Cidades

GUIA LOPES DA LAGUNA

Idosa tenta matar companheiro com machado após supostas agressões

O homem sofreu fraturas na costela, clavícula, mandíbula e nariz, além de um corte profundo no queixo, e foi transferido para Campo Grande em estado grave

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Uma mulher de 60 anos, identificada apenas pelas iniciais G.F., foi presa em flagrante pela Polícia Civil, após tentativa de homicídio contra um homem de 62 anos. O crime ocorreu na residência da vítima, localizada na Rua Antônio João, no centro de Guia Lopes da Laguna.

A equipe policial foi acionada por vizinhos para intervir em uma briga e, ao chegar ao local, encontrou a idosa e o homem em posse de um machado. Após o ocorrido, ele foi socorrido e encaminhado ao hospital com um ferimento no rosto.

Segundo depoimento da suspeita, que reside no município de Coxim e foi para Guia Lopes da Laguna para se encontrar com o homem, identificado como A.A, ambos mantinham conversas em redes sociais e se relacionavam casualmente. Ela alega que a motivação para cometer o crime foram as as agressões físicas e verbais praticadas pelo idoso durante uma crise de ciúmes.

As investigações indicam que a agressão ocorreu dentro da residência da vítima, após uma discussão. Já de acordo com o relato inicial de A.A., ele havia pedido a G.F. para deixar sua casa. Horas depois, enquanto estava deitada em sua cama, foi atacado pela mulher com golpes de machado.

Durante as agressões, o homem conseguiu segurar o cabo do machado, e ambos brigaram até a rua, onde foram surpreendidos pelos policiais.

O homem sofreu fraturas na costela, clavícula, mandíbula e nariz, além de um corte profundo no queixo, e foi transferido para Campo Grande em estado grave. A perícia oficial foi acionada para o local do crime.

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MATO GROSSO DO SUL

Ponte sobre o Rio Paraguai na BR-262 passará por nova obra de R$ 11,7 milhões

Intervenção prevê recuperação estrutural completa e operação de pare e siga durante execução dos trabalhos

08/04/2026 09h30

A estrutura é considerada estratégica para o acesso a Corumbá e para a integração com a região do Pantanal.

A estrutura é considerada estratégica para o acesso a Corumbá e para a integração com a região do Pantanal. Divulgação

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O Governo de Mato Grosso do Sul vai iniciar uma nova etapa de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio Paraguai, na BR-262, em Corumbá, com investimento de R$ 11,7 milhões. A obra será executada pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

A intervenção prevê a recuperação completa dos elementos estruturais da ponte, com foco na correção de falhas construtivas e desgastes acumulados ao longo do tempo. A estrutura é considerada estratégica para o acesso a Corumbá e para a integração com a região do Pantanal.

Nesta fase, serão realizados serviços técnicos especializados voltados ao reforço e à reabilitação da ponte. Durante a execução, o tráfego funcionará em sistema de pare e siga em tempo integral, com apoio de plataformas metálicas para garantir a passagem de veículos.

Além disso, após a emissão da Ordem de Início de Serviço (OIS) e a instalação do canteiro de obras, estão previstas interdições programadas a cada 21 dias. As paralisações devem ocorrer, preferencialmente, aos finais de semana e no período noturno, como forma de reduzir os impactos aos motoristas.

Segundo o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara, a obra busca uma solução definitiva para a estrutura. “Estamos avançando para uma recuperação completa, com tecnologia adequada e foco na durabilidade. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança para quem depende dela diariamente”, afirmou.

A ponte já havia passado por uma intervenção emergencial anterior, quando foram realizados reparos pontuais para estabilização da estrutura. Na ocasião, equipes utilizaram técnicas especializadas, incluindo o trabalho de alpinistas para acessar áreas de difícil alcance.

Com a nova etapa, o governo pretende consolidar a recuperação definitiva da ponte, considerada um dos principais corredores logísticos da região. A via é fundamental para o escoamento da produção, o turismo e a mobilidade da população pantaneira.

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R$12 MILHÕES

MPMS quer bloqueio de verbas do Estado e Município para garantir serviços na Santa Casa

Parecer da Procuradoria de Justiça reforça responsabilidade solidária e necessidade de planejamento para evitar colapso hospitalar

08/04/2026 08h30

Santa Casa de Campo Grande

Santa Casa de Campo Grande Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) quer o bloqueio das verbas do Estado de Mato Grosso do Sul e do Município de Campo Grande para garantir os serviços de atendimento no Hospital Santa Casa. O órgão ministerial solicitou a restituição do sequestro mensal de R$ 12 milhões das contas dos responsáveis pela unidade hospitalar. O pedido foi instaurado na 3ª Câmara Cível da Justiça de Mato Grosso do Sul.

O MPMS argumenta que, se Estado e Município continuam regulando pacientes para a Santa Casa, é indispensável que garantam condições mínimas para que essas pessoas sejam atendidas de forma digna.

Além disso, destaca que o Estado não é mero financiador, mas cogestor do Sistema Único de Saúde (SUS), e que a exigência judicial de plano de ação deve ser cumprida.

Com isso,o Procurador de Justiça Sérgio Luiz Morelli assinou o parecer que reforça essa tese e afasta a alegação de violação à separação dos poderes. O documento esclarece que não houve criação de nova política pública, mas apenas a exigência de planejamento mínimo diante da grave desassistência comprovada nos autos.

Também destaca que o custo administrativo de elaborar um plano é incomparavelmente inferior ao custo humano e social da continuidade da desassistência.

Relatórios do Conselho Regional de Medicina (CRM) mostram que a Santa Casa tem superlotação superior a 500% da capacidade instalada, além da falta de insumos básicos e paralisações de atendimento por ausência de pagamento a profissionais.

Ação civil

Em 2025, a 76ª Promotoria de Justiça ajuizou ação civil pública que resultou na obrigatoriedade do Estado e do Município a apresentarem um plano de ação no prazo de 90 dias, com medidas para regularizar os serviços médicos, recompor estoques de medicamentos e insumos, além de organizar o pronto-socorro para reduzir a superlotação.

Inicialmente,a Justiça determinou que, em caso de descumprimento, haveria sequestro mensal de R$ 12 milhões das contas do Estado e do Município. Porém, posteriormente, o bloqueio foi substituído por multa diária de R$ 5 mil.

O Estado recorreu, alegando ilegitimidade passiva, incompetência da Justiça Estadual e ingerência judicial em políticas públicas, porém teve seu pedido negado.

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