Cidades

BOMBEIROS TENTAM CONTROLAR

Incêndio destrói Atacadão da Duque de Caxias em Campo Grande; Veja vídeo

Chamas começaram no interior do atacadista e se alastraram rapidamente

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Incêndio de grandes proporções atinge o Atacadão, na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande.

Conforme informações preliminares, chamas teriam começado no local onde ficam expostos à venda garrafas de álcool e produtos inflamáveis.  

Não há informações sobre o que causou o fogo.

Imagens mostram que funcionários do atacadista tentaram apagar as chamas com uso de mangueira de água, mas o fogo se alastrou rapidamente e saiu de controle. (Veja o vídeo abaixo).

No local, por vender produtos de atacados, há muitas caixas de papelão, que pegam fogo com facilidade.

Diversas equipes do Corpo de Bombeiros foram deslocadas ao local e tentam controlar o incêndio.

Chamas são vistas do lado de fora e a fumaça preta era vista de longe, antes do anoitecer.

Funcionários e clientes foram evacuados e, até a publicação desta reportagem, não há informação de feridos.  

O fogo continua intenso e há risco de explosão, segundo os bombeiros. Também há preocupação que o fogo se alastre para casas que ficam em volta do mercado. 

De acordo com o tenente-coronel Fernando Carminati, do Corpo de Bombeiros, ao todo seis viaturas trabalham no combate as chamas.

Portas de vidro estouraram com o calor intenso provocado pelo incêndio e, dentro do atacadista, praticamente tudo já foi consumido pelo fogo.

No trecho sentido bairro-aeroporto da Avenida Duque de Caxias o trânsito, que não precisou ser interditado, está lento, devido a muitas pessoas que param ou passam devagar pelo local por curiosidade.  

Policiais militares estão orientando para que as pessoas não fiquem perto, mas há aglomeração também de pedestres.

O Atacadão, enviou a seguinte nota à imprensa:

O Atacadão informa que no final da tarde deste domingo (13) um incêndio se iniciou na unidade da rede em Campo Grande (MS), localizada em frente ao aeroporto. Imediatamente, a brigada de incêndio da loja atuou para esvaziar o local e, felizmente, ninguém ficou ferido no incidente. O Corpo de Bombeiros foi acionado e está na loja controlando a situação. O Atacadão reforça que está totalmente à disposição das autoridades para colaborar com a apuração do incidente.
 

* Colaborou Flávio Veras

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Cidades

Anvisa autoriza Química Amparo, fabricante dos produtos Ypê, a retomar atividades

Os produtos com final de lote "1" fabricados até 31 de março seguem suspensos

29/05/2026 22h00

Anvisa determinou o recolhimento de produtos da Ypê após identificar falhas no controle de qualidade durante inspeção em fábrica de São Paulo.

Anvisa determinou o recolhimento de produtos da Ypê após identificar falhas no controle de qualidade durante inspeção em fábrica de São Paulo. Divulgação/ Ypê

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O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle, e o diretor responsável por fiscalizações na autarquia, Daniel Pereira, anunciaram que a Química Amparo, fabricante dos produtos Ypê, está apta a retomar suas atividades de forma imediata.

A Anvisa autorizou também a comercialização e o uso de lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes identificados pelo final de lote "1" fabricados a partir de 1º de abril de 2026. Os produtos com final de lote "1" fabricados até 31 de março seguem suspensos.

A autorização foi concedida à empresa após uma reinspeção conjunta, que começou na quinta-feira, 28, e terminou nesta sexta-feira, 29. A diligência foi realizada pela Anvisa em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP), o Grupo de Vigilância Sanitária Campinas (GVS) e a Vigilância Sanitária de Amparo (Visa-Amparo).

A fiscalização constatou a adequação das principais ações corretivas implementadas pela Ypê desde a suspensão de duas linhas de produção da fábrica de Amparo, no interior de São Paulo. A empresa apresentou um plano de ação para atender os 76 requisitos sanitários identificados na inspeção conjunta realizada em abril.

"Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário", afirmou Safatle, em visita às instalações da Química Amparo.

     

salário mínimo

Órfãos de vítimas de feminicídio passam a ter direito a pensão INSS

Valores são direito de menores em situação de vulnerabilidade social

29/05/2026 19h00

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Os filhos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio têm direito, a partir desta sexta-feira (29), a pensão especial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A norma regulamenta a concessão do benefício no valor de um salário-mínimo.

De acordo com a norma, têm direito à pensão os menores de 18 anos em situação de vulnerabilidade social cuja renda familiar per capita seja igual ou inferior a um quarto do salário-mínimo.

Além dos filhos biológicos, poderão receber o benefício enteados, menores sob guarda e tutelados que comprovem dependência econômica em relação à vítima.

A solicitação pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135.

Documentação

O solicitante da pensão especial deve apresentar o documento pessoal de identificação oficial com foto da criança ou do adolescente ou, na impossibilidade deste, a certidão de nascimento.

Para os filhos menores de idade nesta situação deve ser apresentado um dos seguintes documentos que relacionem o fato a um feminicídio: 

  • auto de prisão em flagrante; 
  • denúncia, conclusão do inquérito policial; ou decisão judicial.

Se a pensão for devida a um dependente da mulher vítima de feminicídio, deverá ser apresentado o termo de guarda ou de tutela provisória ou definitiva.

Requerimento

O requerimento da pensão especial deve ser feito pelo representante legal dos filhos e dependentes da vítima do crime. Porém, é vedado que as crianças e adolescentes sejam representadas pelo autor, coautor ou participante do crime de feminicídio tanto para requerer quanto para administrar o benefício mensal.

O pagamento da pensão especial será devido a partir da data do requerimento. Portanto, não tem efeito financeiro retroativo à data de morte da vítima.

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