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Com ou sem agendamento, Bioparque recebe até 2 mil pessoas por dia; veja como garantir a vaga

Agendamento, para visitar o local, abre toda segunda-feira às 8h no site do Bioparque

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Pessoas interessadas em conhecer o Bioparque Pantanal podem visitar o local, de segunda-feira a sábado, com ou sem agendamento.

Para quem prefere agendar a visita, o agendamento está disponível toda segunda-feira, às 8 horas, no site do Bioparque. São mil vagas de segunda à sexta-feira e 500 aos sábados.

Para quem prefere visitar o local sem agendamento prévio, são disponibilizadas mil vagas extras, por ordem de chegada e distribuição de senhas.

Neste caso, o visitante pode chegar no aquário, sem comprovante de agendamento, e se dirigir à fila de espera para pegar uma senha.

As senhas são distribuídas às 9h30min e 15h na segunda e quarta-feira; 8h e 13h30min na terça, quinta e sexta-feira; e 8h no sábado.

Existem 500 vagas/dia extras, sem agendamento antecipado, às segundas, quartas-feiras e sábados e mil vagas/dia às terças, quintas e sextas-feiras.

Grupos escolares não podem visitar o Bioparque sem agendamento prévio. O agendamento para escolas permanece todo dia 16 de cada mês, a partir das 8h e deve ser realizado neste site.

Com isso, o Bioparque pode receber até duas mil pessoas/dia na terça, quinta e sexta-feira; 1,5 mil pessoas/dia na segunda e quarta-feira e mil aos sábados. A entrada é gratuita. 

 SegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
Vagas sem agendamento prévio5001.0005001.0001.000500
Vagas com agendamento prévio1.0001.0001.0001.0001.000500
Total de vagas por dia 1.5002.0001.5002.0002.0001.000
Horário distribuição de senhas (visita sem agendamento)9h30min e 15h8h e 13h30min9h30min e 15h8h e 13h30min8h e 13h30min8h

O Bioparque Pantanal é aberto para determinado grupo a cada dia da semana. Confira:

Dia da semana                                                                Público
Segunda-feira                                           Escolas estaduais
   Terça-feira                                               Público geral
  Quarta-feira                              Escolas municipais e particulares
  Quinta-feira                                                 Público geral
    Sexta-feiraAssociações, fundações, instituições, visitas técnicas de universidades
      Sábado                                                Público geral
Confira o passo a passo para efetuar o agendamento:
  1. Acesse este site
  2. Opte pelo cadastro individual (CPF) ou de grupo (CNPJ)
  3. Caso opte pelo cadastro individual, informe o tipo de visitante (turista, trade turístico ou público geral)
  4. Caso opte pelo cadastro de grupo, informe o tipo de visitante (escola municipal, escola privada, escola estadual, organizações da sociedade civil ou institucional) e a quantidade de pessoas do grupo
  5. Escolha o dia e horário disponível
  6. Voucher com data e horário da visita será gerado
  7. Imprima o voucher
  8. Faça o o check-in na bilheteria, com leitor de QR code e emissão de pulseira

Bioparque Pantanal

O local foi inaugurado em 28 de março de 2022, após onze anos em obras. O atrativo turístico é considerado como o maior aquário de água doce do mundo.

O Aquário do Pantanal, além de ponto turístico, também é centro de pesquisa da fauna pantaneira sul-mato-grossense. O local é equipado com laboratórios, bibliotecas e acervos históricos.

A construção do Aquário do Pantanal iniciou em maio de 2011, ainda na gestão do ex-governador André Puccinelli (MDB) e terminou na gestão do atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em 2022.

Foram 11 anos, 13 licitações e três mandatos de governo até conclusão da obra. O valor total investido na obra é de R$230 milhões, de acordo com Azambuja.  

O Aquário do Pantanal tem 19 mil m² de área construída, 33 tanques, sendo 23 internos e oito externos, além de um tanque de abastecimento e outro de descarte de efluentes. 

Indenização Milionária

Indenização de R$ 23,6 milhões é quase 5 vezes o custo de obra em Campo Grande

Decisão do TJMS mantém indenização de R$ 23,6 milhões por área desapropriada para obras de drenagem no Parque dos Poderes, que custaram R$ 4,8 milhões.

03/11/2026 19h21

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões.

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões. Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS.

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Uma área desapropriada pelo Governo de Mato Grosso do Sul para a construção de um sistema de drenagem em Campo Grande terá indenização de R$ 23,6 milhões, valor quase cinco vezes superior aos R$ 4,84 milhões investidos na execução da obra.

A decisão, relatada pelo desembargador Nélio Stábile, foi mantida por unanimidade pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), conforme acórdão divulgado no Diário da Justiça desta terça-feira (3).

O terreno possui aproximadamente 13,8 mil metros quadrados e fica na região do Parque dos Poderes, nas proximidades da Avenida do Poeta.

A desapropriação foi realizada para viabilizar intervenções de drenagem e controle de erosão na cabeceira do Córrego Joaquim Português, no Parque do Prosa.

A disputa judicial começou após a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) avaliar a indenização em R$ 5,76 milhões, em 2021.

Os proprietários contestaram o valor e defenderam uma compensação maior, considerando a localização e o potencial de aproveitamento imobiliário da área.

Conforme o processo judicial, figuram entre os proprietários envolvidos na desapropriação Cleverson Cezar Janiski, Anagildes Caetano de Oliveira, Vera Lucia Nahomi Hota de Oliveira, Elizeu Tomé e Maria Cristina Rodrigues Tomé.

Uma perícia judicial realizada posteriormente estabeleceu a indenização em R$ 23,59 milhões, com valores referentes a setembro de 2023. O montante considera tanto o terreno desapropriado quanto a desvalorização da área que permaneceu com os antigos proprietários.

Disputa envolveu avaliações de até R$ 56,8 milhões

A diferença entre os valores apresentados pelas partes foi um dos principais pontos analisados pelo Tribunal de Justiça.

Enquanto a Agesul tentou restabelecer a avaliação administrativa de R$ 5,76 milhões, os proprietários solicitaram a elevação da indenização para R$ 56,8 milhões, com base em um laudo particular.

Os desembargadores, entretanto, entenderam que a perícia judicial utilizou critérios adequados para avaliar o imóvel, considerando as características físicas do terreno, as condições de mercado e o potencial de desenvolvimento imobiliário.

Outro ponto considerado pela Justiça foi a desvalorização da parte do imóvel que permaneceu com os antigos proprietários.

Conforme a perícia judicial, a desapropriação provocou uma perda estimada em R$ 3,47 milhões no valor da área remanescente, principalmente pela redução significativa da frente do terreno para a via pública.

O Tribunal também rejeitou o pedido dos proprietários para elevar a indenização a R$ 56,8 milhões.

Segundo os desembargadores, a avaliação particular apresentada não demonstrou adequadamente os custos de infraestrutura, as restrições ambientais e os riscos relacionados a um possível empreendimento imobiliário no local.

Diante disso, a 2ª Câmara Cível rejeitou os recursos apresentados tanto pela agência estadual quanto pelos antigos proprietários, mantendo a indenização estabelecida na primeira instância.

Obra foi concluída em 2022

As intervenções realizadas na cabeceira do Córrego Joaquim Português foram concluídas em fevereiro de 2022, após aproximadamente 12 meses de execução.

Segundo informações divulgadas pelo próprio Governo do Estado à época, a obra recebeu R$ 4,84 milhões em recursos do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

Entre as estruturas construídas está uma bacia de contenção com capacidade para armazenar 36 milhões de litros de água da chuva, além de tubulações destinadas a direcionar o escoamento e reduzir os processos erosivos.

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões.Bacia de contenção construída na região do Parque dos Poderes tem capacidade para armazenar 36 milhões de litros de água da chuva. Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS.

O objetivo foi conter a degradação ambiental provocada pelo avanço da erosão e impedir que sedimentos continuassem sendo transportados até o lago do Parque das Nações Indígenas.

Embora a obra tenha sido concluída há mais de quatro anos, a discussão sobre o valor da desapropriação permaneceu na Justiça.

Indenização ainda poderá ser atualizada

O valor de R$ 23,59 milhões foi calculado com referência a setembro de 2023 e está sujeito aos critérios de atualização estabelecidos judicialmente.

A decisão também manteve o afastamento dos juros compensatórios solicitados pelos proprietários. Esses juros funcionam como uma compensação financeira pela perda do uso ou da renda de um imóvel após a desapropriação.

No entanto, a Justiça entendeu que não ficou comprovado que os donos do terreno deixaram de receber rendimentos em razão da intervenção do Estado.

 

vai à promulgação

PEC da Segurança Pública é aprovada por unanimidade no Senado

Texto prevê mudanças na estrutura da segurança pública e no combate ao crime organizado; Maioridade penal tramitará em projeto à parte

03/11/2026 18h41

PEC da Segurança foi aprovada por unanimidade no Senado

PEC da Segurança foi aprovada por unanimidade no Senado Foto: Jonas Pereira / Agência Senado

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O Senado aprovou nesta terça-feira, 3, em dois turnsos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, uma das principais apostas do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para 2026.

Em 1º turno, foram 73 votos a favor e nenhum contra e, em 2º turno, foram 75 favoráveis e nenhum contra. Com a aprovação, a PEC vai para promulgação.

A oposição queria usar a PEC da Segurança para aprovar uma redução da maioridade penal para 16 anos de forma geral e para 14 anos nos crimes hediondos, mas o plenário aprovou um requerimento para transformar em um projeto à parte as duas emendas que tratavam sobre o tema.

Apresentada pelo Executivo, a PEC 18/2025 reorganiza o sistema de segurança pública - com ampliação de atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por exemplo - e visa a fortalecer a integração entre as forças de segurança, sobretudo no combate ao crime organizado.

O texto prevê a criação de polícias municipais, de ouvidorias autônomas e do Sistema de Políticas Penais, para melhorar a administração do sistema prisional brasileiro. Além da destinação de mais recursos para a área da segurança, com a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição.

O presidente Lula tem sinalizado que, após a aprovação da PEC, criará o Ministério da Segurança Pública. A ideia é que a pasta centralize a interlocução com os Estados na área e coordene medidas para um combate ainda mais efetivo em relação ao avanço de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

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