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SAÚDE

EUA liberam cirurgia de mudança de sexo em plano público para idosos

EUA liberam cirurgia de mudança de sexo em plano público para idosos

FOLHAPRESS

31/05/2014 - 12h15
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 O governo americano derrubou nesta sexta-feira (30) a medida que proibia a inclusão da operação de mudança de sexo na cobertura do plano de saúde federal para maiores de 65 anos, conhecido como Medicare.

O impedimento havia sido decretado em 1981, quando as cirurgias para mudança de sexo eram consideradas experimentais. Porém, as associações médicas americanas consideraram nos últimos anos o procedimento uma alternativa para quem sofre de disforia de gênero.

A Junta Departamental de Apelações do Departamento de Saúde considerou que a proibição não é válida "sob padrões razoáveis" nos dias atuais. Com isso, o procedimento deixará de ser rejeitado automaticamente pelo plano.

Agora, quem quiser se submeter à cirurgia passará por exames que verificarão a necessidade médica do procedimento. A partir destas análises preliminares, médicos e psicólogos determinarão se o paciente é apto à mudança de sexo.

A decisão é uma resposta à disputa judicial iniciada há dois anos pela transexual Denee Mallon, 74. Diagnosticada com um transtorno de identidade de gênero, ela teve negado seu pedido para reconstrução genital.

Em entrevista ao jornal "The New York Times", Mallon comemorou a decisão. "Essa é uma grande medida. Eu queria essa operação desde que eu tinha 11 anos de idade, quando eu soube que esse procedimento existia".

Em comunicado, o Centro Nacional de Direitos das Lésbicas considerou que a retirada da proibição "elimina uma barreira na cobertura do atendimento médico". O procedimento beneficiará cerca de 0,3% dos pacientes do plano federal.

"BURACÔMETRO"

Agesul promete remanejar equipes para tapar buraqueira na MS-141

Rodovia que liga Ivinhema a Naviraí desperta indignação dos usuários, em razão das condições precárias de trafegabilidade

14/10/2026 11h00

Buracos

Buracos "infinitos" na MS-141, entre Ivinhema e Naviraí Reprodução Facebook/Alípio Pereira

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Após reportagem realizada pelo Correio do Estado sobre buracos na MS-141, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) informou que está monitorando a situação da rodovia e que o trecho está no cronograma de obras de tapa-buraco.

Mas, para iniciar os reparos, depende de condições climáticas favoráveis. De acordo com a Agesul, é necessário que o tempo esteja firme com sol e sem possibilidade de chuva.

“A execução dos reparos, no entanto, depende da estabilidade do tempo. A região registrou mais de 160 milímetros de chuva desde a última sexta-feira até hoje, o que impossibilita tecnicamente o trabalho no pavimento, que não pode receber manutenção enquanto estiver úmido ou molhado, sob risco de comprometer a qualidade do serviço”, informou a Agesul por meio de nota enviada ao Correio do Estado.

A agência ainda afirmou que, assim que parar de chover, as frentes de tapa-buraco serão deslocadas para a MS-141.

"As equipes de manutenção, que atualmente atuam em frentes onde o clima está favorável, serão deslocadas para a MS-141 assim que as condições climáticas permitirem a execução dos trabalhos com segurança e durabilidade", complementou em nota.

O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio do programa MS Ativo, investe em obras de recapeamento, pavimentação asfáltica e drenagem urbana, no valor de R$ 3 bilhões, nos 79 municípios.

"BURACÔMETRO"

Vídeo de uma rodovia sul-mato-grossense esburacada chamou atenção de internautas e viralizou nas redes sociais.

MS-141, que liga Ivinhema a Naviraí, próximo a Usina Adecoagro, está cheia de buracos e desperta indignação dos usuários em razão das condições precárias de trafegabilidade.

Imagens gravadas em 9 de outubro de 2026 mostram diversas crateras espalhadas pela pista e evidenciam o estado de deterioração do asfalto.

Em alguns trechos, os buracos ocupam boa parte da via, obrigando motoristas a invadirem a contramão para desviar dos orifícios ou até mesmo reduzir a velocidade bruscamente e repentinamente, com risco de colisão traseira.

A situação preocupa quem utiliza a rodovia diariamente e coloca em risco a segurança de quem trafega pelo local. Alípio Pereira denunciou a situação e chamou a situação de “buracômetro”.

“Meu Deus do céu, cara! Difícil achar um lugar que não tem buraco aqui, viu. Está compensando arrancar esse asfalto e deixar na estrada de chão, bem melhor. Não tem condições um asfalto desse aqui. Se eu for filmar aqui, vou ficar o dia inteiro filmando e vai acabar a memória do meu telefone. Essa é a situação do nosso Brasil. Nossa Senhora. Imagina de noite o cara que não conhece a estrada. Jesus Cristo! Vergonha!", narrou no vídeo.

O vídeo foi publicado em 11 de outubro e, até às 12 horas de 14 de outubro, tem 725 curtidas, 464 comentários e 209 compartilhamentos.

Condenação

Homem é condenado a 12 anos e 6 meses por matar vizinho a tiros em Campo Grande

Crime ocorreu após desentendimento entre a vítima e o pai do réu, em agosto de 2021

14/10/2026 09h50

Divulgação: MPMS

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Um homem foi condenado a 12 anos e 6 meses de prisão por homicídio e porte ilegal de arma de fogo. A decisão foi proferida pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, após atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

O crime ocorreu em agosto de 2021, em Campo Grande, após um desentendimento entre vizinhos. Conforme os autos, o acusado foi visitar o pai e soube que a vítima teria feito ameaças de morte contra ele pouco antes.

Armado com um revólver calibre 38, o réu efetuou disparos contra a vítima em frente à residência do pai. Na tentativa de escapar, a vítima entrou em um carro, mas foi perseguida pelo acusado, que estava em uma motocicleta e continuou atirando em via pública.

Durante a fuga, o veículo colidiu. Mesmo ferida, a vítima ainda tentou fugir a pé, mas caiu no chão. Nesse momento, o acusado se aproximou e efetuou mais cinco disparos à queima-roupa. Os tiros atingiram o pescoço, o abdômen e os braços da vítima, que morreu no local. Após o crime, o réu fugiu sem prestar socorro.

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Bolivar Luís da Costa Vieira pediu a condenação do acusado por homicídio simples e porte ilegal de arma de fogo.

Também foram apresentados os antecedentes criminais do réu, que já cumpre pena em outro processo e possui condenações anteriores por crimes como homicídio qualificado, receptação e favorecimento pessoal.

A defesa pediu a absolvição do acusado e, alternativamente, a redução da pena por meio do reconhecimento do homicídio privilegiado. Para isso, alegou que o crime teria sido cometido sob violenta emoção, após uma discussão entre a vítima e o pai do réu. A defesa também pediu o afastamento da qualificadora do motivo torpe.

Os jurados reconheceram a autoria e a materialidade dos crimes. A qualificadora do motivo torpe foi afastada, e o réu acabou condenado por homicídio simples e porte ilegal de arma de fogo.

A pena foi fixada em 12 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado. Desse total, 10 anos correspondem ao homicídio e 2 anos e 6 meses ao crime de porte ilegal de arma de fogo.
 

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