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Foragido por descumprir medidas protetivas é encontrado morto no Rio Taquari

Homem fugiu de policiais que cumpriam mandado na terça-feira e corpo foi encontrado boiando nesta quinta

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Maycon Douglas Gama de Freitas, de 32 anos de idade, foi encontrado morto no rio, na zona rural de Coxim, nesta quinta-feira (18). Ele era considerado foragido desde o dia 3 de junho, por descumprimento de medidas protetivas de urgência no contexto de violência doméstica.

De acordo com a Polícia Civil, contra Freitas havia dois mandados de prisão preventiva, em razão da reiteração criminosa e do descumprimento das medidas protetivas.

Na última segunda-feira (15) os policiais receberam informações de que ele estaria escondido em uma chácara localizada nas proximidades da região conhecida como "Tapete Verde", a cerca de 40 quilômetros da área urbana de Coxim.

Equipes realizaram diligências no local, porém o suspeito não foi localizado.

Nova tentativa de captura foi realizada na terça-feira (16), quando policiais voltaram ao local após novas informações indicarem que o foragido permanecia na propriedade.

Por volta das 6h30, o homem foi visualizado, mas fugiu em direção à mata, às margens do rio, ao avistar os policiais. Após alguns minutos de perseguição, ele conseguiu escapar.

Outras equipes foram mobilizadas para reforçar as buscas, com a utilização também de um drone, mas o foragido não foi encontrado.

Nesta quinta-feira , a Polícia Civil foi novamente acionada, desta vez por pessoas que avistaram um corpo boiando no rio, em região que fica a aproximadamente 10 quilômetros do último local onde o foragido havia sido visto.

Policiais, acompanhados por equipe da Perícia Criminal, estiveram no local e realizaram os primeiros levantamentos.

Familiares compareceram ao local e reconheceram o corpo como sendo do homem que era procurado pela Justiça.

O corpo foi encaminhado para exame necroscópico, que irá determinar a causa da morte.

fronteira

Receita Federal apreende 5,3 kg de droga impregnada em camisetas

Roupas foram engomadas com cloridrato de cocaína e cachorro ajudou na indicação da presença do entorpecente

18/06/2026 17h59

Roupas foram engomadas com cloridrato de cocaína

Roupas foram engomadas com cloridrato de cocaína Foto: Divulgação

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Apreensão de drogas tornou-se uma rotina na fronteira de Corumbá com Puerto Quijaro (Bolívia), onde ônibus clandestinos de turismo transportam diariamente “mulas” do tráfico, que engolem cápsulas ou carregam o entorpecente em malas ou ocultam na roupa do corpo.

Ao meio-dia desta quinta-feira, agentes da Receita Federal se depararam com novo modus operandi: camisetas engomadas com substância analógica à cocaína. A identificação e apreensão da droga (5,3 quilos) ocorreu durante fiscalização no Posto Esdras, localizado próximo à fronteira, com auxílio de um cão farejador.

Uma mala abandonada no interior de um ônibus de transporte interestadual chamou a atenção dos agentes, com o animal indicando presença de entorpecente. A análise preliminar confirmou a suspeita: peças de vestuário, com características de destinação comercial, haviam sido engomadas com cloridrato de cocaína, apresentando manchas.

“Trata-se de uma técnica utilizada para dificultar a detecção e o transporte do entorpecente”, informou a Alfândega da Receita Federal em Corumbá, em nota.

O dono da mala (não etiquetada) não foi localizado. O material apreendido foi encaminhado à delegacia local da Polícia Federal.

Mercado Clandestino

Vigilância queima 1 tonelada de canetas emagrecedoras e esteróides irregulares em Dourados

Os produtos foram apreendidos em operações nos centros de distribuição dos Correios em todo o Estado

18/06/2026 17h45

Operação Visa Protege já apreendeu mais de 20 mil produtos irregulares

Operação Visa Protege já apreendeu mais de 20 mil produtos irregulares Divulgação/SES

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A Vigilância Sanitária de Mato Grosso do Sul (CVISA) realizou a incineração de quase uma tonelada de medicamentos e produtos irregulares que foram apreendidos durante fiscalizações em todo o Estado. 

A queima dos produtos aconteceu nesta quinta-feira (19), no município de Dourados, para dar fim a medicamentos emagrecedores do tipo GLP-1, canetas emagrecedores, peptídeos para fins estéticos e esteroides anabolizantes de origem estrangeira, que não possuam comprovação de procedência ou registro e regularização junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Os itens que foram destruídos foram recolhidos em operações da CVISA em centros de triagem e distribuição dos Correios e em transportadoras que atuam em Mato Grosso do Sul. 

Desde o mês de fevereiro de 2026, as ações já resultaram nno recolhimento e apreensão de mais de 20 mil produtor irregulares, um prejuízo estimado em mais de R$ 15 milhões. 

Para o gerente da Vigilância Sanitária Estadual, Matheus Pirolo, a incineração dos produtos ilegais marca uma nova etapa no enfrentamento ao comércio de medicamentos contrabandeados. 

“Em apenas quatro meses de operação, alcançamos um volume de apreensões sem precedentes. Do ponto de vista da Vigilância Sanitária, trata-se de uma iniciativa inédita no Brasil, resultado de um trabalho permanente de fiscalização e proteção da saúde pública”.

Mercado clandestino

De acordo com a CVISA, os produtos apreendidos não possuiam garantia de procedência, nem transporte adequado, armazenamento correto, controle sanitário e eram comercializados nos canais ilegítimos e não autorizados, como redes sociais, marketplaces e aplicativos de mensagens. 

Com o aumento da apreensão de produtos irregulares vindo pelos Correios, foi implementada a Operação Visa Protege nos centros de distribuição, com inspeções diárias de mercadorias vindos de região de fronteira. 

Para a Vigilância, os centros de distribuição dos Correios são considerados, atualmente, um dos principais desafios para o controle do comércio irregular de produtos. 

Grande parte dos materiais apreendidos são medicamentos para emagrecimento que exigem avaliação médica, prescrição e acompanhamento profissional para serem utilizados, reforçando outro desafio observado pela Vigilância que é a automedicação, sem nenhum controle sobre dosagem ou procedência. 

Para Pirolo, nas apreensões foram encontradas substâncias sem nenhuma autorização de comercialização nos países de origem e produtos com concentração real desconhecida, o que aumenta o risco de superdosagem e danos ao fígado, rins e pâncreas. 

“Muitas pessoas observam apenas o resultado imediato, que geralmente é o emagrecimento. Mas não sabem quais serão os efeitos a médio e longo prazo. Estamos falando de produtos que podem causar alterações importantes no organismo e que, muitas vezes, sequer têm sua composição conhecida”, alerta.

O gerente ainda reforça que s Vigilância Sanitária não é contrária ao uso de medicamentos, desde que sejam utilizados da forma correta. 

“Não somos contra os medicamentos. Essas tecnologias representam avanços importantes da indústria farmacêutica e podem trazer benefícios significativos quando utilizadas de forma adequada. O que combatemos é o uso irracional, sem prescrição, sem acompanhamento médico e sem dispensação em estabelecimentos regularizados”.


 

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