Um armazém, contendo cerca de 100 mil toneladas de soja, foi inundado, tornando-se uma das vítimas principais das enchentes no Rio Grande do Sul.
A força das águas comprometeu a estrutura do armazém, resultando em rompimentos significativos. A empresa explicou que as rachaduras na estrutura foram ocasionadas pela pressão dentro do armazém, causando vazamentos.
O local afetado está situado próximo aos bairros Mathias Velho e Harmonia, os quais foram os mais atingidos em Canoas.
Avaliação e Recuperação: O Caminho à Frente
A Bianchini ainda está calculando o prejuízo causado por esse evento. A empresa Bianchini que uma parte das dezenas de milhares de toneladas de soja pode ser recuperada, mas a magnitude do impacto ainda está por ser determinada.
"Estamos monitorando de perto a situação, priorizando a segurança de nossa equipe. Estamos comprometidos em fornecer todo o suporte necessário, especialmente àqueles diretamente afetados por esse evento climático", disse Arlindo Bianchini, diretor-presidente da empresa.
A fábrica da Bianchini em Rio Grande, felizmente, não foi afetada. A empresa assegurou que suas operações estão normais, tanto na fábrica quanto nos armazéns estabelecidos na cidade, assim como em seu terminal portuário privado no porto de Rio Grande, operando dentro das condições autorizadas pela Autoridade Marítima.
A Bianchini é reconhecida como uma processadora de soja e produtora de biodiesel. Seu armazém afetado em Canoas tem capacidade para armazenar uma variedade de produtos, enquanto em Rio Grande, a empresa possui capacidade substancial para armazenamento de graneis líquidos e grãos. Com uma significativa participação no mercado, a Bianchini comercializa milhões de toneladas de grãos anualmente, desempenhando um papel importante na economia agrícola do Rio Grande do Sul e do país como um todo.
** Com FolhaPress



