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Escola Estadual Joaquim Murtinho passará por reforma de R$ 7 milhões

O resultado da licitação foi publicado nesta quinta-feira (1º) no Diário Oficial

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A Escola Estadual Joaquim Murtinho, localizada no centro da Capital, vai passar por reformas gerais com o custo de R$ 7,5 milhões. 

Foi publicado no Diário Oficial do Estado, nº 11.002, desta quinta-feira (1º) o resultado da licitação da reforma de uma das escolas mais antigas de Campo Grande, e ficará a cargo da empresa Montagna Estruturas Metálicas Eireli, no valor exato de R$ 7.567.911,80.

De acordo com o Diário Oficial, “o resultado foi devidamente adjudicado e homologado
à empresa vencedora pela autoridade competente”. 

O edital de abertura da licitação foi publicado pela Secretaria de Estado de Educação (SED) em 25 de outubro. "Poderá participar da presente licitação e apresentar proposta, toda e qualquer empresa, individual ou societária, cujo ramo de atividade seja compatível com o objeto desta licitação".

Em 2022, a Escola completou 100 anos de existência. Foi inaugurada no dia 13 de junho de 1922 como “Grupo Escolar”.

No dia 5 de junho de 1924 passou a se chamar Grupo Escolar “Joaquim Murtinho” assinado pelo governador de Mato Grosso Pedro Celestino Corrêa da Costa, na capital Cuiabá. O primeiro prédio da instituição foi projetado pelo arquiteto Camilo Boni, porém em 1974 foi demolido para ser reconstruído.

Histórica e tradicional, com mais de 1.500 alunos matriculados, em funcionamento nos três períodos, matutino, vespertino e noturno, a escola possui mais de 80 professores e é uma das poucas escolas com infraestrutura arquitetônica vertical de Campo Grande e do Estado.

As obras de reforma e reestruturação das escolas estaduais chegam a aproximadamente R$ 900 milhões de investimentos desde 2015, foram mais de 270 unidades reformadas nos últimos sete anos pelo Governo do Estado. 

Colaborou Léo Ribeiro

PROJETO SUCURIÚ

Arauco recebe as primeiras 108 máquinas para colher florestas

Previsão é que primeiro módulo de colheita inicie ainda neste ano, em dezembro

15/09/2026 13h00

Divulgação Arauco

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A multinacional chilena Arauco recebeu o primeiro lote da máquinas de colheitadeiras de eucalipto, principal matéria-prima para a produção de celulose de fibra curta no Brasil, e essencial para a estruturação das operações florestais do Projeto Sucuriú, localizado em Inocência, interior de Mato Grosso do Sul.

A chegada de 108 equipamentos marcam a transição da fase de planejamento para a de execução em campo, consolidando a montagem de uma das estruturas florestais mais modernas e avançadas do país.

A quantidade entregue é apenas uma parte inicial do aporte da ordem de R$ 500 milhões para 254 ativos de grande porte.

O lote inicial inclui 26 harvesters, que são máquinas para colheita de madeira, seis forwarders, máquinas para baldeio e 76 caminhões de apoio, que operarão em 10 módulos de colheita com potencial produtivo superior a 1,1 milhão de m³ de madeira por mês.

O diretor Florestal da Arauco, Ricardo Austin destaca que a aquisição valida a visão do Projeto Sucuriú a longo prazo e estabelecimento como referência global, além do compromisso com o desenvolvimento regional.

“Cada máquina representa um investimento no futuro da nossa operação e no desenvolvimento da região. Estamos construindo uma estrutura florestal de classe mundial, que alia tecnologia, segurança e pessoas qualificadas para garantir o abastecimento sustentável do Projeto Sucuriú e consolidar a presença da Arauco como referência global no setor florestal”.

Foto: Divulgação Arauco

A previsão é que a operação para o primeiro módulo de colheita dos 10 previstos inicie ainda em dezembro deste ano, e o segundo em fevereiro de 2027. Depois deste período os módulos devem iniciar atividade gradualmente entre 2027 e o início de 2028.

E quando estiverem em plena capacidade, o planejamento é de mobilizar cerca de 1,2 mil profissional para a colheita florestal, com operação de máquinas, mecânicos, motoristas, equipes de gestão e de suporte.

Devido a essa previsão, a Arauco já investe em qualificação profissional na mão de obra local. Em paralelo ao recebimento das máquinas, ocorre o Programa Colheita de Talentos, desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), John Deere e Komatsu, as duas das maiores fabricantes mundiais de máquinas pesadas.

Ao todo serão 700 operadores e mecânicos florestais, e a estratégia de qualificar os profissionais busca aliar a tecnologia e eficiência operacional aos altos padrões de segurança do trabalho estabelecidos pela multinacional. O objetivo é garantir sustentabilidade e previsibilidade do abastecimento de madeira.

Projeto Sucuriú

O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil e tem o investimento de US$ 4.6 bilhões. A construção inclui uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose por ano.

A área que está localizado ocupa 3.500 hectares, e fica a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência, interior de Mato Grosso do Sul, ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada oficial em operação é no final de 2027.

Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho, previstas para iniciar em breve devido à chegada dos maquinários.

Depois de iniciar a operação oficial, o Projeto Sucuriú prevê empregar cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de logística.

O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentar aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos.

A Arauco assegura que em todas as fases de desenvolvimento do Projeto, ocorrem de maneira contínua com monitoramento e respeito a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, e mapeamento das áreas prioritárias para conservação.

PRIMT

Campo Grande renova contrato de R$10 milhões para compra de marmitex

Com acordo estendido até 15 de setembro de 2027, empresa deve faturar cerca de R$20 milhões com alimentação para beneficiários do Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho

15/09/2026 12h47

Aumento de um real no preço unitário do marmitex fez valor original do contrato saltar em quase meio milhão

Aumento de um real no preço unitário do marmitex fez valor original do contrato saltar em quase meio milhão Reprodução/Internet/FCA

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Assinado pelo diretor da Fundação Social do Trabalho (Funsat), João Henrique Lima Bezerra, com a empresa F.C.A Comércio de Alimentos e Eventos, o contrato de R$10 milhões para compra de marmitex para os participantes do Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho (Primt) foi prolongando por mais um ano pela prefeitura de Campo Grande. 

Conforme o aditivo publicado hoje (15) na edição do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), o prazo de vigência do contrato fica prorrogado agora por mais 12 meses, que contam a partir de amanhã (16) até 15 de setembro de 2027. 

Além disso, é revelado ainda o reajuste dos valores originais contratados, que segundo o Executivo da Capital baseia-se nos 5% referentes à variação do índice do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E). 

Na prática isso refletiria no aumento de um real no preço unitário pago por marmitex, que fica reajustado de R$19,69 para R$ 20,69, o que faz o valor original saltar em quase meio milhão de R$ 9.771.497,23 para um custo estimado em R$10.267.764,23. Ao fim do contrato, a empresa terá faturado um montante de R$20.133.513,46. 

Primt na prática

Versão repaginada do polêmico "Programa Assistencial de Inclusão Profissional" (Proinc), o Primt trouxe mudanças nos percentuais de reserva de vagas, que anteriomente eram de 3 e passaram para 5% para pessoas com deficiência que não recebem Benefício de Prestação Continuada (BPC), o mesmo para pessoas negra e indígenas devidamente cadastrados na Fundação Nacional do Índio (Funai).

Com a nova lei, o Primt passou a permitir que apenas funcionários de determinados serviços possam retornar ao programa após seis meses do fim do contrato, ficando autorizados trabalhadores das áreas de limpeza, conservação e consertos diversos em praças, escolas, centros infantis, centros sociais, unidades de saúde ou assemelhados, aparelhos e canteiros públicos.

Segundo dados em balanço sobre o segundo semestre de 2025, repassados pela Funsat para vereadores na Câmara Municipal de Campo Grande em 1° de abril deste ano, entre julho e dezembro do ano passado o programa somou R$ 26,1 milhões em investimentos.

O Primt nasceu com a Determinação de que o número de vagas não ultrapasse 15% do quadro de servidores efetivos ativos da Prefeitura de Campo Grande, que à época da criação correspondia ao limite de 2.610 pessoas. Por esses números, o programa contou no período com 1.231 beneficiários ativos até o fim de dezembro, com a grande maioria (73,7%) tratando-se de mulheres. 

No Primt, a faixa etária dos participantes gira entre 21 e 30 anos. No "ranking" dos principais órgãos que concentram esses beneficiários aparecem: 

  1. ° Secretaria Municipal de Educação (Semed), 
  2. ° Fundação Municipal de Esportes (Funesp), 
  3. ° Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e 
  4. ° Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS).

Pelo prazo de um ano o contrato estabelece a entrega de 496.267 marmitex. Além disso, os trabalhadores do programa recebem o benefício de vale-transporte, que segundo balanço concentraram quase dois milhões dos R$26,1 mi em investimentos no segundo semestre de 2025. 

 

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