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FIQUE ATENTO!

Especialista dá dicas de ergonomia para trabalhar em casa

Postura ereta na cadeira e fazer pausas regulares são algumas recomendações da fisioterapeuta

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Devido ao isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus), trabalhar em casa se tornou a realidade de muitas pessoas ao redor do mundo. E acadêmicos e alunos também precisaram se adaptar e continuar os estudos longe da sala de aula.

É neste momento que se deve prestar atenção como você trabalha ou estuda em frente ao computador ou laptop. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a  fisioterapeuta do Trabalho e Ergonomista Priscilla Santana Bueno ensina que o ambiente de trabalho deve reproduzir o posto na empresa.  

“Devemos procurar em casa reproduzir o ambiente com o qual já estamos habituados a trabalhar e estudar. Que seja um ambiente tranquilo, com uma cadeira confortável para que você tenha postura alinhada. E o computador deve estar num ponto onde se tenha boa iluminação”, explicou.

Sentar ereto na cadeira e manter os pés no chão são outros cuidados que a especialista recomenda. Quem trabalha sentado, o ideal conforme as dicas, é se levantar a cada 50 minutos e ficar 10 minutos em pé.  

“Vá ao banheiro, beba água, e, se possível, alongue-se um pouco. Também é importante estabelecer horários e pequenas pausas para alongar, desta forma evita-se o desconforto e garante-se melhor concentração”, finaliza Priscilla.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 85% da população mundial enfrenta ou vai enfrentar este mal durante o período de desenvolvimento de atividades em casa. A má postura pode provocar desvios como escoliose, hiperlordose e cifose e problemas mais graves como hérnia discal. Outras situações podem surgir como dores nas costas, dor na coluna cervical (pescoço) e até podem aparecer queixas como dor de cabeça, dores nas articulações e tendinites.

Cidades

Saúde receberá R$ 20 milhões para compra de medicamentos em Campo Grande

Senadora Tereza Cristina anunciou o recurso e secretário disse que será para atenção primária e média e alta complexidade

08/01/2026 19h21

Marcelo Vilela tomou posse como secretário de Saúde nesta quinta-feira

Marcelo Vilela tomou posse como secretário de Saúde nesta quinta-feira Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Campo Grande deve receber R$ 20 milhões que serão investidos na Saúde. A verba foi anunciada nesta pela senadora Tereza Cristina (PP), enquanto a destinação foi informada pelo secretário de Saúde, Marcelo Vilela, que tomou posse oficialmente nesta quinta-feira (8) como secretário municipal da Pasta.

Segundo a senadora, a verba já está empenhada e parte deve ser usada para a compra de medicamentos.

Marcelo Vilela disse que parte do dinheiro é de indicação para a atenção primária e parte para a média e alta complexidade, sem detalhar qual o montante para cada área.

O secretário, que assumiu a Pasta quatro meses após a queda da então titular da Pasta, Rosana Leite de Melo, em 30 de dezembro, disse ainda que os principais desafios encontrados apontado por pacientes, são a demora no atendimento e a falta de medicamentos, e garantiu que ambos já estão em fase de regularização. 

Conforme o secretário, a compra de remédios já foi iniciada e 80% dos medicamentos já estão no almoxarifado, enquanto outros insumos "estão chegando" para regularização nas unidades de saúde.

Já sobre a demora no atendimento, ele afirma é um problema multifatorial, sendo o principal deles a procura em unidades "erradas".

"A maioria dos pacientes vai atrás de acesso mais fácil nas UPAs [Unidades de Pronto Atendimento]. Temos 10 e, nessas dez, a pessoa acha que é o atendimento mais fácil, mas entra em uma classificação de risco e quando é azul ou verde, vai ficar esperando mais. Se for nos hospitais privados, acontece a mesma coisa, o paciente precisa de acesso que é na atenção primária, que resolve 70% dos problemas das UPAs", explicou.

Ele acrescenta que essa organização precisa ser implementada e estratégias serão feitas ao longo do ano para conscientizar a população a não procurar atendimento de urgência e emergência em casos de menor gravidade.

Na posse, Vilela afirmou também que sobre a denúncia de pacientes da falta de médicos nas unidades de saúde, há estratégias que serão implementadas ao longo do ano para diminuir o problema, sem detalhar quais.

"Hoje os nossos colegas [médicos] ficam sobrecarregados e a demanda fica muito alta. Se tirar a demanda alta da UPA, vai melhorar a qualidade do atendimento, temos o prontuário eletrônico que ajuda a organizar, mas existem outras estratégias que a gente vai implementar para até o fim do ano diminuir esse problema.

Ele volta a falar que a demanda nas UPAs de pacientes que não são de urgência e emergência gera uma espera maior, que causa "aflição" no paciente e recai sobre os profissionais. "Médicos são trabalhadores e a gente precisa organizar para não sentirem tanto a cobrança da sociedade".

Por fim, sobre a situação da Santa Casa, onde houve paralisação de alguns atendimentos sob alegação da falta de repasse da Prefeitura e Governo do Estado, o secretário explica que um acordo foi feito antes que ele assumisse a secretaria.

"A Santa Casa sempre foi uma parceira, a gente tem que reconhecer, mas, ao mesmo tempo, nós como gestores de saúde precisamos saber como está sendo utilizado o recurso. Estive com doutora Alir Terra [presidente da Santa Casa] e vamos voltar a conversar, o Estado também está com a gente", se limitou a comentar.

No entanto, ele afirma que parte da sobrecarga vem de dois principais fatores, sendo o não funcionamento eficaz da atenção primária e os pacientes do interior que buscam atendimento na Capital, gerando falta de leitos.

"É um desafio, porque quando faz levantamento, passa de 1,4 milhão de pacientes, a conta não fecha, mas é porque as pessoas não têm acesso lá [no interior] e vem para cá [Capital], mas temos um projeto de regionalização muito importante que o Estado está fazendo para, assim, diminuir o atendimento em Campo Grande", concluiu.

Posse

Além de Marcelo Vilela na Secretaria de Saúde, em solenidade realizada no Teatro do Paço Municipal, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, oficializou também a posse do novo comando das pastas de Governo e Fazenda.

Na Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov), Ulisses da Silva Rocha que já exerce a função desde novembro, continuará na função.

Para a Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento (Sefaz), foi empossado Isaac José Araújo, no lugar de Márcia Hokama, que pediu exoneração após licença médica.

A solenidade contou com a presença de diversas autoridades, incluindo a senadora Tereza Cristina, que, além da liberação de R$ 20 milhões para a saúde, destacou outros cerca de R$ 90 milhões para a execução do viaduto da “Coca-Cola”.

NOVOS TITULARES

Adriane troca comando de pastas e anuncia três novos secretários para Campo Grande

Ulisses da Silva Rocha assume a pasta da Segov; Marcelo Luiz Brandão Vilela é o novo titular da Sesau; e Isaac José Araújo substitui Márcia Hokama na Secretaria de Fazenda

08/01/2026 19h15

Ulisses da Silva Rocha (Governo), Isaac José Araújo (Fazenda) e Marcelo Luiz Brandão Vilela (Saúde)

Ulisses da Silva Rocha (Governo), Isaac José Araújo (Fazenda) e Marcelo Luiz Brandão Vilela (Saúde) Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Na tarde desta quinta-feira (8), a prefeita Adriane Lopes (PP) empossou, oficialmente, três novos secretários. São eles: Ulisses da Silva Rocha (Governo), Isaac José Araújo (Fazenda) e Marcelo Luiz Brandão Vilela (Saúde). Durante a posse dos titulares, a senadora Tereza Cristina destacou a liberação de R$ 20 milhões para a compra de medicamentos e cerca de R$ 90 milhões para a execução do viaduto da “Coca-Cola”.

Ulisses da Silva Rocha assumiu a Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov). O advogado, que já ocupa o cargo desde novembro do ano passado, continuará coordenando a pasta, com o objetivo de dialogar com a Câmara. Ele esteve presente nos últimos debates que envolveram a questão do aumento no IPTU.

Rocha entrou no lugar de Youssif Assis Domingos, que ocupou o cargo por apenas 10 meses e pediu para ser exonerado, alegando motivos pessoais e familiares. 

Para a Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento (Sefaz), foi empossado Isaac José Araújo, que estava no cargo de secretário adjunto. Em meio aas polêmicas financeiras da Capital, ele assume a vaga que era de Márcia Hokama, a qual estava afastada, com atestado médico por questões de saúde mental desde o dia 25 de novembro.

Ao Correio do Estado, Hokama confirmou que deixou a titularidade da Sefaz à pedido, em uma decisão própria previamente alinhada diretamente com a prefeita Adriane Lopes.

Já na Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), o comando agora é do médico urologista Marcelo Luiz Brandão Vilela, que já ocupou o cargo anteriormente, entre os anos de 2017 e 2019, na gestão de Marquinhos Trad.

Quatro meses após a queda da então secretária municipal de Saúde, Rosana Leite de Melo, Adriane anunciou Marcelo como novo titular da pasta antes de virar o ano, no dia 30 de dezembro.

Desde o início de setembro, a pasta vinha sendo administrada por um comitê intergestor, criado após a exoneração de Rosana. À época, a mudança ocorreu em meio a uma série de reclamações da população sobre a prestação dos serviços de saúde na Capital.

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