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Governo abre quinta licitação do Aquário do Pantanal

Desta vez, certame quer empresa para cenografia dos tanques

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A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) de Mato Grosso do Sul abriu mais uma licitação para concluir as obras do Centro de Estudos e Pesquisas da Ictiofauna do Pantanal, o Aquário do Pantanal. O aviso de abertura foi publicado na edição desta sexta-feira (21) do Diário Oficial Eletrônico (DOE).

Esse já é o 5° processo licitatório lançado após a retomada das obras, que aconteceu em novembro de 2019. Desta vez, o certame visa contratar empresa para fazer a cenografia dos tanques.

Além da cenografia dos tanques, outras quatro licitações para a conclusão das obras já foram lançadas. Hoje, já estão sendo executados os serviços de substituição dos vidros e a conclusão da cobertura metálica. Já os trabalhos para a conclusão do revestimento de alumínio composto (forro e monocapa) e da impermeabilização dos tanques começarão assim que os trâmites do certame aberto sejam concluídos.

HISTÓRICO

Iniciada em 2011, a obra estava parada desde 2014 e sofreu com o desgaste em decorrência do tempo e do abandono. Orçada inicialmente em R$ 84.749.754,23, a obra inacabada já consumiu mais de R$ 240 milhões do cofre do governo do Estado.

Em um novo levantamento, realizado no ano passado, foi apontado que seriam necessários R$ 40 milhões para recuperar o que foi danificado com o tempo e concluir a construção.  

“Sobre investimentos anteriores, a atual gestão do Governo do Estado não se pronuncia e se restringe a falar apenas dos valores de retomada de obra”, diz nota da Agesul divulgada neste mês.

Instalado no Parque das Nações Indígenas o centro de pesquisa contará com 32 tanques (24 internos e oito externos) da ictiofauna pantaneira (peixes e répteis), mais de 5,4 milhões de litros de água e um sistema de suporte à vida com condições reais do habitat.

O objetivo é fazer do espaço um centro de referência em pesquisas e, para isso, o empreendimento também terá um museu interativo, biblioteca, auditório com capacidade para 250 pessoas, sala de exposição e laboratórios de pesquisa para estudantes, cientistas e pesquisadores.

Calendário escolar

Ano letivo de 2027 terá início em 3 de fevereiro nas escolas municipais

Escolas terão de 4 de janeiro a 2 de fevereiro para realizar matrículas, atender a comunidade e organizar as turmas

04/11/2026 10h50

Escola Municipal fica localizada no bairro Monte Castelo

Escola Municipal fica localizada no bairro Monte Castelo Reprodução/arquivo pessoal

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Por meio do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), publicado na manhã desta quarta-feira (4), a Prefeitura anunciou o calendário escolar de 2027. As aulas na Rede Municipal de Ensino (REME), estão previstas para começar no dia 3 de fevereiro de 2027. 

A publicação também estabelece as regras para organização do ano escolar, do ano letivo e do calendário das instituições municipais de ensino. 

Antes mesmo do início das aulas, previsto para o dia 4 de fevereiro, as escolas passarão por um período destinado ao atendimento da comunidade, que serve para a realização de matrículas e organização das turmas. Esse prazo se inicia no dia 4 de janeiro e vai até o dia 2 de fevereiro de 2027.

De acordo com a publicação, o calendário deverá garantir 200 dias letivos, que devem ser distribuídos em quatro bimestres. Segundo o diário, os bimestres serão repartidos da seguinte forma: o primeiro bimestre será realizado de 3 de fevereiro a 30 de abril; o segundo, de 3 de maio a 14 de julho. 

O terceiro, vai de 2 de agosto a 30 de setembro; e o quarto bimestre terá duração até 9 de dezembro nas escolas de educação infantil e ensino fundamental, ou até 14 de dezembro nas EMEIs.

Nas unidades que oferecem educação infantil e ensino fundamental, o encerramento do ano letivo está previsto para o dia 9 de dezembro. Já nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), as atividades letivas seguirão até o dia 14 de dezembro. 

Entre os dias 15 e 17 de dezembro, as unidades deverão cumprir atividades de atendimento ao público e encerramento do ano escolar.

A jornada pedagógica, voltada à preparação dos profissionais para o início do ano letivo, será realizada nos dias 3, 4, 5, 11 e 12 de fevereiro. Na sequência, as atividades serão interrompidas durante o recesso de Carnaval, previsto para os dias 8, 9 e 10 de fevereiro.

O calendário ainda estabelece períodos de férias para docentes e estudantes. Pegando o gancho das férias de final do ano de 2026, as férias continuam até 2 de fevereiro. De 15 a 30 junho, está previsto o recesso de meio de ano e as férias de final de ano se iniciam no dia 20 de dezembro.

Apesar de ter um calendário com datas pré definidas pela Secretaria Municipal de Educação (SEMED), a publicação determina que cada escola elabore seu próprio calendário, com colaboração da direção, coordenação e todo o corpo docente  escolar, respeitando as datas e orientações já pré definidas.

Serviço

  •  Período de matrículas e atendimento ao público: 4 de janeiro a 2 de fevereiro de 2027  
  •  Início das aulas: 3 de fevereiro de 2027  
  •  Total: 200 dias letivos  
  •  Férias de meio de ano: 15 a 30 de julho  
  •  Encerramento do ano letivo no ensino fundamental: 9 de dezembro  
  •  Encerramento do ano letivo nas EMEIs: 14 de dezembro
     

obras

Após vídeo de 'buracômetro' viralizar, Estado inicia obras em rodovias do Vale do Ivinhema

Pacote de R$ 100 milhões deve garantir estabilidade da MS-141 e outras seis vias até obras de recuperação que iniciam em 2027

04/11/2026 10h30

Divulgação / Saul Schramm/Secom-MS

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Em menos de um mês do vídeo que viralizou nas redes sociais expondo a buraqueira da MS-141, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) iniciou obras de manutenção na via, bem como de outras seis rodovias localizadas na região do Vale do Ivinhema.

As obras são parte do programa Pro Reveste, com um pacote de R$ 100 milhões destinados para as rodovias MS-141, MS-480, MS-473, MS-276, MS-395, MS-134 e MS-475. O pacote foi alocado para as obras em outubro, mês que o vídeo do 'buracômetro', de Alípio Pereira, circulou nas redes sociais com inúmeros buracos alagados e condições precárias críticas na rodovia que liga Naviraí a Ivinhema.

Conforme nota anterior da Agesul enviada ao Correio do Estado, os reparos nas vias dependiam da estabilidade climática, apontando a chuva como principal vilã das condições das vias.

A resposta se confirma de acordo com o monitoramento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em que o município de Ivinhema registrou durante o mês de outubro o maior volume de chuva do ano, com 309 milímetros.

Desde então, durante as últimas semanas, as rodovias contempladas no pacote passaram a receber reparos emergenciais para restaurar segurança na trafegabilidade, pois assim como noticiou o Correio do Estado anteriormente, os motoristas estariam invadindo a contra-mão para conseguir desviar dos buracos a fim de amenizar os danos nos veículos.

O governador Eduardo Riedel afirmou que a demanda é fundamental devido a região ser um corredor estratégico, uma vez que a rota alcança uma das maiores fábricas de celulose do mundo, além de ser um plano preventivo que pretende segurar a qualidade da via para as obras futuras que iniciarão em 2027.

Obras para tampar buracos da MS-141 iniciaram como plano preventivo até obras definitivas de recuperação que iniciam em 2027 - Foto: Divulgação / Saul Schramm/Secom-MS

"Autorizei a Secretaria de Infraestrutura a alocar esses R$ 100 milhões para a gente poder fazer um trabalho emergencial, garantindo segurança e trafegabilidade naquela região. Essas ações dão uma sobrevida às rodovias, prolongam a vida útil do pavimento até o início das obras estruturantes do Crema, previstas para o primeiro semestre de 2027".

A estruturação de cerca de 730 quilômetros de rodovias no Vale do Ivinhema conta com apoio do Banco Mundial, operando dentro do modelo Crema, em que a empresa contratada será a responsável por realizar a manutenção e restauração da via por dez anos, com o objetivo de conservar a longo prazo o trabalho de apenas uma empresa.

Segundo informações do governo, enquanto as obras do Crema não iniciam, as equipes estão operando para devolver segurança no trajeto, redução do tempo de viagem, diminuição dos desgastes de veículos e funcionamento regular do escoamento da produção, além do acesso a serviços públicos na região.

MS-141 recebe obras de pacote de R$ 100 milhões - Foto: Divulgação / Saul Schramm/Secom-MS

A previsão é que os serviços também façam a limpeza e recuperação da faixa de domínio (acostamentos, canteiros, sinalizações da via, etc) e manutenção de galerias, que deve evitar alagamentos, erosões e a destruição do pavimento.

As vias passaram por avaliação técnica, com priorização da MS-141, mas o cronograma deve seguir nas demais rodovias do Vale, com equipes atuando em diferentes pontos da malha viária da região.

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