Cidades

CAMPO GRANDE

Motociclista morre após ônibus furar sinal vermelho na Brilhante; vídeo

Acidente aconteceu no cruzamento com a Argemiro Fialho por volta de 07h04, enquanto jovem seguia para o trabalho

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No cruzamento entre a rua Brilhante com a Argemiro Fialho, imagens mostram o momento em que uma motociclista é atingida por um ônibus da linha Santa Emília/Centro, que é acusado de avançar o sinal vermelho na manhã desta sexta-feira (27) em Campo Grande.  

Conforme mostram as imagens registradas pelo circuito de monitoramento de um comércio local, o acidente aconteceu por volta de 07h04. Confira: 

Nota-se que, além da vítima atingida, diversos motociclistas e os demais veículos já haviam avançado pela rua Argemiro Fialho, quando seguindo pela rua Brilhante o motociclista da linha 317-B, Santa Emília/Centro, deixou de parar no sinal vermelho. 

Como apurado pela equipe do Correio do Estado in loco, a jovem trabalhava em uma loja próximo ao shopping da região, sendo que o pai informou que ela não teria chegado ao local de trabalho. 

Como a jovem não tem o costume de atrasar para o trabalho, o pai se preocupou e voltou até a residência, para refazer o trajeto que a filha traçava cotidianamente, até que recebeu a ligação que o informou sobre o ocorrido fatal. 

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CAMPO GRANDE (MS)

Homem morre em confronto com o Choque no Jardim Centro-Oeste

Policiais faziam ronda pela região, quando o rapaz saiu de seu barraco, apontou a arma para a viatura e, em seguida, foi baleado pelos militares

27/03/2026 11h01

Viaturas do Batalhão de Choque - imagem de ilustração

Viaturas do Batalhão de Choque - imagem de ilustração ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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Homem, que não teve a identidade divulgada, morreu em confronto com policiais militares do Batalhão de Choque, na manhã desta sexta-feira (27), no Jardim Centro-Oeste, em Campo Grande.

Supostamente, o rapaz é integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e tem várias passagens pela polícia.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais faziam ronda pela região, quando o rapaz saiu de seu barraco e supostamente apontou a arma para a viatura.

Os policiais revidaram, balearam e desarmaram o indivíduo. Ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima, mas, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Mais informações da ocorrência e detalhes sobre o fato serão repassadas pela assessoria de imprensa do Batalhão de Choque nas próximas horas.

ESTATÍSTICA

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 pessoas morreram em confronto com agentes de Estado, entre 1º de janeiro e 27 de março de 2026, em Mato Grosso do Sul.

Desse número, 8 ocorreram em janeiro, 5 em fevereiro e 7 em março.

Em 2025, foram 68 mortes. Desse número, 10 óbitos ocorreram em janeiro, 8 em fevereiro, 2 em março, 10 em abril, 4 em maio, 9 em junho, 4 em julho, 7 em agosto, 4 em setembro, 5 em outubro, 5 em novembro e 1 em dezembro.

Mortes registradas em confronto policial são classificadas como homicídio decorrente de oposição à intervenção policial.

O confronto entre forças de segurança governamentais e grupos armados ocorrem em situações de abordagem policial, roubos, flagrantes de tráfico de drogas, policiamento ostensivo em bairros, entre outras ocorrências.

TESTEMUNHA-CHAVE

Imagens confirmam depoimento de chaveiro no caso Bernal; veja vídeos

Registros mostram sequência do crime e podem enfraquecer tese de legítima defesa

27/03/2026 10h45

Entre a chegada e a fuga do chaveiro, passam mais de 40 minutos, o que indica que houve um intervalo significativo antes do desfecho do crime

Entre a chegada e a fuga do chaveiro, passam mais de 40 minutos, o que indica que houve um intervalo significativo antes do desfecho do crime Reprodução

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Imagens das câmeras de segurança confirmam o depoimento do chaveiro Maurílio da Silva Cardoso, de 69 anos, testemunha-chave ao assassinato do fiscal tributário Roberto Carlos Mazzini, 61 anos, e podem complicar a tese de legítima defesa apresentada pelo ex-prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal.

Os registros mostram uma sequência de acontecimentos que coincide com o relato prestado por Maurílio à Polícia Civil. Nas imagens, o chaveiro aparece chegando ao imóvel, localizado na Rua Antônio Maria Coelho, na região central da Capital, realizando a abertura do portão e, depois, sendo visto com as mãos para cima. Em outro momento, ele surge deixando o local às pressas, correndo.

 

 

Entre a chegada e a fuga do chaveiro, passam mais de 40 minutos, o que indica que houve um intervalo significativo antes do desfecho do crime. 

Em depoimento, Maurílio afirmou que presenciou um disparo contra Mazzini e que saiu do local com medo de também ser atingido. Segundo ele, Bernal permaneceu focado na vítima enquanto ele se afastava até conseguir fugir.

A versão é considerada relevante porque contrasta com a narrativa do ex-prefeito, que alegou ter efetuado os disparos ao se sentir ameaçado por uma suposta invasão. Segundo Bernal, ele acreditava estar sendo perseguido e reagiu ao ver dois homens tentando acessar o interior da residência.

 

 

 

No entanto, além do depoimento do chaveiro, outros elementos já levantados pela investigação colocam em dúvida essa versão. O revólver calibre 38 entregue por Bernal tinha dois disparos efetuados, enquanto o corpo da vítima apresentava três perfurações, sendo uma delas com trajetória da frente para as costas.

A Polícia Civil também apura a possibilidade de um “tiro de misericórdia”. Isso porque o chaveiro disse ter ouvido apenas um disparo antes de fugir, o que levanta a suspeita de que outros tiros tenham sido feitos depois que ele deixou o imóvel.

A tese de legítima defesa já foi questionada pela Justiça. Ao manter Bernal preso, o juiz destacou que não há, até o momento, prova clara de que o ex-prefeito agiu para se defender.

O magistrado também apontou que, ao invés de ir armado até o local, Bernal poderia ter acionado a polícia diante da suspeita de invasão.

As imagens das câmeras, que ainda não tinham sido anexadas ao processo, devem agora ajudar a esclarecer a sequência dos fatos.

*Colaborou Neri Kaspary*

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