Cidades

Ação Civil Pública

Justiça Federal atende PGE-MS e livra Estado de cobrança de R$ 421 milhões

Na sentença favorável a Mato Grosso do Sul a Justiça Federal entendeu que o Estado cumpriu a aplicação do percentual de 12% da arrecadação na área de saúde, sendo que até superou este percentual aplicando

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A Justiça Federal deu ganho de causa à defesa elaborada pela Procuradoria Geral do Estado de Mato Grosso do Sul (PGE-MS) e sentenciou a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal que cobrava investimento vultoso dos cofres públicos de Mato Grosso do Sul improcedente. 

O MPF alegava que o Estado deixou de investir R$ 421 milhões no setor da saúde na execução orçamentária de 2014, e por isso cobrava que este investimento fosse feito por via judicial.

A alegação do Ministério Público Federal foi de que o governo do Estado na época (último ano de mandato do ex-governador André Puccinelli - MDB) não investiu o percentual constitucional mínimo do orçamento anual para a área, que é de 12% da receita própria com impostos. 

Na sentença favorável a Mato Grosso do Sul, conforme informou a Procuradoria Geral do Estado, a Justiça Federal entendeu que o Estado cumpriu a aplicação do percentual de 12% da arrecadação na área de saúde, sendo que até superou este percentual aplicando 12,11%. 

A Justiça Federal ainda informou que, para estes casos, existem cortes de contas, como o Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) e o Tribunal de Contas da União. 

O Procurador do Estado Fernando Cesar Caurim Zanele, chefe da Cjur-Sefaz (Coordenadoria da PGE na Secretaria de Fazenda), explicou que a decisão comprova que não houve irregularidade por parte do Estado no cumprimento da legislação federal.

“A sentença favorável da Justiça Federal confirma que o Estado atingiu o percentual legal de aplicação de recursos, bem como prestigia a decisão colegiada do Tribunal de Contas Estado que já havia acolhido as justificativas estaduais e validado o Balanço de Contas”, disse o procurador que atuou no caso desde a fase administrativa no TCE-MS.

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Execução

Polícia divulga imagens de dois foragidos por morte de filho de garagista em Dourados

Com quatro investigados já presos, Polícia Civil procura outros dois suspeitos apontados como envolvidos no assassinato de Vitor Orsini

24/08/2026 14h45

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul divulgou, nesta segunda-feitra (24), as imagens de dois investigados que permanecem foragidos no caso do assassinato de Vitor Orsini, de 19 anos, filho de um garagista morto a tiros no dia 7 de agosto, em Dourados.

Segundo o Setor de Investigações Gerais (SIG), ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça por homicídio qualificado. A divulgação das imagens ocorre após a prisão de outros quatro envolvidos desde o início das investigações.

Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima ao SIG de Dourados, pelo telefone (67) 99987-9826. A Polícia Civil orienta que a população não tente abordá-los e acione as autoridades caso tenha informações sobre a localização.

Presos

As primeiras prisões ocorreram no dia 11 de agosto, quando Denis Barbosa de Mello, de 25 anos, foi localizado em um hotel no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã. Ele é apontado pelas investigações como autor dos disparos contra Vitor. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido por suspeita de participação no crime.

No dia 17 de agosto, Alexsander Gonçalves Borges, de 27 anos, foi preso em Ponta Porã. Conforme a apuração, ele teria pilotado a motocicleta utilizada para levar o suspeito dos disparos até a garagem e auxiliado na fuga após o crime.

Já no dia 21, a Polícia Civil prendeu preventivamente Cláudio Henrique de Arruda, de 43 anos, empresário e proprietário de uma academia em Ponta Porã. Ele foi o quarto investigado detido no caso, durante operação que também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na região de fronteira. A participação dele no homicídio ainda é investigada.

O crime

Vitor Orsini foi assassinado na tarde de 7 de agosto, em uma garagem de veículos pertencente ao pai, localizada na Avenida Hayel Bon Faker, no Jardim Água Boa.

De acordo com a investigação, um homem entrou no estabelecimento sob o pretexto de usar o banheiro. Pouco depois, aproximou-se do jovem e efetuou disparos. Vitor chegou a ser socorrido pelo Samu, mas não resistiu.

As investigações continuam para esclarecer a motivação do homicídio, a participação de cada envolvido e a possível atuação de outras pessoas no crime.

Moradia

Tem inscrição na Emha? Cadastro habitacional precisa ser atualizado

Mais de 51 mil moradores foram convocados para validar informações e manter o registro ativo no sistema habitacional da Capital

24/08/2026 14h00

Agência de habitação da Capital

Agência de habitação da Capital Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Cerca de 51 mil moradores de Campo Grande inscritos no Cadastro Geral de Habitação estão convocados para atualizar informações. Quem foi chamado e não fizer a revalidação poderá ser excluído definitivamente do sistema.

A atualização integra o programa Revalida Habita Mais CG, criado para revisar os dados dos inscritos e identificar informações desatualizadas. A lista com os nomes dos convocados está disponível na edição nº 8.436 do Diogrande.

O procedimento pode ser feito pela internet, no site oficial da Emha, ou presencialmente no atendimento instalado no Pátio Central Shopping, na Avenida Marechal Rondon, nº 1.380, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Durante a atualização, o inscrito deverá conferir ou alterar informações como renda, telefone e outros meios de contato, além da composição familiar. Os dados poderão ser verificados por meio de cruzamento com bases governamentais, visitas técnicas e diligências.

VALIDADE

Após a atualização, o cadastro habitacional passará a ter validade de 12 meses e deverá ser confirmado anualmente.

A Emha também alerta que estar inscrito no Cadastro Geral não garante automaticamente a participação em programas habitacionais nem a conquista de um imóvel. Sempre que houver um novo edital, o interessado deverá manifestar interesse e atender aos critérios exigidos para aquela seleção.

Outro ponto importante é que o tempo de espera no cadastro, sozinho, não garante prioridade ou classificação para receber uma moradia.

Após o período destinado à atualização dos antigos inscritos, o sistema continuará aberto para novos interessados realizarem o cadastro habitacional.

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