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SAÚDE

Fonte de vitaminas, peixe ainda é pouco consumido no Centro-Oeste

Fonte de vitaminas, peixe ainda é pouco consumido no Centro-Oeste

BEATRIZ LONGHINI

13/11/2011 - 13h05
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Um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelou que no Centro-Oeste a população come apenas 1,62 kg de peixe por ano, quando que o recomendado é que seja ingerido 12 kg por pessoa, pelo menos 1 kg por mês.

Os dados são preocupantes já que o peixe é um alimento de alto valor nutricional, por ser fonte de minerais, como cálcio, fósforo, magnésio e selênio, além das vitaminas A, D, E e complexo B.

De acordo com a nutricionista Nathália Librelotto Lauretto o ideal é que o consumo de peixe seja feito pelo menos 2 vezes por semana. “Além de ser fonte de ômega-3, um ácido graxo que auxilia na redução do colesterol e triglicérides, reduzindo os riscos de doenças cardiovasculares, ele atua nas células do sistema nervoso melhorando a capacidade de concentração, memória e alterações de humor, além de exercer forte influência no fortalecimento do sistema imune”, explica.

Os melhores peixes para consumo são aqueles que tem um alto teor de proteínas e uma reduzida concentração de gorduras saturadas, como o salmão, arenque, truta, sardinha e o atum. “Apesar do processo de defumação não reduzir o valor nutricional do peixe, recomenda-se que o consumo de peixes enlatados seja moderado devido ao alto conteúdo de sódio, nutriente que em excesso provoca retenção de líquidos e pode aumentar a pressão arterial”, recomenda Nathália.

Como comprar?
Segundo a nutricionista é importante comprar o peixe sempre congelado e observar alguns sinais que indicarão a integridade e qualidade como: carne firme, escamas aderidas ao corpo, olhos salientes e brilhantes, guelras avermelhadas, brilhantes e não-viscosas, além do odor característico. “Existem diversas formas de se consumir o peixe, porém é interessante dar preferências às preparações assadas, grelhadas, molhos leves, acompanhado por um bom prato de salada e um tipo de cereal como o arroz”, ressalta.

Orientações para o congelamento
- Nunca congelar novamente um pescado que já foi descongelado.
- O ideal é congelar peixes inteiros sem as vísceras, uma vez que a pele é a melhor proteção do peixe.
- Nunca congelar diversas espécies em um mesmo recipiente ou embalagem. Separá-los em diferentes recipientes e de preferência, identificá-los com uma etiqueta com a data do congelamento.
- Sempre proteger o pescado com filme e sacos apropriados de primeiro uso.
- Não sobrecarregar o freezer durante congelamento.
(Fonte: Anvisa) 

Cidades

Suspeito de tráfico é preso ao fazer "delivery" de cocaína perto de escola em Dourados

Entorpecente seria entregue diretamente ao usuário, como em um serviço de entrega

08/02/2026 07h45

Foto: Reprodução / Dourados News

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Um homem de 28 anos suspeito de tráfico de drogas, foi preso após ser flagrado com porções de cocaína nas proximidades de uma escola municipal, na Vila Industrial, em Dourados. A ação aconteceu no fim da íltima sexta-feira (6), e a suspeita da polícia é de que ele realizava o chamado “disk-drogas”, modalidade em que o entorpecente é entregue diretamente ao usuário, como em um serviço de delivery.

De acordo com a Polícia Militar, equipes do Grupo Especializado Tático em Motocicletas (Getam), do 3º Batalhão, realizavam rondas por volta das 17h quando avistaram uma motocicleta Yamaha XT 660 estacionada na Rua Cabral, ao lado da Praça do Cinquentenário. O suspeito estava próximo ao veículo e foi abordado.

Durante a revista, conforme o portal Dourados News, os policiais encontraram, dentro de uma pochete, 32 porções de cocaína, além de R$ 200 em dinheiro. A quantia e a forma como a droga estava fracionada levantaram a suspeita de comercialização.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), onde permanece detido. Conforme a legislação, o caso pode ter agravante, já que o crime de tráfico teria sido cometido nas proximidades de uma unidade de ensino.

A abordagem ocorreu perto da Escola Municipal Maria da Rosa Antunes da Silveira Câmara, localizada em frente à Praça do Cinquentenário.

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Polícia quer apreender passaporte de envolvido na morte do cão Orelha

A meta é impedir que o acusado saia do país

07/02/2026 22h00

Cão Orelha

Cão Orelha Reprodução

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A Polícia Civil de Santa Catarina pediu a apreensão do passaporte do adolescente acusado da morte do cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. A solicitação foi feita à justiça. A Polícia Federal também foi comunicada sobre o pedido. O objetivo é impedir que o adolescente saia do país.Cão OrelhaCão Orelha

Em nota, a Polícia Civil disse que o Ministério Público (MP) do estado se manifestou favorável ao pedido.

“A instituição tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”, diz a nota.

Divergências

A investigação em torno do caso enfrenta divergências entre a Polícia Civil e o MP. Ainda na sexta-feira (6), o MP informou que requisitará à Polícia Civil, nos próximos dias, diligências complementares nas investigações realizadas a partir da morte do cão Orelha.

Segundo o MP, tanto a 10ª Promotoria de Justiça da capital, da área da Infância e Juventude, quanto a 2ª Promotoria de Justiça, da área criminal, concluíram pela necessidade de mais esclarecimentos e maior precisão na reconstrução dos acontecimentos.  

O Ministério Público disse que identificou lacunas que precisam ser completadas na apuração “da possível participação de adolescentes em atos infracionais análogos a maus-tratos contra animais, relacionados à morte de um dos cães”.  

Para a Polícia Civil há base legal para o pedido de internação do adolescente investigado pela morte do cão comunitário.

Possível coação

O órgão disse ainda que segue apurando a possível prática de coação no curso do processo e ameaça envolvendo familiares dos adolescentes investigados e um porteiro de um condomínio da Praia Brava. O MP disse que concluiu pela necessidade de ampliar e detalhar a apuração dos fatos e “irá requisitar diligências complementares à Polícia Civil, inclusive para confirmar a inexistência de relação dos supostos crimes com a agressão aos animais”.  

Na terça-feira (3), a Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre as agressões que levaram o cão Orelha à morte e pediu a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos no crime. 

Para conseguir provar a participação do autor - que não teve o nome revelado por ser menor de idade - as autoridades tiveram de recorrer à tecnologia importada e análise de imagens de câmeras de segurança.

Filmagens

Segundo informações da polícia, foram analisadas mais de mil horas de filmagens captadas por 14 câmeras. Além disso, 24 testemunhas foram ouvidas.

As imagens analisadas foram fundamentais para as autoridades, embora não existam gravações do momento do ataque ao animal. Foi através delas que os investigadores puderam verificar as roupas usadas pelo rapaz acusado no dia do crime, além de comprovar que ele havia saído de madrugada do condomínio onde mora.

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