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Gabigol recusa proposta do Flamengo e empresário inicia negociações de saída

camisa 99 está visado no mercado. Diversos clubes monitoram a situação dele e podem fazer uma investida nos próximos dias. Palmeiras e Cruzeiro são alguns dos interessados.

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Gabigol e Flamengo voltaram a conversar sobre a renovação do contrato, mas o atacante recusou a oferta do clube. O cenário atual é de pessimismo sobre uma permanência. O empresário do jogador admitiu que já começa a trabalhar na saída.

O Flamengo ofereceu extensão até o fim de 2025 e aumento salarial de quase 50%. O tempo de contrato não agradou o jogador. A informação inicial foi do ge e confirmada pelo UOL.

Gabigol fica livre para assinar pré-contrato com outra equipe na segunda-feira. Ele tem vínculo até dezembro de 2024.

Clube e atleta ainda devem ter mais uma rodada de conversas. O acordo feito ainda no ano passado era de cinco anos de contrato, além da valorização salarial e luvas.

O empresário de Gabriel, no entanto, já admite trabalhar para uma saída. Em entrevista ao SporTV, Junior Pedroso explicou a situação do atleta.

"Não consegui mais conversar com o Bruno [Spindel] sobre renovação e agora o Flamengo foi direto no Gabriel com a proposta de um ano de contrato. Isso foi direto com o Gabriel, e ele estranhou. A gente imaginou que viria alguma coisa do Flamengo, mas nunca imaginamos que viria um ano de contrato. Independentemente dos termos financeiros. Óbvio que ele negou. Discutimos o tema e resolvemos começar a trablhar na saída dele do Flamengo. Isso é recente", afirmou Pedroso.

O empresário abriu a possibilidade de Gabriel deixar o Flamengo ainda em julho. "Se o Flamengo entende por bem que pode se aproveitar desse momento para exigir uma troca ou valor financeiro para liberar o Gabriel de forma antecipada, isso claramente poderia ser efetuado. Caso contrário, vai sair em dezembro livre. Depende da forma do clube o que eles preferem", disse.

"Gabriel está muito incomodado porque interfere na relação dele com o torcedor. Isso nunca vai acabar, o ciclo dele foi muito vitorioso no Flamengo. A gente gostaria que fosse diferente, mas precisamos entender que o clube tem uma gestão por trás."

O camisa 99 está visado no mercado. Diversos clubes monitoram a situação dele e podem fazer uma investida nos próximos dias. Palmeiras e Cruzeiro são alguns dos interessados. "Não avançamos em nenhuma negociação, mas houveram contatos de clubes e vamos retornar eles agora para entender o nosso próximo movimento" concluiu Pedroso.

ACORDO NÃO FOI ASSINADO

No final do ano passado, houve celebração informal entre as partes sobre a renovação. O presidente Rodolfo Landim, porém, não deu o aval para a conclusão da negociação. "Em outubro de 2023, selamos o acordo. Os dois ligaram e nos parabenizam pela extensão de cinco anos de contrato. Isso aconteceu com os pais do Gabriel, e no próprio CT, pelos termos que haviam sido construídos. A única objeção eram as renovação do Everton Ribeiro e Bruno Henrique, e entendemos", disse Pedroso.

O estafe de Gabigol estranhou a falta da documentação e de respostas. Depois desse acordo, segundo Pedroso, o Flamengo parou de responder o estafe e a imprensa passou a noticiar a dificuldade em aprovar a renovação internamente.

"A gente imaginava que poderia haver algum movimento no início do ano, mas nenhum movimento do lado do Flamengo aconteceu. Aconteceu o movimento do Corinthians, mas não abrimos negociação por respeito ao Flamengo. É o time onde ele tem identificação muito grande, ama o Rio de Janeiro, é bem feliz com o que construiu, apesar das investidas de outro clube do Brasil e de fora. Era o que ele queria. O Corinthians andou citando que oferecemos o Gabriel lá, que discutimos a negociação e isso nunca aconteceu. Recebi a informação que era o Flamengo que estava tentando concluir essa transferência", diz Pedroso.

Em maio, o Flamengo teria perguntado se Gabigol queria reabrir a negociação e teve sinalização positiva. "Eu expus que sim, entendemos que tivesse problemas jurídicos internamente, mas que estávamos dispostos a conversar. O Bruno não apresentou nada, papo informal, demos prazo até julho. O Gabriel não iria esperar até dezembro. Ele tem 27 anos e está em um ciclo importante na carreira", explicou o empresário.

 

*Informações da Folhapress 
 

INTERIOR

PRF-MS encontra uma tonelada de droga sobre carga de minério na BR-262

Diferente dos populares "mocós", substâncias foram alocadas por cima do carregamento legal de ferro

22/09/2026 12h59

Apreensão foi feita nas imediações do quilômetro 600 da rodovia BR-262

Apreensão foi feita nas imediações do quilômetro 600 da rodovia BR-262 Reprodução/PRF-MS

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Ainda nas primeiras horas da madrugada de hoje (22), nas imediações do quilômetro 600 da rodovia BR-262, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam quase uma tonelada de substâncias entorpecentes no município de Miranda, droga essa que estava apenas colocada sobre um carregamento de minério. 

Conforme repassado pela PRF, o carregamento ilícito não tratava-se de apenas um tipo de substância, sendo encontrado tanto pasta base e cloridrato de cocaína como porções de skunk, que respondiam pela maior parte desta carga. 

Abordado pelos agentes, o motorista disse primeiramente aos policiais que estaria fazendo transporte de minério de ferro, e que seu destino seria o Estado de Minas Gerais, aproximadamente  974 quilômetros do município sul-mato-grossense. 

Entretanto, esse motorista em questão teria apresentado comportamento suspeito, fornecendo segundo a PRF informações contraditórias sobre a logística do frete.

Durante a inspeção minuciosa ao veículo, no segundo semirreboque os agentes identificaram logo de cara a carga ilícita disposta sobre o carregamento de minério de ferro. Confira: 

Ao todo, segundo balanço da PRF, quase uma tonelada de droga foi localizada (974,6 quilos), substâncias entorpecentes identificadas e separadas nos seguintes pesos: 

  • 543 kg de skunk, 
  • 218,2 kg de pasta base e 
  • 213,4 kg de cloridrato de cocaína.

Diante do flagrante o motorista recebeu voz de prisão e, em conversa com os agentes, alegou que teria recebido a proposta de um homem após realizar uma parada em um restaurante. A oferta consistiria em uma determinada quantia de dinheiro para que as substâncias entorpecentes fossem trazidas até Campo Grande.

Vale lembrar que cargas de minérios há tempos tem sido usadas como "máscaras" para o tráfico de drogas, como os mais de 800 quilos encontrados entre esse tipo de carregamento em dois dias em abril neste 2026. 

Antes disso, ainda em fevereiro deste ano outra carga foi interceptada também na BR-262, na tentava passar substâncias entorpecentes entre carregamento lícitos, sendo 391 kg de cocaína e 247 Kg de maconha localizados nessa ocasião em um bitrem, que transportava minério de ferro

Skunk? 

Substâncias entorpecentes mais "refinadas" e de alto valor comercial, há tempos são feitas apreensões de drogas que chamam atenção pelos nomes, como Skunk e Dry, que muitas vezes levantam dúvidas sobre o que exatamente está sendo falado.

Com mais de meia tonelada deste carregamento ilícito tratando-se da droga chamada de "skunk", aqui cabe explicar a diferença desse subproduto da maconha. 

Com propriedades que vão muito além de "fazer a cabeça", tendo até mesmo um "primo careta", o cânhamo - um anagrama da palavra maconha conhecido em inglês como "Hemp" -, a planta de nome científico "cannabis" serve de também de matéria prima para tipos específicos de entorpecentes. 

Enquanto o cânhamo por sua vez possui um nível baixíssimo do chamado tetrahidrocanabinol, esses batizados de "skunks" seriam justamente as substâncias fabricadas para possuir maior concentração de THC. 

Em outras palavras, os cultivadores em busca de uma "maconha mais forte" cruzam subespécies diferentes de cannabis através da botânica, em busca de sensações específicas, posteriormente separadas em "correntes", indo desde as sativas para maiores picos de agitação pelo THC ou até “índicas” através do CBD, que não é psicoativo e pode ajudar em tratamentos terapêuticos como anti-inflamatório, anticonvulsivante e ansiolítico e mais.

 

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Decisão Judicial

Mulher receberá R$ 10 mil após ter dados usados em anúncios de serviços sexuais

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul entendeu que a plataforma falhou ao não impedir novas publicações depois da primeira denúncia

22/09/2026 12h15

Divulgação/TJMS

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Uma plataforma digital de anúncios, foi condenada a pagar R$ 10 mil reais por danos morais a uma mulher que teve sua imagem vinculada de forma indevida em anúncios de serviços sexuais. A condenação foi obtida através da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. 

De acordo com o processo, a vítima teve seu nome, fotografias, telefone e endereço divulgados e utilizados, de forma indevida, em anúncios sexuais.

Segundo os autos, terceiros utilizaram os dados pessoais e imagens da moça, sem autorização para criar anúncios na plataforma. Após a publicação no site, a vítima começou a receber contatos e mensagens de pessoas que possuíam interesse na contratação de supostos serviços. 

A vítima entrou em contato com a plataforma sobre a fraude e o primeiro anúncio foi retirado, porém os novos anúncios foram feitos posteriormente, desta vez contendo seus dados. Dessa forma a vítima fez novo apelo para retirada do anúncio.

A empresa responsável por coordenar a plataforma, fez um recurso, alegando que apenas hospedava conteúdos produzidos por terceiros e que não poderia ser responsabilizada pelas publicações.

A plataforma sustentou que adotou as providências necessárias após ser comunicada sobre os anúncios, além de questionar a fundamentação da sentença e a legitimidade para responder à ação. 

Porém a relatora do caso, rejeitou os argumentos, pois a responsabilidade da plataforma não decorre de simples hospedagem de conteúdo publicado por terceiros nem da existência de um dever de monitoramento prévio de todas as publicações. 

Após tomar conhecimento inequívoco do uso fraudulento da imagem e dos dados pessoais da vítima, a plataforma deveria ter adotado medidas eficazes para impedir novas publicações. 

No entanto, a republicação dos anúncios após a primeira denúncia evidenciou que as providências adotadas foram insuficientes.

Na decisão ficou destacada que a divulgação do nome, imagem, telefone e endereço da vítima associadas à prestação de serviços sexuais, configura-se violação aos direitos da personalidade. 

A magistrada responsável pelo processo, Denize de Barros Dodero, declarou que a situação ultrapassou os limites dos meros aborrecimentos cotidianos, atingindo a privacidade e a dignidade da vítima.  

Dessa forma, foi mantida a indenização fixada em R$ 10 mil, considerada adequada diante da gravidade da ofensa, da repercussão do caso e da republicação do conteúdo na plataforma, mesmo após a primeira denúncia realizada pela vítima. 

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