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Mulher desaparece e companheiro é preso por suspeita de feminicídio

A vítima desapareceu no domingo (11) e, após os depoimentos do suspeito, o caso passou a ser tratado como crime contra a mulher

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu, nesta segunda-feira (13), um homem de 43 anos suspeito de envolvimento no desaparecimento e possível feminicídio da companheira, em Cassilândia.

A prisão temporária foi cumprida por equipes da Delegacia de Polícia de Cassilândia, com apoio do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Cassilândia e Paranaíba, além do Núcleo Regional de Inteligência de Paranaíba.

O caso começou a ser investigado no domingo (12), após a mãe de Thácia Paula Ramos de Souza, de 39 anos procurar a delegacia para registrar o desaparecimento da filha.

Poucas horas depois, o companheiro da mulher também procurou a polícia e relatou que os dois haviam participado, na madrugada anterior, de um baile conhecido como “Baile do Queijo e Vinho”. Segundo ele, o casal discutiu por ciúmes, e a mulher teria sido deixada na entrada da cidade.

Durante as primeiras diligências, a polícia encontrou um dos sapatos de Thácia e uma mancha de sangue nas proximidades do Rio Aporé, em Goiás. A perícia foi acionada imediatamente.

Em seguida, o carro do suspeito foi apreendido e novos vestígios foram localizados. Ainda no domingo, uma sandália foi encontrada à beira do rio, no lado goiano da divisa, sendo reconhecida por familiares como pertencente à vítima.

Diante dos indícios, o caso, inicialmente tratado como desaparecimento, passou a ser investigado como feminicídio. O delegado Rodrigo de Freitas solicitou a prisão temporária do suspeito, além de mandado de busca. A solicitação foi acatada pelo Ministério Público e autorizada pelo Judiciário.

Na manhã desta segunda-feira (12), os policiais localizaram o suspeito em uma residência na região central de Cassilândia e efetuaram a prisão. Em depoimento informal, o homem confessou que discutiu com a companheira por ciúmes durante a festa.

Após deixarem o local juntos em seu veículo, ele teria agredido a mulher e a levado até um ponto isolado às margens do Rio Aporé, onde os dois teriam entrado em luta corporal. Segundo o suspeito, a vítima caiu nas águas do rio.

Durante as buscas realizadas pelo Corpo de Bombeiros nesta segunda-feira, um brinco foi encontrado no Rio Aporé e também foi reconhecido pela família da vítima como sendo dela.

Em nota, a Polícia Civil destacou que a ação rápida e coordenada entre as equipes foi essencial para o avanço das investigações e para evitar a fuga do suspeito. As buscas pelo corpo da vítima continuam, assim como a apuração dos fatos.

A Polícia Civil reforça que denúncias anônimas podem ser feitas pelos canais oficiais, com garantia de sigilo.
 

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Morte POR ASFIXIA

Polícia procura suspeito após mulher ser encontrada morta pela mãe em Campo Grande

A Polícia Civil procura Aparecido da Silva Dourado, de 46 anos, apontado como principal suspeito da morte de Adriele dos Santos, de 34 anos, encontrada sem vida dentro de casa, no Bairro Santo Antônio, em Campo Grande, neste sábado (29).

29/08/2026 16h35

Polícia Científica e equipes de investigação estiveram na residência onde Adriele dos Santos, de 34 anos, foi encontrada morta neste sábado (29), em Campo Grande.

Polícia Científica e equipes de investigação estiveram na residência onde Adriele dos Santos, de 34 anos, foi encontrada morta neste sábado (29), em Campo Grande. Foto: Divulgação.

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A Polícia Civil realiza buscas por Aparecido da Silva Dourado, de 46 anos, apontado como principal suspeito da morte de Adriele dos Santos, de 34 anos, encontrada sem vida dentro de uma residência no Bairro Santo Antônio, em Campo Grande, no inicio da tarde deste sábado (29). A principal linha de investigação é de feminicídio.

Conforme informações repassadas pela delegada Larissa Franco, responsável pelo caso, durante entrevista à imprensa, Adriele morreu por asfixia. O corpo da vítima foi localizado pela própria mãe na sala da residência, situada na Rua Brasil Central, nas proximidades da Avenida Júlio de Castilho.

Aparecido passou a ser procurado pelas forças de segurança e, até o momento, não havia sido localizado. As circunstâncias que antecederam a morte e a dinâmica do crime são apuradas pela Polícia Civil.

Adriele era mãe de duas crianças. A mais nova tem três anos e é filha do suspeito. A vítima também deixa outro filho, mais velho, conforme as informações disponíveis até o momento.

A polícia verificou ainda que Adriele não possuía medida protetiva de urgência contra Aparecido. A informação faz parte dos primeiros levantamentos realizados durante a apuração do caso.

Encontrada pela própria mãe

A morte foi descoberta no fim da manhã deste sábado, quando a mãe de Adriele foi até a residência e encontrou a filha sem vida na sala. Equipes de segurança foram acionadas e o local passou por levantamentos para auxiliar na investigação.

Inicialmente, as marcas encontradas no pescoço da vítima levantaram suspeitas sobre a forma como ela havia sido morta. Posteriormente, segundo a delegada, foi constatado que a morte ocorreu por asfixia.

Desde então, as investigações se concentram na localização do principal suspeito e na reconstrução dos acontecimentos anteriores à morte de Adriele. A Polícia Civil também busca reunir elementos que possam esclarecer a motivação e confirmar a autoria.

O caso é tratado, neste momento, como suspeita de feminicídio, enquanto as diligências continuam. A conclusão sobre as circunstâncias e a responsabilidade pela morte dependerá do avanço da investigação.

Suspeita de Feminicídio

Mãe encontra filha morta em casa e polícia apura feminicídio em Campo Grande

Mulher de 34 anos apresentava marcas no pescoço e foi localizada após a mãe estranhar a falta de contato; homem de 46 anos é apontado inicialmente como suspeito.

29/08/2026 15h40

Adriele dos Santos, de 34 anos foi encontrada morta pela própria mãe e caso é apurado como possível feminicídio em Campo Grande.

Adriele dos Santos, de 34 anos foi encontrada morta pela própria mãe e caso é apurado como possível feminicídio em Campo Grande. Foto: Divulgação

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Adriele dos Santos, de 34 anos, foi encontrada sem vida dentro de casa, no Bairro Santo Antônio, em Campo Grande, no início da tarde deste sábado (29). A própria mãe localizou o corpo após estranhar a falta de contato com a filha. Marcas encontradas no pescoço da vítima levaram a polícia a apurar as circunstâncias da morte, tratada inicialmente como suspeita de feminicídio.

O corpo foi localizado em uma casa na Rua Brasil Central, nas proximidades da Avenida Júlio de Castilho. A mulher morava nos fundos de outra residência e teria sido encontrada depois que familiares não conseguiram contato com ela.

Conforme as informações disponíveis até o momento, preocupada com a falta de respostas às mensagens enviadas à filha, a mãe foi até o endereço. Para conseguir entrar no imóvel, teria utilizado uma escada para transpor o muro. Ao chegar a casa, encontrou a filha já sem vida em um dos cômodos.

A Polícia Militar foi acionada e equipes seguiram para o local. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também esteve no endereço e constatou o óbito.

As circunstâncias da morte ainda serão esclarecidas pela investigação. Entretanto, hematomas encontrados na região do pescoço levantaram a possibilidade de que a mulher tenha sido esganada. A confirmação da causa da morte dependerá dos exames periciais.

A suspeita inicial é de que a vítima estivesse morta desde a noite de sexta-feira (28). Uma das estimativas levantadas no local indica que a morte pode ter ocorrido por volta das 22h, mais de 12 horas antes da localização do corpo. O horário, contudo, ainda deverá ser confirmado pelas autoridades responsáveis pela investigação.

Uma equipe que realiza captação de córneas chegou a comparecer ao endereço, mas o procedimento não pôde ser realizado em razão do período transcorrido desde a morte.

Relacionamento é investigado

Um homem de 46 anos que mantinha um relacionamento com a vítima há aproximadamente quatro anos aparece, nas informações iniciais, como suspeito. O relacionamento seria marcado por períodos de separação e reconciliação.

Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre a autoria nem sobre a dinâmica da morte. A eventual responsabilidade do homem deverá ser apurada pela Polícia Civil, assim como a existência de elementos que permitam enquadrar o caso como feminicídio.

Equipes da Polícia Militar permaneceram no imóvel durante os primeiros procedimentos. Também era aguardada a presença da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), responsável pela investigação de crimes praticados contra mulheres na Capital.

A mãe da vítima permaneceu no endereço enquanto os trabalhos eram realizados. O local deverá passar por perícia para auxiliar na identificação das circunstâncias em que ocorreu a morte.

Caso a investigação confirme que a mulher foi assassinada em contexto de violência de gênero, o episódio será contabilizado como o 25º feminicídio registrado em Mato Grosso do Sul em 2026.

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