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Governo vai fiscalizar alimentos vindos do Japão

Governo vai fiscalizar alimentos vindos do Japão

r7

30/03/2011 - 13h06
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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Ministério da Agricultura e a CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear) deverão fiscalizar os alimentos provenientes do Japão. A decisão dos três órgãos pretende detectar se os alimentos que entram no Brasil podem ter sido contaminados com radiação.

Na semana passada, a gerente de alimentos da agência, Denise Resende, disse que, a princípio, o Brasil não teria por que impor barreiras aos produtos japoneses, mas a decisão poderia mudar a qualquer momento.

- A gente precisa avaliar, nessa situação de crise, as ações a cada momento. Hoje, a posição nossa é essa. Amanhã, se houver alguma evidência de risco, nós vamos reavaliar nossas ações e adotar medidas para garantir a segurança da população.

No último dia 24, ela esclareceu que o Brasil importa do Japão, dentro da categoria alimentos, apenas “mistura e pasta para preparação de produtos de padaria, pastelaria e indústria de bolachas e biscoitos” - item que vem embalado e chegou ao Brasil.

A última carga desse produto chegou ao país no início de fevereiro – estando, portanto, fora de risco, já que chegou antes da tragédia e do vazamento de material radioativo da usina nuclear de Fukushima. O próprio governo japonês proibiu a exportação de produtos (sob risco de contaminação) enquanto houver esse risco.

Bora Adotar?

Feira de adoção tem 20 gatos à espera de um lar

Animais são adultos e filhos, castrados e vacinados

11/04/2026 13h00

Cerca de 20 gatos estarão disponíveis para adoção neste sábado (11) na Cobasi

Cerca de 20 gatos estarão disponíveis para adoção neste sábado (11) na Cobasi Crédito: Instagram Amicats

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Se você está busca de um novo companheiro para alegrar o seu lar, a Cobasi será palco de uma Feira de Adoção realizada pela AmiCat's, contando com cerca de 20 gatos, sendo quatro adultos castrados e vacinados e filhotes, que foram resgatados e estão na esperança de encontrar um lar cheio de amor e carinho. A ação ocorre neste sábado, dia 11, das 9h às 15h, na Cobasi, localizada na avenida Afonso Pena, 3665, em Campo Grande. 

Para a presidente da Ong, Ana Cristina Castro, o ato de adotar um animalzinho vai muito além da ação, ela ressalta que cada nova adoção é mais uma oportunidade de outro animal ser resgatado. 

"Cada gato que levamos para uma feira carrega uma história de abandono, mas também uma enorme vontade de confiar novamente. A adoção é um ato de amor e responsabilidade, que muda completamente o destino desses animais. Quando alguém escolhe adotar, não está apenas levando um companheiro para casa, está salvando uma vida e abrindo espaço para que a AmiCat's possa resgatar outros. A gente precisa muito do apoio da população, seja adotando, divulgando ou ajudando de alguma forma", relata.  

A feira ressalta o compromisso da Ong com o resgate de animais. Todos os gatinhos foram resgatados, retirados das ruas ou salvos de maus-tratos. Antes de serem adotados e levados para um novo lar, a AmiCat's oferece toda uma estrutura de cuidados, para chegarem o mais saudável possível para seus novos companheiros.  

Caso tenha interesse em realizar uma adoção consciente, é necessário: 

  • Apartamento telado ou casa sem acesso à rua 
  • Levar caixa de transporte (ou adquirir no local) 
  • Fotos da residência (telas/muros) 
  • Documento com foto (CPF/RG ou CNH) 
  • Comprovante de endereço 
  • Ter mais de 18 anos e renda própria 
  • Caso não possua renda, a pessoa responsável deverá estar presente no momento da adoção 

Após a adoção a AmiCat's ainda realiza um acompanhamento que pode ir de 6 meses à 1 ano, verificando a vacinação, vermifugação e castração.

Para quem não consegue adotar mas quer ajudar a Ong de alguma forma pode contribuir via Pix pelo CNPJ 27.806.981/0001-15 ou acompanhar as ações pelo Instagram @ongamicats. 

* Serviço 

Feira de Adoção AmiCat's

  • Local: Cobasi Av. Afonso Pena, 3665
  • Data: Sábado 11 de abril de 2026
  • Horário: das 9h às 15h 
     

chikungunya

Em epidemia, Dourados recebe R$ 27 milhões do Ministério da Saúde

Município tem 10 mortes e mais de 2 mil casos confirmados por chikungunya

11/04/2026 12h00

A Força Nacional do SUS está na região desde 17 de fevereiro

A Força Nacional do SUS está na região desde 17 de fevereiro Foto: João Vitor Moura/Ministério da Saúde

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Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (10), repasse de R$ 27,5 milhões para ampliar o atendimento na rede de saúde em Dourados, município que vive epidemia de chikungunya nas últimas semanas.

O recurso será investido da seguinte forma:

  • R$ 19,3 milhões, por ano, ao Hospital Regional de Dourados (HRD)
  • R$ 325 mil, por ano, ao Hospital Universitário de Dourados (HU)
  • R$ 1,01 milhão por ano ao Hospital Missão Evangélica Caiuá, que presta atendimento especializado aos povos indígenas
  • Habilitação de 20 leitos de UTI Tipo II no Hospital Regional de Dourados, sendo 10 adultos e 10 pediátricos – investimento de R$ 3,94 milhões por ano
  • Unidade de Suporte Avançado (USA) e duas Unidades de Suporte Básico (USB) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) – investimento de R$ 426 mil por ano
  • Qualificação da Central de Regulação das Urgências (CRU) de Dourados – investimento de R$ 270 mil
  • Habilitação do Centro Especializado em Reabilitação (CER II) – investimento de 2,26 milhões

De acordo com o diretor da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabelli, o investimento é uma resposta à emergência de chikungunya.

“Estamos mobilizando um aporte robusto para fortalecer toda a rede de atenção à saúde em Dourados, com foco na ampliação da média e alta complexidade, na habilitação de leitos e na qualificação dos serviços. Trata-se de uma resposta direta, estruturada e necessária para enfrentar a emergência de chikungunya, especialmente nos territórios indígenas”.

Paralelamente, o Ministério da Saúde atua em campo para evitar o avanço da doença no município:

  •  50 novos agentes de combate às endemias, 40 militares do Exército Brasileiro e 21 voluntários da Defesa Civil estadual atuam pessoalmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó e Reserva Indígena de Dourados, realizando visitas domiciliares, eliminação de criadouros e aplicação de inseticida com equipamentos de Ultra Baixo Volume (UBV) costal
  • Instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs)

A Força Nacional do SUS está na região desde 17 de fevereiro e já realizou 1,9 mil atendimentos, 349 visitas domiciliares e removeu de 123 pacientes para unidades de média e alta complexidade.

NÚMEROS

Dados do Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MS) apontam que 2.102 casos confirmados e 10 mortes por chikungunya foram registrados entre 1° de janeiro e 10 de abril de 2026.

Vale ressaltar que 80% desses casos foram confirmados em reservas indígenas. O boletim ainda mostra 43 casos confirmados de chikungunya em gestantes.

Os óbitos foram registrados em Dourados, Bonito, Jardim e Fátima do Sul. Entre as vítimas, cinco possuíam algum tipo de comorbidade.

Dados do Ministério da Saúde mostram que o coeficiente de incidência de chikungunya em Mato Grosso do Sul é de 144 casos por 100 mil habitantes. O número é 13 vezes maior do que a média nacional.

A Força Nacional do SUS está na região desde 17 de fevereiro

CHIKUNGUNYA

A Chikungunya é uma arbovirose transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti.

Os sintomas são febre, dor de cabeça e dores nas articulações. O tratamento da Chikungunya é sintomático, ou seja, feito para aliviar os sintomas.

Recomenda-se ingestão de líquidos, de paracetamol ou dipirona em caso de dor. Em hospitais, o tratamento é realizado com líquidos intravenosos.

A doença pode evoluir para três fases: febril ou aguda, pós-aguda e crônica.

A fase aguda tem duração de 5 a 14 dias. A fase pós-aguda tem duração de até 3 meses. Se os sintomas persistirem por mais de 3 meses após o início da doença, considera-se fase crônica.

Os anti-inflamatórios não esteroides e corticosteróides não devem ser utilizados na fase aguda da doença. O ácido acetilsalicílico também é contraindicado na fase aguda.

COMBATE AO MOSQUITO

As melhores formas de prevenir e combater a proliferação do mosquito Aedes Aegypti são:

  • Evitar deixar água parada em vasos de plantas;
  • Manter caixas d’água bem fechadas;
  • Eliminar acúmulo de água sobre a laje;
  • Manter garrafas e latas tampadas;
  • Fazer manutenção em piscinas;
  • Manter pneus ou outros objetos que possam acumular água em locais cobertos;
  • Tampar ralos;
  • Usar repelentes;
  • Fumacê;
  • Método Wolbachia.

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