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Mato Grosso do Sul

Capital vacina pessoas com mais de 25 anos contra a Covid-19 a partir desta quarta-feira (23)

Para a aplicação, além da idade, é necessário ter recebido o primeiro reforço há pelo menos 4 meses

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A partir desta quarta-feira (22), em Campo Grande, pessoas com 25 anos ou mais, que tenham recebido o primeiro reforço há pelo menos quatro meses, poderão tomar a 2º dose de reforço (4º dose) da vacina contra a Covid-19.

 

A aplicação será feita para quem tenha tomado qualquer uma das vacinas e se enquadre nos dois requisitos estipulados, que são idade e intervalo entre doses.

 

Veruska Lahdo, superintendente de vigilância em saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), explicou que existe uma urgência para correr atrás do tempo perdido, já que a vacinação ficou paralisada por quatro meses. Além disso, segundo ela, foi possível notar uma queda na eficácia devido ao surgimento de novas variantes.

 

“Nós percebemos que, com o passar do tempo, o imunizante passa a ter menos eficácia, principalmente por causa da atualização constante do vírus”.

 

Em Campo Grande ainda não foi notificado nenhum caso isolado da BQ.1, nova variante do vírus. No entanto, existe uma preocupação de que ele já esteja circulando pelo município e cause um novo pico de casos da doença neste fim de ano, durante as festividades.

 

“Já vivenciamos essa situação no ano passado, e sabemos que pode ser muito arriscado, principalmente para quem tem a saúde mais fragilizada. Por isso é necessário que todos completem o ciclo de vacinação”, reforçou.

 

O calendário de locais disponíveis para a vacinação está disponível no site VacinaCG

 

Avanço

 

Conforme noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, em Campo Grande, a vacinação para adultos ficou paralisada na faixa dos 35 anos (ou mais) durante quatro meses. A retomada teve início no último sábado (19), com abertura da vacinação para o público acima de 30 anos.

 

De acordo com a Sesau, a vacina que estará sendo aplicada será a Astrazeneca, que está em estoque, já que o Ministério da Saúde não disponibilizou novas doses de CoronaVac.

 

A imunização também estará disponível para bebês de seis meses a três anos e para crianças de 3 a 5 anos.


Cobertura vacinal 

 

Até o momento, quase dois milhões de doses da vacina contra a Covid-19 foram aplicadas na Capital, e 80% da população local está com o esquema primário completo. Porém a procura pelas doses de reforço ainda estão muito aquém do esperado. 

 

Desde o final do mês de maio, o primeiro reforço está liberado para toda a população a partir dos 12 anos e que havia concluído o esquema primário há pelo menos quatro meses, mas, até então, somente 380.490 doses foram aplicadas. O público estimado desta faixa etária é de aproximadamente 741,6 mil pessoas. 

 

Quanto ao segundo reforço, a procura está ainda mais baixa: foram aplicadas pouco mais de 141 mil doses dos imunizantes disponíveis.  

 

Dados Epidemiológicos

 

Campo Grande já tem percebido um aumento na procura de testes de Covid-19 e nos atendimentos a pacientes sintomáticos respiratórios. Mesmo não havendo elevação na positividade dos testes, a pasta já avalia que isso pode ser reflexo da circulação da nova variante da infecção. 

 

“O número de casos positivos no município ainda é muito baixo, o que nos deixa mais tranquilos, porém, há a possibilidade de aumento na positividade dos testes”, explica Veruska. Segundo a superintendente, na última semana epidemiológica, que foi de 13 a 19 de novembro, foram 93 novos diagnósticos, ou seja, 6,9% dos testes realizados tiveram o resultado positivo. 

 

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TRAGÉDIA

Bebê morre após dias internado por afogamento em piscina

Criança de 1 ano e 7 meses chegou a ser reanimada e transferida para Campo Grande, mas não resistiu às complicações

12/04/2026 16h29

Criança de 1 ano e 7 meses morre afogada em MS

Criança de 1 ano e 7 meses morre afogada em MS Freepik/ ILUSTATRIVA

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Um bebê de 1 ano e 7 meses morreu na madrugada deste sábado (11) após não resistir às complicações provocadas por um afogamento registrado no último dia 9 de abril, em Costa Rica, no norte de Mato Grosso do Sul.

Segundo informações do portal Dourados Agora, a criança foi socorrida inicialmente por vizinhos, que realizaram os primeiros atendimentos até a chegada de ajuda especializada. Em estado grave, o bebê foi levado por populares até um quartel da Polícia Militar.

No local, os policiais constataram que a vítima apresentava sinais compatíveis com afogamento, como espuma nas vias respiratórias, além de ausência de reação aparente. Diante da situação, foram iniciadas manobras de reanimação.

Após os primeiros procedimentos, a criança foi encaminhada à Fundação Hospitalar de Costa Rica, onde recebeu atendimento emergencial. Devido à gravidade do quadro, houve necessidade de transferência para a Santa Casa de Campo Grande.

Apesar dos esforços das equipes médicas, o bebê não resistiu e teve a morte confirmada horas depois.

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MATO GROSSO DO SUL

Indígena centenário ganha direito a pensão de esposa morta

Decisão reconhece união estável comprovada por testemunhas e garante benefício a idoso indígena, que hoje tem mais de 100 anos, em Aral Moreira

12/04/2026 14h30

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo Divulgação

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A Justiça Federal de Ponta Porã determinou que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) conceda pensão por morte a um indígena que tinha 99 anos de idade quando sua companheira faleceu, em agosto de 2024, hoje ele tem mais de 100 anos. A decisão é da juíza federal Mária Rúbia Andrade Matos, da 1ª Vara-Gabinete do Juizado Especial Federal. 

Segundo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), o casal viveu em união estável e teve três filhos. O vínculo foi confirmado por moradores da Aldeia Guassuty, onde a família reside, em Aral Moreira. A mulher era beneficiária de aposentadoria por idade rural. 

“A prova documental e testemunhal demonstra a constituição de núcleo familiar. Há a certidão de nascimento de uma filha e relatos de que o casal possuía outros dois filhos. Esses elementos evidenciam a convivência e a formação de família, independentemente da ausência de registro formal de casamento”, afirmou a magistrada. 

Para a juíza federal, os depoimentos colhidos corroboram a existência da união conjugal e da convivência contínua até o óbito da segurada. “Assim, o autor faz jus à concessão do benefício de pensão por morte”, concluiu. 

A sentença estabeleceu o prazo de 45 dias para o INSS realizar o primeiro pagamento. Mária Rúbia Andrade Matos levou em consideração a impossibilidade de o viúvo prover o próprio sustento. 

O INSS também deverá pagar as parcelas atrasadas desde 4 de fevereiro de 2025, data em que foi apresentado o requerimento administrativo.

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