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Mãe de fã morta em show de Taylor Swift diz que Deus quis levá-la em um dia feliz

"Deus levou ela, mas no momento mais feliz da vida dela. Ela dizia: 'Se eu não conseguir ir nesse show, eu morro'."

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Os pais de Ana Clara Benevides, fã que morreu durante o show da cantora Taylor Swift na última sexta-feira (17), descreveram os últimos contatos com a filha e como lidam com a perda. Em entrevista ao Fantástico (Globo), neste domingo (19), eles e a amiga que acompanha Ana, Daniele, falaram sobre o atendimento recebido e como foram as últimas horas da jovem natural do Mato Grosso do Sul. A previsão é de que o velório ocorra hoje na câmara de vereadores de Sonora e de que o sepultamento seja feito terça-feira (21) em Pedro Gomes.

"Quando ela tentou comprar o ingresso e não conseguia, eu disse: 'Minha filha, entrega nas mãos de Deus e pede pra ele. Se for para o seu bem, que ele conceda'. Foi isso que ela fez, pediu pra Deus e deu certo. Ele queria levar ela num dia feliz", afirmou Adriana Benevides, a mãe da jovem. "Deus levou ela, mas no momento mais feliz da vida dela. Ela dizia: 'Se eu não conseguir ir nesse show, eu morro'."

A reportagem também conversou com o pai de Ana, Weiny Machado, que descreveu a apreensão com a ida da filha ao Rio de Janeiro. Tratava-se de sua primeira viagem de avião e também na capital fluminense. "Total [receio], por ser uma cidade até então desconhecida, uma cidade perigosa, pedia para ela não aceitar nada de ninguém, principalmente bebida."

Os dois responsáveis por Ana Clara contaram ainda que a Time For Fun, responsável pela turnê da cantora, chegou a oferecer assistência psicológica após o trauma. No entanto, eles relatam que estão encontrando dificuldades financeiras para enviar o corpo para o Mato Grosso, onde ela vivia.

Além disso, Machado disse que espera respostas das autoridades. Na certidão de óbito, ele mostra que a causa foi apontada como "indeterminada, ainda depende de resultados laboratoriais".

"O motivo, quero saber o motivo, a causa da morte até então ficou vago. Aguardando resultados laboratoriais no laudo... eu nunca tinha visto isso", reforça ele, que também questionou a quantidade de desmaios. "Por que? Toda prefeitura tem assistência social, eles poderiam vir, e não sabem as condições do local."

Outro relato coletado pelo Fantástico foi o de Daniele Menin, que acompanhava Ana Clara na fila e no show. "Antes do show começar ainda, todo mundo suando muito, tinha muita gente saindo mal dali. Alguns não chegavam a desmaiar, outros eram carregados, alguns cambaleando. Ao nosso redor, tinha contado umas 10 meninas assim, saindo ali da grade."

Daniele também afirma que as duas beberam água antes da abertura dos portões e dentro do estádio, enquanto aguardavam a apresentação. "Quando o show começou, a Taylor entrou e a gente não acreditou que estava lá. Comecei a chorar, a Ana também, nos abraçamos. Mas na segunda música, pulando feliz, vi ela caindo... caindo em cima das pessoas. Eu não sei como, mas tive força, coloquei ela na minha perna e pulei para atrás, chegamos até a grade e levaram ela. Fui atrás", diz ela.

"A médica já foi falando que era código azul, não tinha pulso mais. Tentaram reanimar, levaram para o hospital e o médico logo chamou. Ele falou que era grave e precisava do contato da família. Entrei em desespero e quando ele falou com o pai da Ana, minha ficha caiu que ela não ia voltar mais."

 

Execução

Polícia divulga imagens de dois foragidos por morte de filho de garagista em Dourados

Com quatro investigados já presos, Polícia Civil procura outros dois suspeitos apontados como envolvidos no assassinato de Vitor Orsini

24/08/2026 14h45

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul divulgou, nesta segunda-feitra (24), as imagens de dois investigados que permanecem foragidos no caso do assassinato de Vitor Orsini, de 19 anos, filho de um garagista morto a tiros no dia 7 de agosto, em Dourados.

Segundo o Setor de Investigações Gerais (SIG), ambos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça por homicídio qualificado. A divulgação das imagens ocorre após a prisão de outros quatro envolvidos desde o início das investigações.

Informações sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser repassadas de forma anônima ao SIG de Dourados, pelo telefone (67) 99987-9826. A Polícia Civil orienta que a população não tente abordá-los e acione as autoridades caso tenha informações sobre a localização.

Presos

As primeiras prisões ocorreram no dia 11 de agosto, quando Denis Barbosa de Mello, de 25 anos, foi localizado em um hotel no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã. Ele é apontado pelas investigações como autor dos disparos contra Vitor. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido por suspeita de participação no crime.

No dia 17 de agosto, Alexsander Gonçalves Borges, de 27 anos, foi preso em Ponta Porã. Conforme a apuração, ele teria pilotado a motocicleta utilizada para levar o suspeito dos disparos até a garagem e auxiliado na fuga após o crime.

Já no dia 21, a Polícia Civil prendeu preventivamente Cláudio Henrique de Arruda, de 43 anos, empresário e proprietário de uma academia em Ponta Porã. Ele foi o quarto investigado detido no caso, durante operação que também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na região de fronteira. A participação dele no homicídio ainda é investigada.

O crime

Vitor Orsini foi assassinado na tarde de 7 de agosto, em uma garagem de veículos pertencente ao pai, localizada na Avenida Hayel Bon Faker, no Jardim Água Boa.

De acordo com a investigação, um homem entrou no estabelecimento sob o pretexto de usar o banheiro. Pouco depois, aproximou-se do jovem e efetuou disparos. Vitor chegou a ser socorrido pelo Samu, mas não resistiu.

As investigações continuam para esclarecer a motivação do homicídio, a participação de cada envolvido e a possível atuação de outras pessoas no crime.

Moradia

Tem inscrição na Emha? Cadastro habitacional precisa ser atualizado

Mais de 51 mil moradores foram convocados para validar informações e manter o registro ativo no sistema habitacional da Capital

24/08/2026 14h00

Agência de habitação da Capital

Agência de habitação da Capital Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Cerca de 51 mil moradores de Campo Grande inscritos no Cadastro Geral de Habitação estão convocados para atualizar informações. Quem foi chamado e não fizer a revalidação poderá ser excluído definitivamente do sistema.

A atualização integra o programa Revalida Habita Mais CG, criado para revisar os dados dos inscritos e identificar informações desatualizadas. A lista com os nomes dos convocados está disponível na edição nº 8.436 do Diogrande.

O procedimento pode ser feito pela internet, no site oficial da Emha, ou presencialmente no atendimento instalado no Pátio Central Shopping, na Avenida Marechal Rondon, nº 1.380, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Durante a atualização, o inscrito deverá conferir ou alterar informações como renda, telefone e outros meios de contato, além da composição familiar. Os dados poderão ser verificados por meio de cruzamento com bases governamentais, visitas técnicas e diligências.

VALIDADE

Após a atualização, o cadastro habitacional passará a ter validade de 12 meses e deverá ser confirmado anualmente.

A Emha também alerta que estar inscrito no Cadastro Geral não garante automaticamente a participação em programas habitacionais nem a conquista de um imóvel. Sempre que houver um novo edital, o interessado deverá manifestar interesse e atender aos critérios exigidos para aquela seleção.

Outro ponto importante é que o tempo de espera no cadastro, sozinho, não garante prioridade ou classificação para receber uma moradia.

Após o período destinado à atualização dos antigos inscritos, o sistema continuará aberto para novos interessados realizarem o cadastro habitacional.

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