Cidades

acidente de trabalho

Justiça concede aposentadoria por invalidez a trabalhador que teve mão amputada

Homem teve auxílio-doença cortado e alegou não ter qualificação para outro emprego

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Desembargadores da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) concederam aposentadoria por invalidez a um trabalhador que teve a mão amputado depois de sofrer acidente de trabalho.

De acordo com o TJMS, o homem era trabalhador rural quando sofreu o acidente de trabalho, que resultou na amputação de sua mão direita.

Em 2012, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cancelou o auxílio-doença do homem e ele ajuizou ação para restabelecimento beneficio, porém, o pedido foi julgado improcedente pelo juiz.

A vítima recorreu, alegando não possuir qualificações profissionais ou escolares para voltar ao mercado de trabalho, além de que a amputação da mão o desqualificaria para exercer outras profissões. O homem disse ainda que não possui condições financeiras para pagar cursos de qualificação.

Por esses motivos, ele pediu concessão de aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença até concluir a readaptação para exercer outra função.

O relator do processo, desembargador Divoncir Schreiner Maran, considerou que o trabalhador exerceu serviço braçal por quase toda a vida e, por possuir baixo nível de escolaridade, ficou impossibilitado de exercer a atividade ou qualquer outra que exige esforço simultâneo das mãos.

Na decisão, o desembargador afirma que a circunstância indica que o homem preencheu os requisitos para a concessão do benefício da aposentadoria por invalidez e deu provimento ao recurso, condenando o INSS ao pagamento de a conceder a aposentadoria a partir da cessação do auxílio-doença em março de 2012.

Mato Grosso do Sul

Energia solar: proposta que exige mais clareza nas faturas de luz avança na CCJ

Entre os dados que deverão constar estão a quantidade de energia injetada na rede, o volume consumido, o saldo e os créditos disponíveis

15/04/2026 15h00

Foto: Luciana Nassar / Alems

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A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou, nesta quarta-feira (15), o Projeto de Lei 186/2024, que prevê maior transparência nas faturas de energia elétrica para consumidores com microgeração ou minigeração de energia solar. A proposta segue agora para análise e votação. 

De autoria dos deputados Paulo Duarte (PSDB) e Gerson Claro (PP), e com relatoria de Caravina (PSDB), o projeto estabelece a obrigatoriedade de informações detalhadas nas contas de luz. Entre os dados que deverão constar estão a quantidade de energia injetada na rede, o volume consumido, o saldo e os créditos disponíveis.

A medida busca garantir que consumidores que utilizam sistemas fotovoltaicos tenham acesso claro às informações sobre a compensação de energia, o que permite melhor compreensão dos valores cobrados e dos créditos acumulados.

Na justificativa, os autores destacam o crescimento da adesão à energia solar no país e em Mato Grosso do Sul como alternativa para reduzir custos. Apesar da expansão, apontam que a regulamentação das pequenas usinas ainda apresenta limitações, o que dificulta o entendimento das faturas por parte dos consumidores.

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Condolências

Ministério dos Povos Indígenas lamenta morte de sobrinha de ministro

Luna Mayara Eloy Terena sofreu uma parada cardiorrespiratória após passar mal na escola

15/04/2026 14h15

Luna Eloy Terena

Luna Eloy Terena Foto: Reprodução

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A sobrinha do ministro dos Povos Indígenas, Eloy Terena, morreu aos 9 anos após passar mal na escola, em Brasília, na segunda-feira (13). Luna Mayara Eloy Terena chegou a ser atendida em uma unidade de saúde, mas sofreu uma parada cardíaca pouco depois e não resistiu.

O velório ocorreu nesta quarta-feira (15), na aldeia Imbirussú, em Aquidauana, sepultamento realizado no cemitério da aldeia Pegue, terra ancestral da família. Luna Mayara é filha das grandes lideranças do povo Terena, Leosmar Terena e Simone Eloy Terena.

Segundo informações, a criança passou mal enquanto estava na escola e foi levada a uma unidade de saúde, onde recebeu atendimento médico e foi liberada. Em seguida, voltou a apresentar sintomas, precisou retornar ao local e sofreu uma parada cardíaca.

Em nota oficial, o Ministério dos Povos Indígenas manifestou pesar pela morte da menina:

"O Ministério dos Povos Indígenas manifesta seu profundo pesar pela partida da pequena Luna Mayara Eloy Terena, que ancestralizou nesta segunda-feira (13). Sua partida tão precoce deixa um vazio irreparável em todas e todos que conviveram com ela, e toda a comunidade da Aldeia Cachoeirinha e da terra indígena Taunay Ipegue em luto. Neste difícil momento, prestamos nossa solidariedade a toda família e amigos de Luna, em especial seus pais, Leosmar Terena e Simone Eloy Terena; e seu tio, Ministro Eloy Terena. Desejamos muita força e resiliência para enfrentar esta grande perda."

Sem esclarecimentos, a causa da morte segue sob investigação. 

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