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IPTU 2025: prazo para pagamentos com 20% de desconto acaba nesta sexta-feira

Este ano, o valor dos débitos podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros

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Falta apenas um dia para o fim do prazo para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de 2025 com até 20% de desconto à vista. O benefício é válido para aqueles que não possuem débitos inscritos em Dívida Ativa com a Fazenda Pública Municipal.

Além disso, este ano a administração campo-grandense está oferecendo parcelamento em até 12 vezes, com a primeira parcela vencendo também no dia 10.

A quantidade de parcelas varia conforme o valor devido. Impostos até R$ 50 devem ser pagos em parcela única, enquanto o parcelamento em 12 vezes é permitido para valores acima de R$ 600.

Todas as parcelas vencem no dia 10 de cada mês. Contribuintes que optarem pelo parcelamento e mantiverem os pagamentos em dia terão um desconto de 50% na última parcela. Se o vencimento coincidir com feriados ou fins de semana, o pagamento será prorrogado para o próximo dia útil.

Os carnês foram emitidos em cores diferentes: azul para contribuintes sem débitos e amarelo para aqueles com pendências. Já os participantes do programa IPTU Azul receberão um desconto adicional de 10% aplicado automaticamente.

Para facilitar o processo, o pagamento pode ser realizado por meio de carnês emitidos no site da Prefeitura de Campo Grande. Basta acessar o portal IPTU Campo Grande (aqui), digitar o número da inscrição municipal no campo indicado, e clicar em "entrar".

Ao carregar a página, será possível visualizar todos os débitos referentes à inscrição fornecida. No canto esquerdo da tela, devem ser assinaladas as dívidas a serem pagas, na sequência, na parte inferior da página, abaixo da informação "Total Geral de Débitos", o contribuinte tem a opção de gerar extrato dos valores a pagar, copiar um código de barras para pagamento on-line ou emitir a guia DAM para a quitação dos débitos.

Parcelamento

Além do pagamento à vista, a administração municipal oferece a opção de parcelamento em até 12 vezes, com o vencimento da primeira parcela também em 10 de janeiro de 2025.

A quantidade de parcelas permitidas será definida pelo valor a ser pago:

  • Parcela única: até R$ 50 (cinquenta reais);
  • Duas parcelas: acima de R$ 50 até R$ 100;
  • Três parcelas: acima de R$ 100 até R$ 150;
  • Quatro parcelas: acima de R$ 150 até R$ 200;
  • Cinco parcelas: acima de R$ 200 até R$ 250;
  • Seis parcelas: acima de R$ 250 até R$ 300;
  • Sete parcelas: acima de R$ 300 até R$ 350;
  • Oito parcelas: acima de R$ 350 até R$ 450;
  • Nove parcelas: acima de R$ 450 até R$ 500;
  • Dez parcelas: acima de R$ 500 até R$ 550;
  • Onze parcelas: acima de R$ 550 até R$ 600;
  • Doze parcelas: acima de R$ 600.

Vencimentos

Os vencimentos do IPTU e Taxa para o exercício do próximo ano serão as seguintes:

À vista: em parcela única até o dia 10 de janeiro de 2025.

  • 1ª parcela 10 de janeiro de 2025;
  • 2ª parcela 10 de fevereiro de 2025;
  • 3ª parcela 10 de março de 2025;
  • 4ª parcela 10 de abril de 2025;
  • 5ª parcela 12 de maio de 2025;
  • 6ª parcela 10 de junho de 2025;
  • 7ª parcela 10 de julho de 2025;
  • 8ª parcela 11 de agosto de 2025;
  • 9ª parcela 10 de setembro de 2025;
  • 10ª parcela 10 de outubro de 2025;
  • 11ª parcela 10 de novembro de 2025;
  • 12ª parcela 10 de dezembro de 2025.

Plano estadual

Estado aposta em emprego formal e renda para combater trabalho escravo em MS

Iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas

29/01/2026 14h45

Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Com foco na ampliação do trabalho formal e na redução da extrema pobreza, o Governo de Mato Grosso do Sul lançou nesta quarta-feira (28) o Plano Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo. A iniciativa estabelece ações integradas de prevenção, fiscalização e proteção às vítimas, organizadas nos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção social, ação que tem vigência prevista de dez anos e será revista ao fim da prmeira metade. 

O Plano foi apresentado em evento no Bioparque Pantanal, na Capital, e é resultado de um processo iniciado em maio de 2025, conduzido pela Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MS), com orientação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e participação de instituições públicas e da sociedade civil.

Entre as diretrizes centrais estão políticas voltadas à geração de emprego e renda, ao desenvolvimento regional e à qualificação profissional, consideradas estratégicas para reduzir a exposição de trabalhadores a formas precárias de inserção laboral e à migração forçada por falta de alternativas locais.

No campo da qualificação, o Estado estruturou instrumentos para ampliar o acesso da população à formação profissional, como a plataforma MS Qualifica Digital, que reúne informações sobre cursos gratuitos, presenciais e a distância ofertados por instituições públicas e parceiras. A proposta é facilitar o acesso à informação e ampliar as oportunidades de inserção produtiva, especialmente entre trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

Em todo o país,  2.004 trabalhadores de condições análogas às de escravo foram resgatados em 2024, segundo dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número foi de 3,2 mil trabalhadores em 2023 e os 2,5 mil de 2022. Ao longo do último ano, 92 pessoas foram resgatadas em situações de trabalho escravo em MS. 

O Plano também prevê ações específicas voltadas a públicos mais expostos ao risco de exploração, como povos indígenas, por meio de iniciativas de qualificação adequadas às realidades territoriais e do monitoramento de fluxos de migração laboral sazonal, especialmente em atividades agrícolas em outras regiões do país.

Durante o lançamento, o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, afirmou que o Plano consolida uma política pública de longo prazo voltada ao desenvolvimento com justiça social.

“Não existe desenvolvimento econômico sem respeito aos direitos humanos. O plano consolida uma atuação integrada do Estado para prevenir, combater e erradicar o trabalho escravo, garantindo dignidade, proteção social e oportunidades aos trabalhadores”, disse.

Além das ações preventivas, o documento prevê o fortalecimento da fiscalização, a criação de um fundo estadual específico, medidas de acolhimento pós-resgate e estratégias de reintegração socioeconômica das vítimas.

A procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS), Cândice Arosio, destacou que o lançamento ocorre no Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e reforça a atuação articulada entre as instituições envolvidas.

“O plano estabelece responsabilidades claras entre os parceiros e trata o tema de forma mais efetiva, a partir dos eixos de governança, prevenção, repressão e proteção às vítimas”, afirmou.

A coordenadora da Coetrae-MS, Janaína Carlin, explicou que o Plano também institui um Fluxo Estadual de Atendimento às Vítimas, com procedimentos padronizados que abrangem desde a denúncia e o resgate até o acompanhamento pós-resgate.

“O fluxo garante atendimento integrado às vítimas, assegurando acesso a direitos, proteção social, saúde, qualificação profissional e oportunidades de reinserção produtiva”, ressaltou.

De acordo com a coordenação, o Plano busca alinhar o crescimento econômico do Estado à proteção dos trabalhadores, em um cenário de expansão das atividades produtivas e avanço tecnológico nos setores agropecuário e industrial.

O evento de lançamento reuniu representantes da Semadesc, do Ministério Público do Trabalho, da Coetrae-MS, além de instituições parceiras e entidades da sociedade civil.

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Dupla invade floricultura e come chocolates furtados em MS

AMbos os criminosos já tinham passagem pela polícia

29/01/2026 14h30

Divulgação/PCMS

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Na madrugada de quarta-feira (28), dois homens, de 20 e 25 anos de idade, invadiram uma floricultura no município de Três Lagoas e levaram consigo diversas mercadorias do comércio.

Logo no início da manhã, foi registrado o boletim de ocorrência e os investigadores da Seção de Investigação Geral (SIG) iniciaram as apurações para encontrar os suspeitos.

Pelas imagens registradas pela câmera de segurança do estabelecimento, foi possível identificar um dos criminosos. A partir desse reconhecimento, os policiais econtraram ele e o comparsa.

Em depoimento, eles confessaram a prática do furto e relataram que parte das mercadorias roubadas foram vendidas e que o restante foi comido por eles.

Foi identificado que os criminosos possuem prática reiterada no crime. Por isso, o delegado responsável pela SIG representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.

Após a conclusão dos procedimentos legais, os dois homens foram encaminhados às celas da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), onde permanecem à disposição da Justiça.

 

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