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BRASIL/MUNDO

Mais ajuda humanitária é enviada ao Haiti, mas a fome persiste

Mais ajuda humanitária é enviada ao Haiti, mas a fome persiste
19/01/2010 07:09 - Internet


Soldados, médicos e trabalhadores de ajuda humanitária de vários países seguiram para o Haiti ontem, enquanto vítimas do terremoto - que segundo estimativas matou 200 mil pessoas - continuam a lutar para conseguir água e comida. Países europeus prometeram mais de meio bilhão de dólares em ajuda emergencial e de longo prazo, além dos pelo menos US$ 100 milhões prometidos anteriormente pelos Estados Unidos. Mas a ajuda não está chegando a muitas das vítimas do terremoto ocorrido na terça-feira (12), impedidos por gargalos de transporte, confusão burocrática, temor de ataques comboios, colapso da autoridade local e completa necessidade de ajuda. Os saques espalharam-se por mais partes do centro de Porto Príncipe na medida em que centenas de jovens e meninos escalam muros e paredes quebrados para chegar às lojas e pegar o que quer que encontrem. Enquanto os trabalhadores humanitários tentam abrir caminho e chegar ao Haiti, muitas pessoas tentam sair dele. Cerca 200 mil pessoas podem ter morrido em decorrência do terremoto de 7 graus na escala Richter, informou a União Europeia, citando funcionários haitianos que também disseram que 70 mil corpos foram recuperados até agora e enterrados em valas comuns.

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.