, cerca de 30% do público não conseguiu chegar ao show inédito nesta quinta-feira (9). 

Vários relatos nas redes sociais mostraram fãs presos no trânsito por até seis horas, tentando chegar no evento. Muitos deixaram os carros no meio do caminho e seguiram a pé, outros pegaram carona de motociclistas que tentavam furar a fila, e ainda houveram relatos de motoristas que conseguiram vias alternativas. 

O grande número de veículos na rodovia fez com que muitos fãs não conseguissem assistir ao show, gerando revolta e decepção. 

A reportagem tentou contato direto com a Santo Show, responsável pelo evento, para entender qual será o posicionamento adotado, inclusive se o dinheiro das pessoas que compraram ingressos e não conseguiram chegar no evento será ressarcido. 

A empresa não respondeu aos questionamentos. Na rede social oficial, nenhuma postura ou pronunciamento foi dado e os comentários nas postagens recentes do perfil oficial sobre o show em Campo Grande foram desativados. 

Na sua página pessoal, o dono da Santo Show, Valter Júnior, disse que as dificuldades foram causados por "fatores externos". Leia na íntegra:

"Não se trata de uma nota oficial, mas sim de um posicionamento pessoal. 

Foram meses de planejamento, diversas reuniões junto à PRF e aos órgãos reguladores, buscando organizar tudo da melhor forma possível. Ainda assim, enfrentamos dificuldades em relação a fatores externos, sobre os quais não temos autoomia, como a grande quantidade de ambulantes e estacionamentos clandestinos ao longo da rodovia. Reforçamos a comunicação com o público, pedimos, e quase imploramos, para que chegassem mais cedo, justamente por se tratar de uma experiência inédita para a nossa cidade. Inclusive, conseguimos segurar a banda por 1h30 para permitir que o maior número possível de pessoas acessasse a área do evento. E, dentro do espaço, tudo aconteceu de forma impecável. Quem esteve presente pôde viver um momento único. Em resumo, é muito difícil controlar o que está fora do nosso alcance. Sigo acreditando na nossa cidade e tenho certeza de que demos um pequeno, mas importante, passo."

O espaço segue aberto para a resposta oficial da empresa. 

março

Disparada nos preços do diesel e gasolina puxa alta inflação em Campo Grande

Após fevereiro de alívio, combustíveis pressionam transportes, encarecem alimentos e mudam cenário na Capital

10/04/2026 13h00

A alta do diesel ocorre em um contexto de aumento recente dos combustíveis, influenciado pelo cenário internacional do petróleo

A alta do diesel ocorre em um contexto de aumento recente dos combustíveis, influenciado pelo cenário internacional do petróleo Gerson Oliveira

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Após registrar uma das menores inflações do País em fevereiro, Campo Grande teve aceleração no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em março, que fechou em 0,93%. O resultado representa alta de 0,75 ponto percentual em relação ao mês anterior, quando o índice havia sido de 0,18%.

Com isso, a Capital ficou levemente acima da média nacional, que foi de 0,88% no período.

O principal impacto veio do grupo Transportes, que avançou 2,15% e respondeu por 0,47 ponto percentual do índice geral. Entre os itens, o destaque foi o óleo diesel, que registrou aumento de 14,05%, além da gasolina (4,59%) e do ônibus interestadual (4,45%).

Mesmo com variação menor, a gasolina teve o maior peso individual no índice, devido à sua maior participação no consumo das famílias.

Diesel influencia custos e efeito chega aos alimentos

A alta do diesel ocorre em um contexto de aumento recente dos combustíveis, influenciado pelo cenário internacional do petróleo. Por ser essencial no transporte de mercadorias, o combustível tem impacto direto nos custos logísticos.

Esse efeito tende a se refletir no preço final de diversos produtos, especialmente alimentos, o que ajuda a explicar a pressão observada no grupo Alimentação e bebidas em março.

O grupo subiu 1,50% e contribuiu com 0,33 ponto percentual no índice. A alta foi puxada principalmente pela alimentação no domicílio, que avançou 1,72%.

Produtos básicos tiveram aumentos expressivos, como repolho (43,85%), cebola (33,68%), tomate (20,84%), feijão-carioca (18,81%) e ovo de galinha (12,53%), além das carnes (1,72%).

O resultado de março marca uma mudança em relação a fevereiro, quando a inflação mais baixa em Campo Grande foi influenciada pela queda nos preços de alimentos e energia elétrica.

Entre os demais grupos, também registraram alta Artigos de residência (1,08%), Vestuário (0,91%), Despesas pessoais (0,77%), Comunicação (0,22%) e Educação (0,15%).

Por outro lado, Habitação (-0,24%) e Saúde e cuidados pessoais (-0,07%) apresentaram recuo e ajudaram a conter uma inflação ainda maior no mês. A queda na habitação foi influenciada principalmente pela redução de 0,92% na energia elétrica residencial.

No acumulado do ano, o IPCA em Campo Grande soma 1,59%. Já nos últimos 12 meses, o índice está em 2,66%.

Já no cenário nacional, no Brasil, a inflação acumula alta de 1,92% no ano e de 4,14% em 12 meses.

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