Cidades

PONTO TURÍSTICO

Em cinco meses, Bioparque Pantanal recebeu mil estrangeiros de 46 países

Ao todo, mais de 100 mil visitantes de 75 municípios de MS e 27 unidades federativas do Brasil visitaram o local

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Desde a inauguração, 1.019 turistas estrangeiros de 46 países, espalhados pelos seis continentes do mundo, visitaram o Bioparque Pantanal de março à agosto de 2022.

Ao Correio do Estado, a assessora de imprensa do Bioparque afirmou que os estrangeiros que visitaram o local são dos seguintes países:

  1. Alemanha
  2. Argentina
  3. Austrália
  4. Áustria
  5. Bélgica
  6. Bolívia
  7. Burundi
  8. Canadá
  9. Chile
  10. Chipre
  11. Singapura
  12. Cuba
  13. China
  14. Colômbia
  15. Costa Rica
  16. Camarões
  17. Dinamarca
  18. Emirados Árabes
  19. Equador
  20. Espanha
  21. Estônia
  22. Estados Unidos da América
  23. França
  24. Grã-Betanha
  25. Holanda
  26. Honduras
  27. Iêmen
  28. Irã
  29. Índia
  30. Ilhas Virgens (Inglaterra)
  31. Irlanda
  32. Israel
  33. Inglaterra
  34. Itália
  35. Japão
  36. Moçambique
  37. Noruega
  38. Paquistão
  39. Paraguai
  40. Peru
  41. Polônia
  42. Portugal
  43. Qatar
  44. Rússia
  45. Suíça
  46. Venezuela

Além disso, o local recebeu visitas de 75 dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul e mais de 100 mil visitantes das 27 unidades federativas do Brasil.

Em entrevista ao Correio do Estado, a diretora do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieiri, está contente pelo fato de o Bioparque estar sendo reconhecido em todo o mundo.

"Estamos muito felizes com os números positivos, saber que pessoas do Mato Grosso do Sul e do mundo estão tendo a oportunidade de conhecer a nossa biodiversidade, o nosso Pantanal. E o mais importante, além do lazer, oferecemos o conhecimento sobre as espécies, a estrutura arquitetônica, o espaço de modo geral".

A embaixadora do Canadá, Jennifer May, visitou Mato Grosso do Sul, passou pelo aquário e ficou encantada com o que viu.

“Foi incrível ter a oportunidade de conhecer, realmente dá uma noção incrível de como é a vida aquática do Pantanal, não apenas da forma como geralmente vemos acima do solo, mas também por baixo das águas”.

Visitas

O Bioparque Pantanal tem capacidade para receber nove mil pessoas por semana, sendo 1,5 mil na segunda, 2 mil na terça, 1,5 mil na quarta, 2 mil na quinta, 2 mil na sexta e mil aos sábados.

As visitas no local são divididas por categorias: escolas estaduais, escolas municipais e particulares, família, individual, associações, fundações, instituições, visitas técnicas de universidades e turistas. 

As visitas são guiadas e autoguiadas. Visita guiada é quando guias acompanham os visitantes durante todo o percurso. Visita autoguiada é quando existem guias em pontos estratégicos para darem informações. 

Pessoas interessadas em conhecer o Bioparque Pantanal podem visitar o local, de segunda-feira a sábado, com ou sem agendamento.

Para quem prefere agendar a visita, o agendamento está disponível semanalmente, toda segunda-feira, às 8 horas, no site do Bioparque. 

Para quem prefere visitar o local sem agendamento prévio, são disponibilizadas mil vagas extras, por ordem de chegada e distribuição de senhas.

Grupos escolares não podem visitar o Bioparque sem agendamento prévio. O agendamento para escolas permanece todo dia 16 de cada mês, a partir das 8h e deve ser realizado neste site. 

A entrada no Aquário do Pantanal será gratuita até 31 de dezembro deste ano.

Veja o número de vagas/dia e horário de distribuição de senhas para visitas sem agendamento.

 SegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
Vagas sem agendamento prévio5001.0005001.0001.000500
Vagas com agendamento prévio1.0001.0001.0001.0001.000500
Total de vagas por dia 1.5002.0001.5002.0002.0001.000
Horário distribuição de senhas (visita sem agendamento)9h30min e 15h8h e 13h30min9h30min e 15h8h e 13h30min8h e 13h30min8h

O Bioparque Pantanal é aberto para determinado grupo a cada dia da semana. Confira:

Dia da semana                                                                Público
Segunda-feira                                           Escolas estaduais
   Terça-feira                                               Público geral
  Quarta-feira                              Escolas municipais e particulares
  Quinta-feira                                                 Público geral
    Sexta-feiraAssociações, fundações, instituições, visitas técnicas de universidades
      Sábado                                                Público geral

Operação Ifrit

Operação da PF mira policiais de MS envolvidos com facções criminosas

O grupo é investigado por tráfico internacional de armas e drogas, lavagem de dinheiro, além de sequestros, torturas, atentados e homicídios

04/11/2026 07h30

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A Polícia Federal, junto com a Receita Federal do Brasil, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (4), a Operação Ifrit, para combater uma organização criminosa associada ao Primeiro Comando da Capital (PCC)  e ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC). A operação cumpre medidas judiciais em Mato Grosso do Sul e outros seis estados: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Rondônia. 

Após a Justiça Federal de Campo Grande autorizar as medidas judiciais, os agentes foram às ruas para cumprir 76 mandados de busca e apreensão, 25 mandados de prisão preventiva e um mandado de prisão temporária, além de três medidas de monitoração eletrônica e do afastamento de três policiais civis de suas funções públicas.

Em Campo Grande, os mandados são cumpridos nas ruas São Félix, Ceará e na avenida Cônsul Assaf Trad, no condomínio de luxo Alphaville. Em um dos endereços, os policiais encontraram arma, munições, apreenderam celulares e dinheiro em espécie.

Policiais envolvidos

De acordo com a PF, a investigação apura a atuação de uma organização criminosa transnacional liderada por um núcleo familiar e associada a facções criminosas, com participação de agentes públicos das forças de segurança, incluindo policiais civis e militares de Mato Grosso do Sul e um policial rodoviário federal.

O grupo é investigado por tráfico transnacional de drogas, tráfico internacional de armas e lavagem de dinheiro, além de crimes violentos, como sequestros, torturas, atentados e homicídios.

Segundo as investigações, a organização utilizava armamento, estruturas de apoio e veículos blindados para exercer controle territorial e intimidar rivais.

Onde atuavam?

A PF diz que a organização atuava principalmente na região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, com ramificações em outros estados brasileiros.

As investigações apontam que drogas e armas eram obtidas na Bolívia, no Peru e no Paraguai, abastecendo redes de distribuição no Brasil e rotas de tráfico de entorpecentes destinadas à Europa, especialmente Espanha e Portugal.

Saúde

Padilha defende proibição das bets e cita impacto no SUS

Ministro da Saúde participou de audiência pública no STF sobre o tema

03/11/2026 21h00

Walterson Rosa/MS

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta terça-feira (3) a manutenção da decisão do governo federal que proibiu o funcionamento das empresas que operam sites de apostas online, conhecidas como bets.

Durante audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater a proibição, o ministro disse que está preocupado com o impacto das apostas no Sistema Único de Saúde (SUS) e com a situação de pessoas que podem tirar a própria vida por estarem endividadas ou se tornarem vítimas da ludopatia (vício em jogos).

"A única e melhor solução para evitar suicídios, evitar pessoas viciadas, violência familiar, é mantermos a proibição das bets", afirmou.

Na avaliação do ministro, todos os países que legalizaram as bets registraram piora nos indicadores de saúde ligados ao jogos online.

Padilha também disse que o Brasil foi "o primeiro a ter a coragem" de proibir as bets.

"Não tem nenhum país que, ao legalizar as bets, reduziu o número de pessoas que procuram o serviço de saúde por conta da ludopatia, reduziu o risco de saúde, reduziu a violência familiar", comentou.

Dados

Durante a audiência, o ministro apresentou dados que mostram aumento de 200% na procura de atendimento no SUS por causa dos malefícios provocados pelas bets.

Os dados também mostram que 28 milhões de pessoas fizeram apostas nos 12 meses anteriores à proibição das bets. Desse total, cerca de 11 milhões apresentaram padrões de risco ou comportamento problemático.

Padilha citou que o governo federal já registrou 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão de CPFs para bloquear a realização dos jogos.

"Não é dinheiro que se perde, perde o controle da vida. Quarenta por cento deles [do total de 1,2 milhão] falaram que não aguentam mais perder o controle", completou.

Audiência

A audiência pública foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator dos recursos apresentados no Supremo pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).

As entidades pediram a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos online. A MP foi editada em setembro deste ano.

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