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Justiça Federal nega pedido para retirar "Deus seja louvado" das notas

Justiça Federal nega pedido para retirar "Deus seja louvado" das notas

diariodepernambuco

01/12/2012 - 05h00
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A Justiça Federal de São Paulo negou o pedido do Ministério Público Federal para obrigar a União e o Banco Central a retirar, em até 120 dias, a expressão "Deus seja louvado" das cédulas de real. A decisão, em caráter provisório, foi da juíza da 7ª Vara Federal de São Paulo, Diana Brunstein.

Na decisão, de apenas três páginas, ela afirma que o Ministério Público não comprovou que houve "oposição aos dizeres inscritos na cédula no âmbito do seio social". A juíza ressaltou que o Ministério Público Federal de São Paulo (MPF-SP) não ouviu instituições laicas ou religiosas de outras denominações que se manifestassem contra a presença da frase nas cédulas.

"Entendo este fato relevante na medida em que a alegação de afronta à liberdade religiosa não veio acompanhada de dados concretos, colhidos junto à sociedade, que denotassem um incômodo com a expressão ‘Deus’ no papel-moeda", escreveu Ana Brunstein.

O mérito da causa ainda será julgado. A juíza negou apenas o pedido de antecipação de tutela do MPF-SP, ou seja, a solicitação para que a decisão fosse emitida provisoriamente antes que o processo se encerre. Para Ana Brunstein, no entanto, não havia urgência no caso, já que "os dizeres se encontram impressos nas notas há quase três décadas, o que afasta qualquer risco de dano irreparável".

Segundo informações repassadas pelo Ministério da Fazenda ao MPF-SP no inquérito civil público, a expressão foi incluída nas cédulas brasileiras em 1986, por decisão do então presidente e hoje senador José Sarney (PMDB). No plano Real, em 1994, ela foi mantida pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, por ser "tradição" no país.

VIAS INTERDITADAS

Eventos sociais interditam ruas de bairros e centro neste final de semana

Corrida de rua, eventos religiosos, sociais e culturais marcam alterações e desvios necessários nas ruas de Campo Grande; entre hoje e amanhã serão oito eventos

08/05/2026 10h03

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Durante este final de semana, a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) divulgou interdições e alterações que as vias urbanas de bairros e o centro de Campo Grande terão devido a eventos sociais comunitários, religiosos, esportivos e culturais.

Nesta manhã, desde às 08h e até às 23h59, a Rua Oscar Ferreira Bugre está interditada, entre as ruas Professor Henrique Cirilo Corrêa e Dona Júlia Serra, na Vila Nasser, para a realização do evento “Meu Bairro é Show”. A sugestão para os condutores é que utilizem as ruas Formosa e Lindóia como desvio.

Ainda nesta sexta, a partir das 11h até às 20h a Rua Pariris, entre as ruas Barueri e Pacavira, na Moreninha II, também estará interditada para um evento social da Energisa-MS. O evento terá sorteio de 10 geladeiras e 20 ventiladores, além de atendimento às famílias com Cadastro Único referente a faturas de energia elétrica.

É recomendado que os motoristas utilizem as ruas Anacá e Barueri para desvio da interdição.

No sábado, outros eventos seis eventos também marcam interdições na Capital Morena pelo centro e bairros.

O primeiro inicia as 9h e segue até às 22h, no bairro Jardim Monumento. A Rua Conde de Pinhal, nº 79, localizada entre as ruas Humberto Fernandes e Durena, ficará interditada para um evento comunitário social. A recomendação é que sejam feitos desvios pelas ruas Manoel G. de Souza e Tucuruvi.

Das 12h às 18h, no bairro Nova Lima, entre as ruas Santo Augusto e Madre Cistina, a Rua Nísia Floresta ficará interdidata para um Show de Prêmios Beneficente no sábado. As rotas alternativas são as ruas Santo Augusto e Antônio O. de Lima.

Na Vila Nasser, amanhã ainda acontece o 4º Samba e Comunidade, a partir das 14h às 22h. A Rua Santo Anastácio estará interditada, o trecho é o entre as ruas Santa Gertrudes e Santa Mônica. A Agetran recomenda como desvio para os condutores as ruas Santa Mônica e Santo André.

No Pioneiros, das 17h30 às 23h59, o trecho da Rua Barão de Limeira, nº 168, entre as ruas Bernardo Guimarães e Pedro Lopes de Souza, estará bloqueado para a realização de um evento religioso. As rotas alternativas serão pelas ruas Bernardo Franco e Ana Luiza de Souza.

No final do sábado, a partir das 18h, as ruas do centro da cidade também terá alterações no fluxo.

Em mais um evento esportivo de corrida de rua, o início do percurso inclui as principais avenidas e ruas da cidade: Av. Afonso Pena, Av. Professor Luís Alexandre de Oliveira, Rua Antônio Maria Coelho e Av. Mato Grosso. O retorno será pela  Av. Afonso Pena. 

A orentação é que a as avenidas Afonso Pena e Mato Grosso sejam utilizadas como rota alternativa fora dos trechos que terão a corrida.

Encerrando a programação, a Rua 14 de Julho, nº 2451, entre as ruas Marechal Rondon e Maracaju, ficará interditada das 18h às 23h59 devido a um evento comemorativo de empreendimento. Os motoristas poderão utilizar as ruas Cândido Mariano e Rui Barbosa como rota alternativa.

A Agetran orienta que os motoristas redobrem a atenção à sinalização provisória e utilizem as rotas alternativas indicadas. Agentes do órgão estarão nos locais para orientação do trânsito e garantir que a segurança, bem como os eventos ocorram de acordo com o planejado.

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HOMICÍDIO QUALIFICADO

Assassino por dívida de R$ 500 é condenado a 16 anos de prisão

Alessandro da Anunciação, de 42 anos, vai responder pelos crimes de homicídio qualificado (motivo torpe) e porte ilegal de arma de fogo

08/05/2026 09h30

Promotor de Justiça George Zarour Cezar

Promotor de Justiça George Zarour Cezar DIVULGAÇÃO/MPMS

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Mecânico, Alessandro da Anunciação, de 42 anos, foi condenado a 16 anos e 6 meses de reclusão pelo assassinato de Antônio José Domingos Ramalho, de 42 anos, por uma dívida de conserto de carro em acidente de trânsito.

Ele vai responder pelos crimes de homicídio qualificado (motivo torpe) e porte ilegal de arma de fogo. Além disso, já possuía antecedentes criminais por outro homicídio.

O julgamento foi realizado na tarde desta quinta-feira (7), no Tribunal do Júri, localizado na rua da Paz, número 134, Centro, em Campo Grande.

Ele saiu do julgamento direto para a prisão para dar cumprimento da sentença imediatamente.

O crime ocorreu em 3 de junho de 2024, no bairro Moreninhas III, em Campo Grande.

Alessandro foi até a casa da ex-mulher de Antônio José para cobrar uma dívida de R$ 500, referente a um conserto de um veículo, proveniente de acidente de trânsito ocorrido em janeiro de 2024. O autor matou a vítima a tiros e a pauladas.

O CRIME

Conforme apurado pela reportagem, a vítima trafegava em um Honda Civic pela rua Aracuí, no bairro Moreninhas, quando colidiu no Fiat Uno do autor, em janeiro de 2024.

O carro do assassino teve danos na lataria e houve um bate-boca entre ambos. Após a discurssão, a vítima se prontificou a pagar o conserto, que custaria em torno de R$ 500.

As cobranças foram acontecendo durante meses, até que Antônio parou de responder Alessandro. Mas, ele continuou cobrando o prejuízo financeiro e passou a fazer ameaças.

Até que, na manhã de 3 de junho de 2024, ambos discutiram na casa da ex-mulher da vítima e Alessandro matou Antônio com quatro tiros no braço, peito, queixo e nádegas, além de uma paulada na cabeça. Ele foi preso dias depois.

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